Sua redação pronta sobre violência doméstica e violência contra mulheres

Publicado em 18.05.2022 por Juliana N. Tempo de leitura: 17 minutos

Para que você tenha um passo a passo para fazer a sua redação sobre a violência doméstica, neste artigo vamos falar sobre vários tópicos sobre o tema e também iremos relembrar como fazer uma redação dissertação argumentativa. A violência doméstica é um problema que sempre aconteceu, em todas as épocas e em todas as classes sociais. Porém, apenas recentemente passou a ser tratado com outro tipo de abordagem – como um problema da sociedade toda – e falado abertamente nos meios de comunicação, incluindo programas de entretenimento. Por isso, é muito razoável que este possa tornar-se um tema de redação para vestibular ou para exames nacionais como o ENEM. Nestes casos, o tipo de redação mais solicitado é o dissertativo-argumentativo.

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O que é a violência doméstica?

Violência doméstica são os abusos, físicos ou psicológicos, praticados por uma pessoa contra outra (ou outras) no âmbito doméstico, ou seja, no ambiente familiar. Pode ser praticado contra crianças, idosos e mulheres (cis e trans), sendo estas últimas as principais vítimas no Brasil.

Por esta razão, existe até uma lei específica para tratar destes casos, a Lei Maria da Penha. De acordo com esta lei, a violência doméstica contra a mulher é “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial”.

Este tipo de agressão, no meio familiar, é mais comum do que parece, em um primeiro olhar. Porém, por motivos de vergonha das vítimas e também por questões culturais (que pregavam que os problemas ocorridos no lar são de única e exclusiva responsabilidade e interesse dos envolvidos), por muito tempo permaneceu escondida. Era algo sobre o que pouco se falava abertamente, até o momento em que uma grande tragédia, como um assassinato, ocorresse.

Todas estas informações que estamos fornecendo aqui são muito importantes para que você possa escrever a sua redação sobre a violência doméstica no Brasil, por isso, leia tudo com cuidado e se necessário, aprofunde as pesquisas!

Nos últimos tempos, percebe-se que o tabu está sendo quebrado no Brasil, muito em função da Lei Maria da Penha, mencionada acima. Em todas as instâncias, fala-se mais e abertamente sobre a questão. Isso ajuda a quebrar o ciclo da violência, estimulando que mais pessoas, especialmente mulheres, falem sobre isso, pedindo ajuda e denunciando os agressores.

Com isso, o costume do “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher” vai caindo, felizmente, por terra. E é por isso que você deve preocupar-se sobre como escrever uma boa redação sobre a violência contra as mulheres, pois este é um tema em alta.

Causas da violência doméstica

Fonte: unsplash.com

Ainda que as mulheres sejam as maiores vítimas de agressões físicas e sexuais e de abusos generalizados no lar, outros membros da família também estão sujeitos a isso.

A violência doméstica praticada contra crianças e adolescentes é também bastante prevalente. Os maus-tratos na infância, praticados por familiares, são extremamente traumáticos e representam casos de agressão física, na maior parte das vezes, seguida pela agressão psicológica, negligência, e, por último, pelos abusos sexuais.

Os idosos também correspondem a outra parte da população bastante afetada pela violência doméstica. As agressões físicas e psicológicas e a negligência ocorrem muito, mas existe um outro tipo de violência bastante peculiar a esta faixa etária: o abuso financeiro.

Esta situação, segundo a Cartilha de Combate à Violência contra a Pessoa Idosa, do governo federal brasileiro, caracteriza-se por “exploração imprópria ou ilegal ou uso não consentido pela pessoa idosa de seus recursos financeiros”. Isto quer dizer que os familiares ou cuidadores se apossam dos rendimentos financeiros do idoso, sem que este permita, explorando-o, por vezes ao ponto de deixá-lo sem o mínimo para subsistência.

Violência doméstica são os abusos praticados por uma pessoa contra outras no âmbito doméstico. É bem mais comum do que se pode imaginar. Sempre foi cercada de muito tabu, mas isso está se modificando nos anos recentes. 

Causas da violência doméstica

Perceba que a violência doméstica possui um grande componente de covardia, na imensa maioria das vezes. Afinal, as principais vítimas - mulheres, crianças e idosos - são justamente as mais frágeis em termos físicos ou emocionais. Mas então, quais seriam as causas de toda essa covardia expressa em forma de atos violentos?

