ÉTICA MORAL, CRISTÃ e PASTORAL

Tipo de documento:Plano de negócio

Área de estudo:Religião

Documento 1

Definição da palavra 1. Ética Pré-socrática 1. Ética na Filosofia Clássica – (De 470 a 320 a. C. Epicurismo Capítulo 2 Alternativas Éticas 2. Ética iluminista 2. Nicolau Maquiavel (traços biográficos) 2. Historicidade 2. A Ética de Immanuel Kant (1724-1804) (traços biográficos) 2. Hegel, Georg W. Friedrich (traços biográficos) 2. Dialética hegeliana 2. Nietzsche, Friedrich (traços biográficos) 2. Ética Contemporânea 2. O Pragmatismo 2. O Formalismo ético 2. Dualismo ético Capítulo 3 Ética Cristã 3. O que é Ética e o que é Moral? 3. Questões Éticas 3. Ética na Política 3. Decálogo evangélico do voto ético Ética 2 3. Pena Capital Capítulo 4 Ética Pastoral 4. Qualificações do Pastor 4. Vocação Divina 4. Conduta Pessoal 4. Recursos do Pastor 4. O pastor e a sua vida particular 4. Pastor e seus estudos 4. O pastor e o rebanho 4. O pastor como administrador 4. O Pastor como líder Ética 3 Introdução A Ética é um sistema dos seis ramos tradicionais da filosofia, onde ocupou papel importante, desde o começo. A ética também faz parte essencial da fé religiosa. Por essas razões, apresentamos aqui um artigo de considerável razão, cujo intuito é dar ao interlocutor uma idéia sobre os principais sistemas e debates da questão. O conhecimento só é científico quando, além de universal, é metódico e sistemático, ou seja, lógico. Capítulo 1 Discussões Preliminares 1. Ética como um sistema de filosofia A ética é um dos seis sistemas tradicionais da Filosofia. Ética A conduta ideal do indivíduo. Disciplina crítico-normativa que se dedica ao estudo das regras do comportamento humano relativas à práticas de atos identificados com o bem.

Política A conduta ideal do estado. Política, em sentido estrito, é a arte de governar a polis, ou cidade-estado, e deriva do adjetivo politikós, que significa tudo o que se relaciona à cidade, isto é, tudo o que é urbano, público, civil e social. Ética 4 1. Gnosiologia A teoria do conhecimento. A palavra gnose (do grego gnosis, "conhecimento") emprega-se, ao se tratar do movimento filosófico e religioso a que deu nome, para designar o conhecimento adquirido não por aprendizagem ou observação empírica, mas por revelação divina. À gnose, privilégio dos iniciados, opõese a pistis, ou mera crença. Os eleitos que recebiam a gnose experimentavam uma iluminação que era regeneração e divinização, e conheciam simultaneamente sua verdadeira natureza e origem. Ética, parte da filosofia que trata dos costumes do homem.

A finalidade dos códigos morais é reger a conduta dos membros de uma comunidade, de acordo com princípios de conveniência geral, para garantir a integridade do grupo e o bem-estar dos indivíduos que o constituem. Assim, o conceito de pessoa moral se aplica apenas ao sujeito enquanto parte de uma coletividade. Ética é a disciplina crítico-normativa que estuda as normas do comportamento humano, mediante as quais o homem tende a realizar na prática atos identificados com o bem. Interiorização do dever A observação da conduta moral da humanidade ao longo do tempo revela um processo de progressiva interiorização: existe uma clara evolução, que vai da aprovação ou reprovação de ações externas e suas Ética 5 consequências à aprovação ou reprovação das intenções que servem de base para essas ações.

Ela inaugura uma nova mentalidade, baseada na razão, e não mais no sobrenatural e na tradição mítica. Pitágoras (580 a. C. a. C) afirma que a verdadeira substância original é a alma imortal, que preexiste ao corpo e no qual se encarna como em uma prisão, como castigo pelas culpas da existência anterior. Ensinou o monoteísmo; afirmou que o homem é responsável por seus atos. O código dele era semelhante aos Dez Mandamentos do Antigo Testamento. Anaximandro de Mileto Ética 6 Filósofo grego pré-socrático, Anaximandro de Mileto é considerado o fundador da astronomia e o primeiro pensador a desenvolver uma cosmologia, ou visão filosófica sistemática do mundo. Nascido em Mileto no ano 610 a. C. Não existem padrões fixos e extra-humanos.

Não existe a verdade. Existem verdades práticas, utilitárias e relativas. Defende que o único padrão da moralidade é o interesse particular. Ética na Filosofia Clássica – (De 470 a 320 a. Sócrates nasceu em Atenas por volta do ano 470 a. C. Era filho de uma parteira, Fenarete, e de Sofronisco, homem bem relacionado nos meios políticos da cidade. Como não deixou obras escritas, tudo o que se sabe de sua vida e de suas idéias é o que relatam principalmente autores como Platão e Xenofonte. Segundo os escritos de Íon de Quios e Aristóxenes, Sócrates teria estudado com Arquelau, discípulo de Anaxágoras, o primeiro filósofo importante de Atenas. O que há de comum entre todas as virtudes é a sabedoria, que, segundo Sócrates, é o poder da alma sobre o corpo, a temperança ou o domínio de si mesmo.

Possibilitando o domínio do corpo, a temperança permite que a alma realize as atividades que lhe são próprias, chegando à ciência do bem. Para fazer o bem basta, portanto, conhecê-lo. Todos os homens procuram a felicidade, isto é, o bem. Assim, o vício não passa de ignorância, pois ninguém pode fazer o mal voluntariamente. afirma que as idéias são o próprio objeto do conhecimento intelectual, a realidade metafísica. Para melhor expor sua teoria, utiliza-se de uma alegoria, o mito da caverna, no qual a caverna simboliza o mundo sensível, a prisão, os juízos de valor, onde só se percebem as sombras das coisas. O exterior é o mundo das idéias, do conhecimento racional ou científico.

