A PRÁTICA DOCENTE E O USO DE FERRAMENTAS TECNOLÓGICAS

Tipo de documento:Revisão Textual

Área de estudo:Gestão ambiental

Documento 1

Em seguida, a metodologia foi avaliar a ferramenta do e como ela pode dar suporte nas fases de didática complementar em sala de aula. PALAVRAS-CHAVE: ENSINO SUPERIOR – PRÁTICA DOCENTE – TECNOLOGIA EM SALA 1 INTRODUÇÃO O crescente advento tecnológico, o qual transforma ferramentas midiáticas em tecnologias práticas para a sala de aula, precisa ser viabilizadas por docente e incluídas em sua prática no Ensino Superior. A grande questão é se esses recursos, quando se fala se ensino superior no Brasil, é um acesso para a grande maioria de mestres e alunos. Cabe ressaltar, que na sociedade geral, as rupturas tecnológicas com padrões da década de 90 alavancam a atualização constante das ferramentas e viabilizam uma formação contínua para as instituições de ensino superior, ao passo que precisam adotar ferramentas as quais passam a fazer parte da ação contínua de redes computacionais e ferramentais que aprimoram a mobilidade da educação. Com isso, ressalta-se que o objetivo desse estudo é investigar o processo de formação docente do ensino superior para uma prática voltada para as ferramentas tecnológicas. Assim, aprofunda-se a importância de elementos que são importantes na formação dos professores desse segmento. O problema do estudo reside na questão: Como o docente está preparado e sendo formado na sua prática para o uso de ferramentas tecnológicas que possam complementar a sua didática? O trabalho é de base teórica, com revisão de bibliografia e também está centrado em uma dimensão qualitativa e o que ela oferecia na prática para os educadores do ensino superior.

– REFERENCIAL TEÓRICO 2. – A finalidade primeira do Ensino Superior Cumprindo a função de complementar o ensino público, a universidade é produzir o conhecimento científico acadêmico, com inovações, diversidades, expandindo os próprios centros de conhecimento. A universidade segue o processo de globalização, cujo intento é difundir o conhecimento tal qual realizou desde os tempos de sua origem. O movimento histórico, social e acadêmico de construção e reconstrução da universidade significa um fenômeno complexo porque se dá em um campo especial, o campo científico-universitário. Trata-se de um campo provido de capital intelectual e cultural que se interconecta com processos de reprodução e de transformação, de ajuste e de resistência, bem como de superação dos atuais conflitos e dilemas, por meio da inovação e da luta pela liberdade acadêmica e pela autonomia universitária.

O campo universitário, embora apresente especificidades que marcam sua luta concorrencial, intersecta, interage e, por vezes, está contido em outros campos mais amplos e mais determinantes da vida social, especialmente no âmbito econômico, político, cultural e do poder. A atividade científica significa, portanto, uma atividade social e a construção é uma construção social da realidade. O sentido do jogo, especialmente para os dominantes do campo expressa-se por meio dos julgamentos, das escolhas e das práticas acadêmicas interessantes na manutenção das estruturas exigentes de acumulação de prestígio simbólico, vantagens materiais e/ou formas particulares de poder. BORDIEU, 1996). Para Martins (2008) formar um professor inserido na educação universitária está relacionado a todo um processo de politica de formação das IES.

Essa necessidade de transformação vai além da sala de aula e do âmbito pedagógico. Bordieu (1996) assevera que a qualidade do profissional docente no segmento do ensino superior está aliada à pré disponibilidade dos gestores educacionais e como que eles irão propor uma mobilização de formação em âmbito pedagógico. Reflete-se o quanto que uma formação para a prática pedagógica com o uso de ferramentas tecnológicas seria um diferencial acadêmico e uma forma de desempenhar com mais qualidade a função docente. O professor universitário deve estar a todo o o momento passando por um processo formativo, se questionando para que haja mobilização em sua prática, buscando caminhos, a fim de aprimorar e aprofundar seus conhecimentos, suas habilidades, para se tornar marcante, ideal, fascinante, a cada dia no processo ensino-aprendizagem.

Diante dessas reflexões denota-se a possibilidade de gerar conhecimento para entender, prevenir ou aliviar um problema que afeta muitos professores, assim como aqueles que estão ligado indiretamente a eles em âmbito institucional, pois trás conhecimentos relacionados aos saberes e às práticas educativas no Ensino Superior, possibilitando-se fazer uma análise crítica da realidade e, consequentemente, fornecer elementos para se pensar a sua transformação. ” (MARTINS, 2008, p. A partir desse viés, observa-se que o papel do professor para uma formação de uso das ferramentas tecnológicas, amplia-se para a responsabilidade de se tornar um mediador em vários espaços de aprendizagem e neles construir conhecimento. Dentro de uma IES, há várias vertentes que irão influenciar essa formação e as diretrizes para que a prática educativo do docente de ensino superior possa se direcionada para o estímulos concreto no uso de ferramentas, pois, fornecer a esse professor uma formação é também, delinear bons conteúdos acadêmicos para a formação de qualidade dos ingressos na universidade e demais centros educativos.

A intervenção em relação a esse colegiado, no que tange o prepara para o uso de tecnologias. – O preparo do professor para o uso da tecnologia As tecnologias educacionais sobrevêm como serviço e entram nas experiências cotidianas de professores e alunos. Fomentam os espaços subjetivos de sala de aula e, aos poucos, percebe-se que a tecnologia é necessária para aplicações e experiências integradas em sala de aula. E começou a divulgação do material didático educacional pautado nas novas tecnologias e, pergunta-se: quem é o pessoal formado para aplicá-lo em sala de aula? As novas tecnologias são um desafio e, agora, quando elas promovem a reestruturação do espaço escolar, das relações que nele ocorrem e na necessidade de formar professores para aplicá-las, a responsabilidade educacional das escolas se amplia.

A educação começa a tomar fronteiras mais amplas que os muros da escola. A questão a ser colocada neste trabalho é observar a intensidade de ampliação e mudança no papel do professor e como que a sua atuação muda nos tempos e lugares criados pela tecnologia educacional e que incidem na escola de forma volumosa. O professor terá novas opções metodológicas, por sua vez, terá mais oportunidades de integrar várias tecnologias e informações que passarão pela conteúdo programático já relacionado. Outra questão a ser abordada, é que o professor não passa a ser somente usuário e utilitário de ferramentas que representam a tecnologia, porém modificam todo um espaço antes educacional. O ambiente informatizado exige do professor nova postura crítica e conscientização para ser ao mesmo tempo, aprendiz e facilitador dessas novas relações que se constroem.

CONSIDERAÇÕES FINAIS Importante salientar que a gestão dessa formação é efetiva para que o processo de experiências relatado seja uma combinação entre as práticas docentes e a utilização de ferramentas tecnológicas, as quais nem sempre são complexas e apoiam o ensino com a sua mobilidade e facilidade de atendimento aos alunos. P. Ambientes pedagógicos informatizados para as faculdades. Editora: Matta.

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