A resposta é que as causas são diversas, passando por problemas graves como:

  • alcoolismo;
  • ciúmes;
  • desemprego;
  • problemas financeiros;
  • problemas familiares;
  • desobediência;
  • problemas no trabalho;
  • necessidades básicas não atendidas, como falta de alimentos em no lar.

Porém, no caso do Brasil, podemos afirmar que a causa principal da violência doméstica é o machismo estrutural. Quer um exemplo? A frase que citamos acima, muito comum entre os ditados populares brasileiros, de que “em briga de marido e mulher, ninguém mete a colher”.

Ela é puro fruto desse machismo estrutural, um machismo entranhado na sociedade, em todas as suas práticas e em todas as suas culturas. Por estar tão emaranhado em nossos costumes, afeta mulheres dentro de seus lares, sejam elas esposas, filhas, sogras ou mães dos agressores.

Esse mesmo machismo naturaliza questionamentos feitos sempre em direção à vítima mulher, que buscam saber o que ela fez para provocar a agressão, como se comportou, o que disse, como se vestia no momento, o que fez ou deixou de fazer que desagradou ao homem. É a famosa e nefasta culpabilização da vítima.

Consequências da violência doméstica

Como não é difícil imaginar, diante de tantos atos violentos, as consequências e os traumas são profundos. Principalmente se pensarmos que na grande maioria dos casos, os perpetradores das agressões passam anos agredindo suas vítimas. Muitas mulheres sofrem agressões por décadas, e seus filhos e filhas são criados dentro deste ambiente, o que gera inúmeras sequelas físicas e emocionais na família toda.

Como consequências emocionais e psicológicas da violência doméstica, podemos listar:

  • Tristeza;
  • Solidão;
  • Baixa autoestima;
  • Depressão;
  • Ansiedade;
  • Distúrbios do sono;
  • Falta de apetite;
  • Irritabilidade;
  • Síndrome do pânico;
  • Diminuição do rendimento escolar;
  • Estresse pós-traumático;
  • Consumo abusivo de drogas e de álcool;
  • Tentativas de suicídio.

Já nas consequências físicas, temos também uma lista grande de danos, sendo alguns deles:

  • Síndrome de dor crônica;
  • Distúrbios gastrintestinais;
  • Distúrbios ginecológicos;
  • Lesões variadas;
  • Fibromialgia;
  • Aborto espontâneo.

Mas sem dúvida alguma, as consequências mais temidas e sombrias da violência doméstica são a invalidez, como no caso de Maria da Penha, a mulher cujo caso inspirou a lei, e a morte. Esse sem dúvida é o pior desfecho dos atos violentos com os quais uma família convive muitas vezes por anos. É a tragédia final que acaba com famílias já tão despedaçadas por anos de convívio insalubre.

As causas são diversas, mas a principal delas é o machismo enraizado na sociedade. As consequências são inúmeras, envolvendo traumas físicos e psicológicos. 

O ciclo da violência doméstica

Segundo a psicóloga Lenore Walker, a violência no contexto de um matrimônio segue mais ou menos um ciclo, que repete-se continuamente. Veja como isso acontece:

  1. No começo do ciclo, o agressor irrita-se com coisas insignificantes do convívio familiar, criando a tensão, que é o primeiro componente do ciclo. Nessa fase, ele pode ter acessos de raiva, xingando e humilhando a(s) vítima(s), estragando objetos da casa, fazendo ameaças. A vítima, geralmente a mulher, passa a tentar acalmar o agressor, evitando toda e qualquer conduta que possa causar o destempero do agressor. Isso tudo gera muitos sentimentos negativos na vítima, como angústia, ansiedade, medo e tristeza. Ela também tende a negar que isso esteja acontecendo em sua casa, escondendo os fatos de familiares e desculpando o comportamento do homem.
  2. A seguir, na fase 2, ocorre o auge da falta de controle, acontecendo a explosão que leva ao ato violento. Toda a tensão acumulada na fase anterior transforma-se em agressões verbais, físicas, psicológicas, morais ou patrimoniais. A mulher percebe a situação, tem consciência da gravidade mas se vê impossibilitada de reagir, ficando paralisada. Mais sintomas começam a aparecer em seu corpo e mente, como insônia, ansiedade, fadiga, medo, perda de peso, solidão, ódio, vergonha, pena de si mesma e confusão.
  3. Na fase 3, o ofensor tende a demonstrar arrependimento dos seus atos, passando a ser carinhoso, buscando o perdão e uma reconciliação. Sentidos de confusão e de obrigação quanto à manutenção do relacionamento são comuns nas mulheres nesta fase. Motivadas pela calmaria que parece reinar nesta fase, muitas mulheres aceitam a reconciliação, acreditando na mudança de comportamento do parceiro.