Feito de corpo e alma, o homem pertenceria simultaneamente a esses dois mundos. A tarefa da Filosofia seria a de libertar o homem da caverna, do mundo das aparências, para o mundo real, das essências. O sentido da filosofia -- o amor da sabedoria -- é o de conduzir o homem do mundo das aparências ao mundo da realidade, ou da contemplação das sombras à visão das idéias, imutáveis e eternas, iluminadas pela idéia suprema do bem. As concepções éticas e políticas de Platão são um prolongamento natural de sua teoria da alma. Uma vez que o homem acede às idéias por meio da razão e que as idéias são presididas pelo bem, o homem sábio será também necessariamente bom.

Para isso, contudo, é preciso que a sociedade reproduza a ordem da alma. Ética 8 A justiça consiste na relação harmônica entre as partes, sob o cuidado da razão. Aristóteles (384 a. C. a. C. Seguidor de Platão, Aristóteles (384 a. Ética e política. Aristóteles foi o primeiro filósofo a distinguir a ética da política, centrada a primeira na ação voluntária e moral do indivíduo enquanto tal, e a segunda, nas vinculações deste com a comunidade. Dotado de lógos, "palavra", isto é, de comunicação, o homem é um animal político, inclinado a fazer parte de uma pólis, a "cidade" enquanto sociedade política. A cidade precede assim a família, e até o indivíduo, porque responde a um impulso natural.

Dos círculos em que o homem se move, a família, a tribo, a pólis, só esta última constitui uma sociedade perfeita. Portanto, só será feliz o homem cujas ações sejam sempre pautadas pela virtude, que pode ser adquirida pela educação. A diversidade dos sistemas éticos propostos ao longo dos séculos se compara à diversidade dos ideais. Epicurismo Ética 9 Os princípios enunciados por Epicuro e praticados pela comunidade epicurista resumem-se em evitar a dor e procurar os prazeres moderados, para alcançar a sabedoria e a felicidade. Cultivar a amizade, satisfazer as necessidades imediatas, manter-se longe da vida pública e rejeitar o medo da morte e dos deuses são algumas das fórmulas práticas recomendadas por Epicuro para atingir a ataraxia, estado que consiste em conservar o espírito imperturbável diante das vicissitudes da vida.

Epicuro nasceu na ilha grega de Samos, no ano 341 a. De seus estudos científicos, Epicuro derivou uma filosofia essencialmente moral. À semelhança de outras correntes filosóficas da época, como o estoicismo e o ceticismo, suas concepções vieram ao encontro das necessidades espirituais de seus contemporâneos, preocupados com a desintegração da polis (cidade) grega. O prazer sensorial converteu-se na única via de acesso à ataraxia. Esse prazer, porém, não consiste numa busca ativa da sensualidade e do gozo corporal desenfreado, como interpretaram erroneamente outras escolas filosóficas e também o cristianismo, mas baseia-se no afastamento das dores físicas e das perturbações da alma. O maior prazer, segundo Epicuro, é comer quando se tem fome e beber quando se tem sede. Por isso, considera legítimo o uso da violência contra os que se opõem aos interesses estatais.

Maquiavel influencia o inglês Thomas Hobbes (1588-1679) e o holandês Benedito Spinoza (1632-1677), pensadores modernos extremamente realistas no que se refere à ética”. Por: Algosobre Vestibular). Nicolau Maquiavel (traços biográficos) “Gênio da ciência política, Maquiavel inaugurou a astúcia inescrupulosa como método de governo, por detectar e sistematizar pioneiramente a amoralidade peculiar à conquista e ao exercício do poder. Patriota florentino, no exílio de San Casciano contou, em carta, que de dia fazia excursões no campo e, de noite, pesquisava, em livros da antiguidade romana, "como se conquista o poder, como se mantém o poder e como se perde o poder". Entre 1519 e 1520, Maquiavel escreveu a maior comédia da literatura italiana, La mandragola (1524; A mandrágora), como "divertimento em tempos tristes".

Peça de alto teor erótico e humor sarcástico, dela se disse que "é a comédia da sociedade de que Il principe é a tragédia". Em 1520 Maquiavel tornou-se historiador oficial da república e começou a escrever as Istorie fiorentini (1520-1525; Histórias de Florença), tratado em estilo clássico, consagrado como primeira obra da historiografia moderna. O príncipe. Foi, porém, com o pequeno livro Il principe que Maquiavel revolucionou a teoria do estado e criou as bases da ciência política. Caso aja de outra forma, é derrotado por outro príncipe. Em 1527, o saque de Roma pelo imperador Carlos V, do Sacro Império Romano-Germânico, restabeleceu a república em Florença. Maquiavel, visto como favorito dos Medici, foi excluído de toda atividade política.

Pobre, desiludido e amargurado, morreu na cidade natal em 22 de junho de 1527”. Encyclopaedia Britannica do Brasil Publicações Ltda. Em oposição a ela, propõe a "transvaloração de todos os valores", que funda a "moral dos senhores", preconizando a capacidade de criação, de invenção, de potência. O ser humano que assim consegue superar-se é o superhomem, o que transpõe os limites do humano”. Por: Algosobre Vestibular). Rousseau, Jean-Jacques (traços biográficos) As idéias políticas do filósofo e escritor francês Rousseau, voltadas contra as injustiças da época, repercutiram nos destinos da revolução francesa de 1789. Sua negação do racionalismo progressista, no entanto, somada ao intimismo confessional e à apologia dos instintos e da integração com a natureza, abriu caminho para a estética do romantismo, o que o situa como pré-romântico na evolução literária.