O problema deste ciclo é que ele é justamente isso: um ciclo, e como tal, a tendência é que se repita infinitamente, até que algo mais grave aconteça às vítimas. Por isso, é fundamental quebrá-lo, com o apoio devido de autoridades e de profissionais como psicólogos, psiquiatras, terapeutas e assistentes sociais.

Tipos de violência doméstica

Conforme já enumeramos brevemente nas seções anteriores, a violência doméstica pode ser de cinco tipos, que são descritos nas Lei Maria da Penha:

Violência física

Compreende os crimes de tortura, espancamento, arremesso de objetos contra as pessoas, sufocamento e estrangulamento e lesões em geral, provocadas por armas brancas ou por armas de fogo

Violência psicológica

São as manipulações, humilhações, constrangimentos, ameaças, isolamento e vigilância constantes da vítima, insultos, chantagens, perseguições, limitações e retiradas de liberdade em geral, dentre outros

Violência sexual

Nesta categoria, estão os atos de estupro, cerceamento dos direitos reprodutivos ou de contracepção da mulher, as práticas sexuais que vão contra o desejo da mulher por serem desconfortáveis ou repulsivas a ela, dentre outras práticas ligadas ao sexo

Violência patrimonial

Inclui controlar ou privar de dinheiro, bens ou pensão alimentícia, furtos, extorsões e outros danos, estelionato, destruição de documentos ou objetos

Violência moral

São os atos que degradam a moral da mulher, como acusações de traição, e outras calúnias, difamações e injúrias à sua conduta

Feminicídios

Mitos da violência doméstica

Fonte: unsplash.com

Feminicídio é o assassinato de mulheres motivado pelo simples fato de serem mulheres. Este crime hediondo está bastante ligado à violência doméstica e é uma das suas consequências mais temidas. Além disso, muitas vezes ele é o ápice de uma série de atos violentos intrafamiliares que já vinham desenrolando-se, por vezes, por anos.

O conceito ganhou mais destaque no Brasil com a criação da Lei do Feminicídio de 2015, e também em outros países da América Latina, que também criaram este novo tipo penal.

Os meios de comunicação divulgam diversas notícias, taxas e números sobre feminicídios no Brasil, e você precisar prestar atenção a elas, pois podem compor boas fontes para seu texto dissertativo sobre violência contra as mulheres.

Mitos da violência doméstica

Por ser calcada em desigualdades na situação da mulher em relação a dos homens, e também em questões culturais centenares, a violência doméstica é cercada por alguns mitos. Veja o quadro que preparamos a respeito, contendo alguns desses mitos e a realidade correspondente:

Mito

Verdade

  • Mulheres são causadoras das agressões que sofrem, por provocarem ou por gostarem.
  • Isso não é verdade. A mulher que suporta estas situações o faz muitas vezes por medo e por sentimentos de proteção aos filhos e ao lar, e na esperança de que o ciclo de violência se encerre.
  • A violência doméstica só ocorre entre pobres.
  • Falso. Não existe esta distinção, e as notícias diárias comprovam que mulheres de todas as classes sociais e escolaridades sofrem com agressões e até mesmo feminicídios.
  • Existe um tipo específico de mulher que sofre agressões em casa.
  • Não. Qualquer mulher, seja qual for sua renda, religião, profissão, estilo de se vestir ou comportar, está sujeita a isso.
  • A violência doméstica é rara.
  • Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), em um ranking de 83 países, o Brasil ocupava o 5º lugar em homicídios de mulheres, sendo 30% disso ocorrida nos lares. Logo, está bem longe de ser algo raro.
  • As agressões no lar acabariam com proteção das vítimas e punição aos criminosos.
  • Proteção e punição são importantes, porém, isso não é suficiente, uma vez que a violência familiar é um problema estrutural na sociedade. Como tal, precisa de soluções, discussões e pesquisas em âmbito nacional e em diversas esferas, envolvendo escolas, governos, órgãos públicos etc.
  • Sofrer violência no lar é melhor do que passar por uma separação e criar filhos sozinha.
  • Falso, pois o convívio de filhos pequenos e adolescentes em um ambiente hostil e violento pode ter consequências seríssimas para seu desenvolvimento.

Fonte: Instituto Maria da Penha

Redação sobre a violência doméstica

Agora que passamos para você um bom panorama sobre violência doméstica no Brasil, e, em especial, violência contra mulheres, queremos entrar no assunto principal do artigo: seu texto argumentativo sobre violência doméstica.

A violência doméstica vem recebendo grande atenção no país, em parte por leis específicas criadas para lidar melhor com estes crimes, e em parte pelo esforço de meios de comunicação para que este assunto deixe de ser um tabu.

Por isso, é grande a probabilidade de que um tema como esse venha a ser pedido na sua prova de vestibular ou em um exame nacional, como o ENEM.

Existe mais de uma espécie de redação, porém, neste contexto do qual estamos falando - vestibulares e ENEM - a redação solicitada é a dissertação argumentativa, que pode ser chamada também de redação dissertativo-argumentativa.

A estrutura desta redação é composta por:

Introdução

Parte do texto em que o autor irá abordar brevemente os argumentos que defenderá ou refutará no desenvolvimento. Deve conter a ideia principal, ou seja, o assunto ou problema da redação

 Desenvolvimento

Aqui o candidato irá desenvolver seus argumentos e críticas, procurando convencer o leitor de suas ideias. Pode ser feito entre dois e três parágrafos. O desenvolvimento aprofunda, fundamenta e comprova as teses apresentadas na introdução. Por isso, é aqui que entra o conhecimento generalizado que você adquiriu em sua fase de estudos. No caso deste artigo, o que você leu sobre violência doméstica.

Conclusão

Por fim, na conclusão o autor faz o fechamento de suas ideias, retomando o que foi proposto na introdução. Importante lembrar que no caso do ENEM, é exigida uma proposta de intervenção, que geralmente é apresentada na conclusão. Não deve apresentar ideias e discussões novas, pois é o encerramento da discussão.

Além da estrutura da dissertação precisar ser bem específica, conforme mostramos acima, existem outras exigências que precisam ser cumpridas:

  • Clareza: seu texto precisa ser claro, ou seja, não deve conter ambiguidades ou informações que dificultem a compreensão de quem lê. Prefira frases curtas e evite linguagem rebuscada em excesso. Escrever bem é diferente de escrever “difícil”. Além disso, escreva as frases na ordem direta sempre que possível.
  • Coesão: a coesão diz respeito à conexão entre diversas partes da redação. Para fazer sentido, um texto precisa que suas diversas partes tenham coesão, ou seja, conexão, umas com as outras. Essa amarração de ideias é feita de diversas formas. Uma delas são os elementos de coesão (conjunções, preposições, pronomes, advérbios). Outra forma é o uso de sinônimos.
  • Coerência: a coerência está ligada à coesão, mas não é a mesma coisa. A coerência no texto significa que ele não pode contradizer-se em suas várias partes (por exemplo, na introdução e na conclusão) e nem com o conhecimento de domínio comum (por exemplo, afirmar que a terra é plana ou que o sol gira em torno da Terra). Todas as ideias precisam ser coerentes entre si, precisam ter lógica. Também não são bem-vindas as generalizações e as afirmações preconceituosas ou intolerantes, segundo o professor Ernani Terra.
  • Provavelmente você já sabe, mas nunca é demais repetir: esteja atento às questões gramaticais e ortográficas. A língua portuguesa usada formalmente e com correção é fundamental nas redações.

Exemplos de temas e títulos para redações sobre violência doméstica

Para ajudar você a ter sua redação pronta sobre violência contra mulheres, trazemos aqui uma série de sugestões de temas (gerais) e de títulos (específicos) para sua dissertação.

Temas

Dentro do assunto principal, considere escrever sobre um dos seguintes subtemas envolvendo a violência doméstica:

  • E educação
  • Lei Maria da Penha
  • Mortes relacionadas
  • Praticada contra crianças e adolescentes
  • Praticada contra a pessoa idosa
  • Contra mulheres trans
  • Impactos econômicos da violência no lar
  • Contra pessoas com deficiência física
  • Nas periferias
  • Nos bairros de classe alta
  • Abuso sexual
  • Contra mulheres negras
  • No meio rural
  • Feminicídios
  • Entre pessoas famosas
  • Atendimento de saúde
  • Papel do serviço social
  • Atuação do Direito
  • Atendimento psicológico
  • Na era digital

Títulos

Uma vez que você tenha escolhido um subtema, você pode pensar em títulos para sua redação, que são ainda mais específicos que os subtemas. Veja, são apenas sugestões, e você pode adaptar conforme sua necessidade e desejo!