Kant estudou com ajuda do pastor da igreja. Em 1740 ingressou na Universidade de Königsberg como estudante de teologia, mas logo mostrou predileção por matemática e física. Em 1744 publicou o primeiro livro, sobre questões relativas às forças cinéticas. Durante nove anos trabalhou como preceptor, o que lhe permitiu entrar em contato com a sociedade de Königsberg e ganhar prestígio intelectual. Realizou então a mais longa viagem de sua vida, à cidade de Arnsdorf, distante cem quilômetros de Königsberg. A moralidade não se confunde com a legalidade. A vontade é pura, moral, quando suas ações são regidas por imperativos categóricos e não por imperativos hipotéticos, como a punição da lei. O imperativo categórico pode ser assim enunciado: "Age de tal modo que o motivo que te levou a agir possa tornar-se lei universal.

As pessoas devem pautar suas ações de acordo com princípios éticos universalmente aceitos. E a aceitação pelos homens da lei moral é a prova de que existe uma ordem que transcende o meramente sensível, cujo único fundamento possível é a existência de Deus. Para Hegel, o fundamento supremo da realidade não podia ser o "absoluto" de Schelling nem o "eu" de Fichte e sim a "idéia", que se desenvolve numa linha de estrita necessidade. A dinâmica dessa necessidade não teria sua lógica determinada pelos princípios de identidade e contradição, mas sim pela "dialética", realizada em três fases: tese, antítese e síntese. Assim, toda realidade primeiro "se apresenta", depois se nega a si própria e num terceiro momento supera e elimina essa contradição.

De acordo com as três fases do processo dialético, que em outras ocasiões Hegel denominou simplicidade, cisão e reconciliação, a realidade evolui e forma repetidamente novas contradições que encontram solução. Esta, por sua vez, dá origem a contradições novas e a novas soluções. Dialética 2. Nietzsche, Friedrich (traços biográficos) Friedrich Wilhelm Nietzsche nasceu em 15 de outubro de 1844 em Röcken, na Saxônia prussiana. Muitas vezes mal interpretado como filósofo, ora em função de seu estilo poético, ora devido à exploração pelo Ética 14 nazismo de certos aspectos de seu pensamento, Nietzsche, na verdade, foi um dos críticos mais agudos da religião, da moral e da tradição filosófica do Ocidente. Nessa condição, influenciou filósofos, teólogos, psicólogos e escritores do século XX.

Filho e neto de pastores protestantes, perdeu prematuramente o pai em 1849 e ficou aos cuidados da mãe, da avó e da irmã mais velha. Passou os últimos dez anos de vida na casa da mãe e, com a morte desta, na da irmã. Ética Contemporânea A valorização da autonomia do sujeito moral leva à busca de valores subjetivos e ao reconhecimento do valor das paixões, o que acarreta o individualismo exacerbado e a anarquia dos valores. Resulta ainda na descoberta de várias situações particulares com suas respectivas morais: dos jovens, de grupos religiosos, de movimentos ecológicos, de homossexuais, de feministas, e assim por diante. Essa divisão leva ao relativismo moral, que, sem fundamentos mais profundos e universais, baseia a ação sobre o interesse imediato.

É dentro dessa perspectiva que o filósofo inglês Bertrand Russell (1872-1970) afirma que a ética é subjetiva, não contendo afirmações verdadeiras ou falsas. Centrado na análise do significado da experiência, o pragmatismo foi entendido como uma perspectiva em torno do conceito de verdade que, em seu processo de expansão, atingiu os setores representados pela ética e a religião. A teoria pragmática da verdade sustenta que o critério de verdade está nos efeitos e consequências de uma idéia, em sua eficácia, em seu êxito, no que depende, portanto, da concretização dos resultados que espera obter. Verdadeiro e falso são, portanto, sinônimos de bom e mau, valores lógicos que têm caráter prático e só na prática encontram significado.

Três condições básicas para uma afirmação ser considerada verdadeira: 1. estar de acordo com a realidade e com os objetos da experiência; 2. O formalismo ético de Kant foi contestado no século XX por Max Scheler, inspirado em Husserl. Dualismo ético Dualismo é o sistema filosófico ou doutrina que admite, como explicação primeira do mundo e da vida, a existência de dois princípios, de duas substâncias ou duas realidades irredutíveis entre si, inconciliáveis, incapazes de síntese final ou de recíproca subordinação. No sentido religioso e ético, são classificadas como dualistas as religiões ou doutrinas que admitem uma divindade criadora positiva, princípio de todo bem, e outra, que se lhe opõe, destruidora, negativa, princípio do mal, sempre em luta com o bem.

Ainda em sentido religioso, e metafísico, é dualista a filosofia pitagórica, com suas dicotomias entre o perfeito e o imperfeito, o limitado e o ilimitado, o masculino e o feminino etc. como elementos de explicação da criação do mundo e de seu movimento. Toda coisa má é alguma coisa boa que se corrompeu (se distorceu, saiu do controle). Todos os seres humanos (sem exceção) foram criados para o bem; pois Deus nos fez a sua imagem e semelhança; com caráter e conduta semelhantes ao dele próprio; conferir em Gênesis 1. e IJo 4. Aquele que não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor"; mas infelizmente, a corrupção tem sido uma inclinação para o mal; é a ausência de uma coisa boa e necessária.

É a atitude de se afastar de Deus; é a nossa rebeldia que ocasiona o pecado; Romanos 3. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Não há outro mandamento maior do que este. Em discussões éticas, normas são instrumentos que indicam e medem a correção moral. Há vários tipos de normas". O mais específico são as regras; muito práticas e concretas (ex. Deus esquadrinha os nossos corações, não é por força, persuasão, medo etc. O desejo de testemunhar nasce diretamente da consideração à Deus. É o anseio de glorificá-lo e ajudar aos outros a notá-Lo e apreciá-Lo. A preocupação com as pessoas (com seu bem estar) é a fonte motivadora de testemunho.