  • Persistência de atos violentos contra crianças e adolescentes no lar e efeitos em sua aprendizagem
  • Violência contra mulher e Lei Maria da Penha: até onde avançamos?
  • Segurança pública e mortes relacionadas à violência contra a mulher no lar
  • Persistência da violência contra o idoso no lar e a expectativa de vida
  • Abusos sexuais contra mulheres dentro de casa
  • Violência moral dentro de casa
  • Políticas públicas para coibir agressões domésticas
  • Agressões domésticas entre artistas
  • Violência verbal no lar e efeitos psicológicos
  • Crimes contra mulheres no lar e direitos humanos
  • Violência doméstica e familiar e a atuação das assistentes sociai

 Exemplo de uma introdução sobre o tema

Para auxiliar no seu entendimento, incluímos parte de um trabalho pronto a seguir. Este é um trabalho acadêmico e não uma redação, mas é bastante adequado:

Exemplo de uma introdução sobre o tema

Viu, só? Com todas estas ideias, não apenas o início da sua dissertação está mais próximo do que nunca: até a conclusão da sua redação sobre violência contra as mulheres está logo ali!

Conclusão

Neste artigo, você pode perceber a partir de diversas informações o imenso problema que a violência doméstica representa no mundo, e, especificamente, no Brasil.

Mostramos para você que este é um tipo de crime praticado no ambiente familiar, e que pode ter qualquer membro como vítima. Porém, os principais perpetradores são os homens, e as maiores vítimas são as crianças e os adolescentes, os idosos e as mulheres. No Brasil, dentre as vítimas, as principais são as mulheres, por isso, foram criadas leis específicas que tratam dessa questão.

Explicamos quais causas são apontadas como geradoras dos episódios de violência doméstica e de violência contra mulher. Elas são diversas, porém, a principal delas é o machismo estrutural que causa inferiorização e objetificação da condição feminina.

Apontamos também as muitas e graves consequências dessa violência. Mesmo quando apenas a mulher é atingida física ou psicologicamente, é impossível livrar os outros integrantes da família, especialmente os filhos, das muitas sequelas que por vezes perduram pela vida toda.

Você pode entender também o ciclo perverso da violência doméstica, composto por tensão – ação – arrependimento. Este ciclo, por atenuar períodos difíceis com outros amenos, faz com que muitas mulheres se sintam confusas e tendam a permanecer no relacionamento abusivo.

Abordamos também os tipos de violência doméstica. Eles são vários e englobam questões tão diversas como o corpo e seus abusos, a mente e até a vida financeira e material das vítimas, formando uma verdadeira teia de horror. Juntamente, explicamos a você o conceito de feminicídio, algo muito importante em países com altas taxas de atos violentos contra mulheres.

Por fim, para que você possa partir logo para a prática, relembramos como é a estrutura da dissertação (introdução, desenvolvimento e conclusão) e fornecemos algumas dicas sempre válidas que qualquer texto deve ter (clareza, coerência, coesão e respeito às normas gramaticais). Além disso, fornecemos ideias de temas dentro do assunto e sugestões de títulos específicos para sua redação sobre a violência doméstica.

Confira neste vídeo: redação sobre violência doméstica

Fontes para aprofundar a pesquisa

Perguntas frequentes

Como fazer um texto dissertativo com o tema violência?

Primeiro de tudo você deve entender sobre qual faceta do tema, que é muito amplo, você vai escrever. Depois, você deve se informar e pesquisar bastante sobre este nicho, que poderá ser violência escolar, violência doméstica, violência obstétrica, entre outras. A etapa de pesquisa e informação é fundamental, pois o texto dissertativo solicitado geralmente é do tipo argumentativo. Para que você possa formar argumentos críticos e pontos de vista, nada melhor do que a leitura.

O que é redação sobre violência doméstica?

É uma redação em que você irá escrever sobre atos violentos praticados no âmbito familiar, especialmente contra mulheres, crianças e idosos.

O que escrever sobre feminicídio?

Há muitas coisas que você pode escrever a respeito. Você pode escrever sobre o histórico de violência contra mulheres no país, até a criação da lei específica. Você pode também abordar os números de feminicídio no Brasil e fazer um estudo sobre quem os praticou e onde. Você pode também escrever sobre os traumas emocionais e sequelas físicas de mulheres que sobreviveram a tentativas de feminicídios.

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Juliana N

Autora do Studybay

Meu nome é Juliana, sou Bacharel em Filosofia pela IFCH e pós-graduada em Instituto de Filosofia e Ciências Humanas da Unicamp. Tenho experiência grande com artigos, trabalhos acadêmicos, resumos e redações com garantia antiplágio.