O amor manifesta-se no respeito aos outros. Rm 3. Jo 15. Rm 5. etc. Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós; e nós devemos dar a vida pelos irmãos" (IJo 3:16). Aceito-O (confio em suas promessas, sei com certeza que possuo Aquele de quem preciso e quero). Segurança temos de que nossas falhas não nos condenarão no julgamento final. Cada erro cometido, cada oportunidade para o bem não aproveitada, cada motivo e inclinação corruptos são apagados pelo perdão de Deus (perdão, este, que só tem aqueles que entregaram sua vida para Jesus e reconheceram-no como Único e Suficiente Salvador, admitindo-o como autor e consumador de suas vidas). Ética 18 A verdade é que não há nada em nós para termos motivo de nos orgulharmos; a não ser da experiência da conversão.

Se somos justificados é apenas porque reconhecemos humildemente o pecado e aceitamos o perdão de Deus por amor do sacrifício remidor de Jesus (morte/ressurreição). Beadle e Edward L. Tatum demonstraram que os genes regulam a produção das enzimas e proteínas que intervêm nas reações do organismo humano, progrediu muito o conhecimento da estrutura genética. Em 1944, Oswald T. Avery descobriu que a cadeia molecular do ácido desoxirribonucléico (ADN) é o componente cromossômico que transmite a informação genética. A estrutura dessa molécula, porém, só seria conhecida em 1953, com o modelo molecular estabelecido pelos ingleses Francis H. Técnicas específicas de engenharia genética Para cortar ou modificar a molécula de ADN, necessita-se de uma enzima específica que reconheça a mensagem codificada sobre a qual se deseja atuar.

Uma vez fragmentada a cadeia, as unidades resultantes podem unir-se mediante a ação de outras enzimas, as ligases. Quanto aos genes a serem transplantados, é possível isolá-los do resto do ADN do organismo de que procedem ou então sintetizá-los a partir do ácido ribonucléico mensageiro, o ARNm, do qual depende o código genético, e copiá-los de acordo com a sequência do ADN. A introdução dos fragmentos de ADN isolados no interior de uma célula para que ela reproduza a mensagem genética induzida é feita pelos vetores, geralmente vírus ou plasmídios, ou ambos combinados. Os plasmídios são sequências circulares de ADN, que podem reproduzir-se de forma autônoma e estão contidos no citoplasma de certas células vegetais e bacterianas: trata-se, portanto, de elementos genéticos extracromossômicos.

Teme-se que as pesquisas resultem na obtenção de microrganismos com características antes inexistentes, como a resistência a antibióticos e a capacidade de produzir toxinas ou doenças. A primeira clonagem de embriões humanos, realizada em 1993 pelos pesquisadores Robert Stillman e Jerry Hall, da Universidade George Washington, provocou protestos no mundo inteiro. As implicações morais e religiosas dessa conquista científica levaram à necessidade de regulamentar as pesquisas com embriões humanos, para evitar que as técnicas da engenharia genética sejam usadas, por exemplo, com o objetivo de Ética 20 alterar permanentemente o fenótipo da espécie ou de copiar artificialmente indivíduos que apresentem genótipos considerados ótimos para determinados fins. A medicina avança com tal velocidade nos dias de hoje que corremos o risco de esquecer com facilidade que a consolidação da bioética como campo de estudos específicos é muito recente, principalmente no que se refere ao mundo cristão, à igreja do Senhor, pois muitas vezes esquecemos que não somos apenas espirituais mas também de carne, de matéria.

Ética na Política Ai daqueles que nos seus leitos imaginam a iniquidade e maquinam o mal; à luz da alva o praticam, porque o poder está em sua mão. Em 1999 ocorreu uma grande mobilização popular em torno da campanha contra a corrupção eleitoral que conseguiu mais de um milhão de assinaturas. E o Projeto de Lei de Iniciativa Popular sobre o tema, em 1998, resultou na Lei 9840, que teve seu primeiro teste nas eleições de 2000. Apesar de suas limitações, ficaram evidentes os avanços obtidos no processo eleitoral, ao menos nos grandes centros, onde os movimentos sociais e a opinião pública estão mais atentos. “Voto não tem preço, tem consequências”, foi a marca vitoriosa. Fatos de que todos temos conhecimento pela grande imprensa, vão formando uma realidade sufocante de nomes e siglas de pessoas e órgãos denunciados.

Pr. Joaquim Beato - Presidente-CONIC e Pr. Ervino Schmidt - Secretário Executivo-CONIC) 3. Decálogo evangélico do voto ético Introdução Este texto foi preparado visando contribuir para uma maior conscientização no meio cristão, no sentido de que o voto evangélico não seja manipulado, como tantas vezes têm acontecido. Nosso desejo é ver os pastores brasileiros ensinando o povo a pensar e a decidir por si próprios na questão política, levando em conta propostas sérias que apontem para o bem comum. Portanto, melhor do que indicar em quem a comunidade deve votar é organizar debates multipartidários, nos quais os vários representantes de correntes políticas possam ser ouvidos sem preconceitos; 5. A diversidade social, econômica e ideológica que caracteriza a igreja evangélica no Brasil deve levar os pastores a não tentar conduzir processos político-partidários dentro da igreja, sob pena de que, em assim fazendo, eles dividam a comunidade em diversos partidos; 6.

Nenhum cristão deve se sentir obrigado a votar em um candidato pelo simples fato de ele se confessar cristão evangélico. Antes disso, os evangélicos devem discernir se os candidatos ditos cristãos são pessoas lúcidas e comprometidas com as causas de justiça e da verdade. E mais: é fundamental que o candidato evangélico queira se eleger para propósitos maiores do que apenas defender os interesses imediatos de um grupo ou de uma denominação evangélica. Além disso, é valido observar que aqueles que espalham tais boatos, quase sempre, têm a intenção de induzir os votos dos eleitores assustados e impressionados, na direção de um candidato com o qual estejam comprometidos; 9. Sempre que um eleitor evangélico estiver diante de um impasse do tipo: "o candidato evangélico é ótimo, mas seu partido não é o que eu gosto", é de bom alvitre que se vote nele desde que ele tenha as qualificações para o cargo; 10.

Nenhum eleitor evangélico deve se sentir culpado por ter opinião política diferente da de seu pastor ou líder espiritual. O pastor deve ser obedecido em tudo aquilo que ele ensina sobre a Palavra de Deus, de acordo com ela. No entanto, no âmbito político, a opinião do pastor deve ser ouvida apenas como a palavra de um cidadão, e não como uma profecia divina. ” O assassinato é errado porque é matar Deus em efígie, e quem tirar a vida dos outros homens deve ter sua vida tirada pelas mãos dos homens. Os antediluvianos tinham enchido o mundo com violência e derramamento de sangue. Pelo uso da pena capital os homens deveriam abafar a violência e restaurar a ordem da justiça.

Deus instituiu a ordem e a paz sociais e deu ao governo a autoridade sobre a vida para garantir à humanidade estes benefícios. Sob a lei mosaica a pena capital foi continuada e até mesmo expandida. quanto Ciro (Is 44. receberam autoridade da parte de Deus sobre as vidas humanas. De fato, há indicações noutras partes do Antigo Testamento, no sentido de que o governo humano em geral recebe tal autoridade da parte de Deus para resistir ao mal no mundo, conforme foi declarado em Gn 9. O Novo Testamento e a Pena Capital O Novo Testamento pressupõe o mesmo conceito básico sobre a pena capital que aparece no Antigo Testamento. Os governantes são instituídos por Deus; pela autoridade divina, recebem a espada bem como a coroa (cf.

diz que Roma tirara o direito legal dos judeus de aplicarem a pena capital. Isto não significa, no entanto, que os judeus tinham aberto mão da sua crença de que Deus lhes dera esta autoridade e, portanto, que poderiam exercê-la quando pensavam que conseguiriam fazê-lo impunemente. Dentro da igreja apostólica neotestamentária parecia haver em vigor um tipo de pena capital. Ananias e Safiras foram condenados à morte pelo apóstolo Pedro por “mentir ao Espírito Santo” (At 5. Embora não haja indicação de que esta aplicação específica da sentença da morte não é limitada aos apóstolos originais, mesmo assim é prova clara de que o Deus do Novo Testamento executou uma sentença de morte em homens culpados através doutros homens.

O Caso de Caim Às vezes é argumentado que a pena capital não era a intenção de Deus desde o início, conforme pode ser deduzido da intervenção de Deus para poupar Caim dela. Quando Caim matou seu irmão, Abel, Deus explicitamente proibiu qualquer pessoa de matar Caim por sua vez. Disse: “Assim qualquer que matar Caim será vingado sete vezes” (Gn 4. O que é facilmente olvidado nesta isenção óbvia da pena capital é que a passagem claramente subentende a validez da pena capital. O caso de Caim era especial. Em segundo lugar, o temor de Caim de que alguém no futuro o mataria demonstra que a pena capital era sua própria expectativa natural. “Quem comigo se encontrar me matará,” exclamou. Gn 4. A pessoa naturalmente prevê a perda da sua própria vida como consequência de tirar a vida doutrem.

Em terceiro lugar, a resposta de Deus a Caim subentende a pena capital: “Assim qualquer que matar a Caim será vingado sete vezes. Na realidade, nada há nesta passagem contra a pena capital. Jesus declarou que nunca quebrou a lei de Moisés (Mt 5. e não há prova aqui que o fez. Moisés ordenara a morte somente se houvesse duas ou três testemunhas oculares (Nm 35. Não havia ninguém aqui que alegasse (no im) ser testemunha ocular, ou que quisesse levar adiante as acusações. Deus oferece o perdão a todos e por tudo. Basicamente, esta objeção à pena capital é baseada num entendimento errôneo da graça. Perdoar um pecado não rescinde automaticamente os resultados daquele pecado. Um bêbado que confessa seu pecado não tem direito algum de esperar que Deus tire sua ressaca.

Um motorista estouvado que danifica seu próprio corpo não deve esperar a saúde e integridade física anteriores à trombada, imediatamente ao confessar. Se a cruz não elimina automaticamente as consequências imediatas e sociais do pecado da pessoa, logo, a objeção à pena capital baseada nesta premissa cai por terra. Na realidade, há uma implicação mais séria a esta objeção inteira que precisa ser examinada. Há um tipo radical de dispensacionalisnio subentendido no Ética 26 argumento de que o sistema divino da justiça moral não é o mesmo nos dois Testamentos. Cristo não aboliu a lei moral do Antigo Testamento. Cada um dos Dez mandamentos é reafirmado no Novo Testamento. Mas naquela mesma Epístola escreveu que este Evangelho fora pregado a Abraão (3.

Há uma só lei moral para os dois Testamentos, e há somente um plano de graça salvadora. Qualquer objeção à pena capital baseada numa mudança dispensacional ou na justiça de Deus ou na Sua graça está biblicamente numa base muito duvidosa. A Base Lógica para a Pena Capital Algumas das objeções sociais à pena capital baseiam-se não tanto no uso quanto no abuso do poder da pena capital. Mas o fato de que erros serão feitos por seres humanos, falíveis na aplicação deste castigo não é um bom argumento para aboli-lo completamente. Os homens civilizados devem procurar reconciliar os homens, mas não destruí-los. Não há lugar para um castigo tão grosseiro entre homens civilizados, diz-se. Reconhecendo-se a verdade de que, sempre que possível, os homens devem ser reformados, há algumas inconsistências estranhas nos argumentos supra contra a pena capital.

Primeiramente, pressupõe-se um tipo bíblico de justiça para dizer que o conceito bíblico da pena capital é injusto. O padrão da justiça que exige a pena capital não pode ser usado para negar o que o padrão exige. A irreformabilidade, no entanto, não é a única razão para a pena capital. Na realidade, provavelmente não é a razão básica. A justiça é a razão primária para a pena capital. A pena capital obviamente não pretende reformar o criminoso; é um castigo. Naturalmente, um sub-produto da pena capital pode ser dissuadir os outros de cometerem o mal. O pecado sempre é injustificável. Não se quer dizer com isto que não possa ser perdoado. Pode ser perdoado mediante Cristo.

Nem se quer dizer que não há satisfação para a justiça contra a qual se pecou. Há uma só coisa que satisfaz uma justiça ofendida, e esta é o pagamento da dívida à justiça. e que um Deus amoroso disciplina Seus filhos (Hb 12. Na realidade, quase o inverso da mentalidade moderna é o caso. A Bíblia ensina que o castigo apropriado é prova do amor. O amor está na disciplina. A falta de correção é uma indicação da falta de verdadeira solicitude para com os teimosos. É por causa do valor intrínseco das pessoas que o assassinato é errado. E é porque o assassinato é um grave delito contra o valor intrínseco da outra pessoa, e da Pessoa de Deus que o ser humano reflete, que a penalidade é tão grande.

O castigo capital não é impessoal ou anti-humano. É pró-humano. Ao remover o anti-humano, vindica-se o valor da pessoa individual. É uma responsabilidade séria para um governo carregar a espada, e deve tomar cuidado para não fazê-lo em vão. Padrões de Moralidade Sexual Ética 29 Hb 13. “Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará”. O crente, antes de mais nada, precisa ser moral e sexualmente puro (2Co 11. Tt 2. Ct 2. Mediante o casamento, marido e mulher tornam-se uma só carne, segundo a vontade de Deus. Os prazeres físicos e emocionais normais, decorrentes do relacionamento conjugal fiel, são ordenados por Deus e por Ele honrados. Adultério, fornicação, homossexualismo e outros O adultério, a fornicação, o homossexualismo, os desejos impuros e as paixões degradantes são pecados graves aos olhos de Deus por serem transgressões da lei do amor (Êx 20.

e profanação do relacionamento conjugal. Justificar intimidade premarital em nome de Cristo, simplesmente com base num “compromisso” real ou imaginário, é transigir abertamente com os padrões santos de Deus. É igualar-se aos modos impuros do mundo e querer deste modo justificar a imoralidade. Depois do casamento, a vida íntima deve limitar-se ao cônjuge. A Bíblia cita a temperança como um aspecto do fruto do Espírito, no crente, isto é. a conduta positiva e pura, contrastando com tudo que Ética 30 representa prazer sexual imoral como libidinagem, fornicação, adultério e impureza. Isso inclui a inclinação à tolerância quanto a paixões pecaminosas ou ao seu estímulo, e deste modo a pessoa torna-se partícipe de uma conduta antibíblica (Gl 5. Ef 4. Pe 2. Enganar: (gr. pleonekteo), isto é, aproveitar-se de uma pessoa, ou explorá-la (1Ts 4.

Jogar a dinheiro, sorte e azar é igual a IDOLATRIA. Porém, quando se tem que fazer uma escolha para presentear alguém, o sorteio é a forma mais imparcial existente e como não se trata de aposta ou prejuízo de muitos em favor de um, torna-se uma prática perfeitamente ética dentro dos moldes cristãos. Loterias, jogos de bichos e outros grandes prêmios não têm a aprovação de Deus. Muitos estarão perdendo para um ganhador. Não poucos, perderão todos os seus bens e arriscando fortunas. O louvor deve ser previamente escolhido, as partituras devem estar em ordem e prontas quando da execução do louvor. Se errar deve-se procurar corrigir e não dar desculpas esfarrapadas, é melhor interromper um hino e recomeçá-lo a prosseguí-lo de forma errada causando mal-estar aos ouvintes.

Ética no cultuar a Deus No ambiente (templo) de culto. “Guarda o teu pé quando entrares na casa de Deus; porque chegar-se para ouvir é melhor do que oferecer sacrifícios de tolos, pois não sabem que faz mal” (Ec 5.  Com relação aos Ministros e Cooperadores. “Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação. Faça-se tudo para edificação. Porque Deus não é Deus de confusão, senão de paz, como em todas as igrejas dos santos” (1Co 14. Doença e cura Ética 32 3. Doença Males que ocorrem no corpo ou no espírito do ser humano, resultantes de três fatores: 1. Suicídio e Eutanásia 3. Suicídio Para uma sociedade presa quanto a autonomia do indivíduo, fica questionável ao indivíduo a liberdade relativa das criaturas incluindo a de por fim a ela, porém do ponto de vista bíblico só o que deu a vida tem poder de tirá-la.

“O SENHOR é o que tira a vida e a dá; faz descer à sepultura e faz tornar a subir dela” (1Sm 2. O ato de reprodução da espécie pode ser promovido por qualquer pessoa, porém a concepção de uma nova vida só acontece quando a vontade de Deus impera. Daí há de se concluir que o ser humano não tem poder de dar vida, não tem poder de não vir à vida, portanto não tem direito de por fim a ela. Doação de Órgãos Automutilação ou doação? A automutilação é um comportamento anti-ético aos cristãos, pois não estaríamos preservando o nosso corpo e sim destruindo-o, porém a doação pode ser considerada uma doação de vida, uma ação de demonstração de amor ao próximo, de cuidado com a oportunidade de vida a outros, daí ser um comportamento não só aceitável como um dever do cristão.

Existem razões para não sermos doadores? Não. Algumas pessoas pensam que doando ou recebendo um órgão estarão dificultando sua identificação como salvo, estarão mudando sua PESSOA, mas a doação ou recepção pode alterar apenas o corpo e jamais o interior dele. Portanto, devemos lutar com todas as armas disponíveis para nos mantermos vivos ou prolongarmos a vida, este deve ser o lema de todos os cristãos, lembrando que Jesus virá buscar salvos tanto vivos quanto mortos corporalmente. Amizades “Retira o pé da casa do teu próximo, para que se não enfade de ti e te aborreça” (Pv 25. As pessoas devem sentir-se bem com a nossa presença e nunca sentir-se aborrecidas quando deparam-se conosco. Brincadeiras “Regozijai-vos, sempre, no Senhor; outra vez digo: regozijai-vos” (Fp 4.

“Como o louco que lança de si faíscas, flechas e mortandades, assim é o homem que engana o seu próximo e diz: Fiz isso por brincadeira” (Pv 26.  Não faça brincadeira que mexam com o caráter ou firam o brio. Exemplo: Aquele jovem fraco? – Aquela irmã faladeira? – Aquele irmão embrulhão?;  Não use palavras ou termos preconceituosos. Caso haja impossibilidade de realizar no local mencionado, quer por problemas no prédio do templo, quer por insuficiência de espaço, deve-se optar por outro templo fazendo a Igreja local ciente da modificação e dos motivos da mesma;  procure honrar seu Pastor – o ministro que deve realizar a cerimônia deve ser o Pastor local. Caso haja uma preferência por outro Pastor seja qual for as razões desta preferência, deve o Pastor local ser antecipadamente notificado e manifestar sua anuência pelo ministro que estará ocupando sua Igreja para tal ato;  selecione a música com antecedência – toda a música utilizada no casamento deve ser tratada com antecedência com os órgãos que irão executá-las bem como ter o conhecimento e anuência do Pastor para evitar contratempos ou desgostos no momento da cerimônia;  procure entregar presentes antes da festa – os presentes entregues no momento da cerimônia ou na festa correm o risco de serem extraviados, os noivos não darem a atenção devida.

Caso não seja possível entregar os presentes antes da data do casamento, deve-se esperar o retorno dos noivos da lua de mel e fazer-lhes uma visita e oferecer-lhes sua recordação;  agradeça os presentes – os noivos devem manifestar sua gratidão remetendo um cartão de agradecimento ou na impossibilidade, fazendo o agradecimento pessoalmente. Capítulo 4 Ética Pastoral 4. Qualificações do Pastor Deus, quando chama o homem para cumprir o seu propósito universal, lhe confere qualidades de dons e talentos que serão úteis ao seu ministério, a fim de produzir a unidade, a maturidade e a perfeição da Igreja. O ministro vocacionado pelo Senhor coloca o ministério acima de tudo e cuida ser a obra mais importante na face da terra (At 13. Rm 1.

A vocação divina inclui o profundo desejo de obedecer à voz do Bom Pastor na sua consciência, com exigência, muitas vezes, de sacrifícios e sofrimentos. O apóstolo Paulo declara que “se anuncio o Evangelho, não tenho de que me gloriar, pois me é imposta essa obrigação” (1Co 9. Conduta Pessoal O maior pastor que a Bíblia nos apresenta é Jesus Cristo.  obediente, humilde e sábio, como Epafrodito, companheiro de Paulo (Fp 2. homem com três qualidades essenciais para o bom ministro: fraternidade, espírito de cooperação e de companheirismo;  que governe bem a sua própria casa, e tenha os seus filhos em sujeição, com toda a modéstia (1Tm 3.  que tenha bom testemunho dos que estão de fora. Onésimo era “um irmão fiel” (CI 4.

e Epafras, “grande cooperador de Paulo” de quem diz: “Saúda-vos Epafras, que é dos vossos,. e o horizontal (Mt 5. Jo 4.  ter uma grande capacidade de autodomínio. No exercício do seu ministério, deve o pastor dominarse a si mesmo para merecer grande confiança e ilimitado respeito na comunidade. Todos podem se Ética 37 apressar em falar, menos o pastor. com equilíbrio, graça e sabedoria e exercitar o dom recebido de Deus e desenvolvê-lo (Rm 12. Recursos do Pastor Em avançada idade, Paulo escreve a Timóteo (1Tm 4. “Persiste em ler, exortar e ensinar”. Persistir em Ler A expressão correspondente a “persistir em”, no original grego, pode também ser traduzida por “preocupate com”, “aplica-te a”, ou “dedica-te a”. A Bíblia é o grande recurso do pastor; ela não somente deve estar à sua mão como, também, em seu coração; deve ter diligência ao estudá-la (2Tm 2.

A Vida Espiritual Em sua vida, o pastor precisa conservar-se santificado para o desempenho de seu papel aqui no mundo. Analisemos duas partes importantes de sua vida: 4. Santidade 4. Deus é Santo Quando Deus relacionava a Moisés os animais puros e os imundos, asseverou-lhe: “Porque eu sou o Senhor vosso Deus; portanto vós vos santificareis, e sereis santos, porque eu sou santo”. Lv 11. Co 3. Deus Exige Santidade Exigiu Deus, no princípio, de Abraão, mesmo com a idade de noventa e nove anos (Gn 17. de Israel, quando fez o povo subir da terra do Egito; foi uma exigência de Jesus Cristo (Mt 5. e o apóstolo Pedro afirmou essa exigência (1Pe 1. E, por estar a palavra “santificação” ligada às palavras “pureza”, “sem mancha”, “irrepreensível”, “sem ruga” é que o pastor precisa de uma santificação geral: 1.

Mt 5. Das mãos (SI 24. Hb 12. Tm 2. Dos pés (Ef 6. Ts 2. Pe 1. Para servir no Evangelho com pureza espiritual, como os sacerdotes da antiga aliança, o pastor não pode apresentar nenhuma deformidade como descrita em Levítico 21. Pecados da Língua Tiago, irmão de Jesus Cristo, reconhece a verdade de que “todos tropeçamos em muitas coisas. Se alguém não tropeça em palavra, o tal varão é perfeito, e poderoso para também refrear todo o corpo” (Tg 3. estava se referindo à linguagem obscena do falar, do “abuso de boca suja”, pois o termo grego “aischros” significa “feio”, “vergonhoso”, “vil”, “aviltante”, e retém a tanto de profanação como a de obscenidade, juntamente com a idéia de abuso. Ele ainda condena veementemente essa prática, que é oposta à santidade cristã, dizendo que, a não ser a que for boa para promover a edificação, nenhuma palavra deve sair de nossa boca; nem a prostituição (profanação, aviltamento); impureza ou avareza (mesquinhez, esganação); nem torpezas (procedimento ignóbil; impudicícia); nem parvoíces (tolices); nem chocarrices (gracejo atrevido), mas antes ações de graça (Ef 4.

e 5. Isto quer dizer que deve o pastor fazer uso da fala com ações de graças, apropriando-se dessa faculdade, e bendizer e louvar a Deus, visando o real proveito em suas conversas com o próximo, beneficiando-o com palavras dignas e edificadoras, em contraste com a linguagem dos incrédulos. Crítica “Não julgueis, para que não sejais julgados. Malaquias mostra como o altar do Senhor fora profanado, e alguém contribuiu para isso, dizendo: “Não faz mal” (Ml 1. Em Lv 22. Deus avisa acerca das coisas sagradas não serem profanadas. A igreja de nossos dias tem saído da rotina, e alguém vem contribuindo para isso: são os responsáveis pelo sono do comodismo e da indolência (negligência, apatia). Certas músicas e modas em todos os sentidos vêm entrando na igreja com a anuência de líderes que já perderam a autoridade de Deus para impedir tais abusos entre o povo de Deus, e continuam usando a frase: “Não faz mal.

” e, em Efésios 4. “pelo que, deixai a mentira, e falai cada um a verdade com o seu próximo. ” Ética 41 O hábito da mentira pode contrair-se aos poucos; no princípio, só se fala de um aspecto da questão; depois só do aspecto que nos favorece; a seguir, tratamos de exagerá-lo; e terminamos não sabendo quando estamos ou não falando a verdade (Pv 20. A mentira, pois, é um pecado muito sério e reprovada nos Salmos e nos Provérbios; os profetas e os apóstolos fizeram sérias advertências contra esse pecado (SI 5. Pv 15. Moisés, quando conduziu o povo de Israel através do deserto, sofreu muito por causa desse problema: “Tenho ouvido as murmurações dos filhos de Israel”, disse o Senhor (Nm 14.

A murmuração é falar mal de alguém ou alguma coisa: são as queixas de pessoas descontentes, e, portanto, é pecado, e muitos obreiros têm perdido a graça de Deus porque constantemente ocupam o tempo precioso que dispõem para falar mal dos ungidos do Senhor (Tg 4. às vezes retendo pessoas ao telefone com palestras infindáveis, escrevendo para outras de muita ocupação, exigindo respostas, “ou fazendo perguntas indiscretas que forçam confidências”, em vez de se ocuparem em cuidar do rebanho. Como disse o sábio Rei Salomão: “Procura conhecer o estado das tuas ovelhas; põe o teu coração sobre o gado” (Pv 27. Perigos que Rondam a Vida do Pastor 4. Mas tu, ó homem de Deus, foge destas coisas, e segue a justiça, a piedade, a fé, a caridade, a paciência, a mansidão” (1Tm 6.

Egoísmo Ética 42 O egoísmo é uma das doenças ligadas ao ego. É uma inclinação humana que se tem feito sentir em todas as coisas e que domina o palco das atividades hodiernas. Refere-se ao apego excessivo a si mesmo e ao que se faz em detrimento dos interesses dos outros e nos incomoda quando a posição que ocupamos é ameaçada pelo surgimento de alguém que procura ombrear-se conosco. Se olharmos exclusivamente para o nosso interesse, sem contudo procurarmos harmonizá-lo aos dos outros, criaremos por certo um mal-estar geral, um clima de discórdia e de contenda, e uma completa anarquia. O grande remédio para essas enfermidades é o sangue de Jesus Cristo, e estar crucificado com Ele, para que Ele viva em nós (GI 2. Falsidade “Abomino e aborreço a falsidade; mas amo a tua lei” (Sl 119.

Deus exortou o povo de Israel, dizendo: “De palavras de falsidade te afastarás,. ” (Êx 23. porque quem usa de falsidade patrocina a injustiça, e nunca será justificado, porque Deus o considera ímpio. A promessa de Deus ao homem que teme ao Senhor é ser abençoado (Sl 128), pois “comerá do trabalho de suas mãos, feliz será e lhe irá bem”. Ética 43 Mas como os demais crentes, o pastor precisa lembrar-se de que tem suas próprias tentações e não estará livre delas a não ser quando passar para a eternidade salvo. A mais poderosa arma do inimigo é destruir, escandalizar e envergonhar a autoridade dos filhos de Deus. E muitos obreiros estão caindo no pecado da prostituição, seja ela mental (Mt 5. carnal (Êx 20. Também, “os patriarcas, movidos de inveja, venderam a José para o Egito”.

Caim assassinou seu irmão movido de inveja profunda, descaindo-lhe o semblante (Gn 4. O ministro que deixa aninhar-se no coração a inveja, o ciúme, o ódio, está cavando a própria sepultura. O sucesso ministerial do colega pode levá-lo ao profundo da inveja, e está às acirradas destrutivas por sua própria incapacidade de se igualar ao irmão. Outros há que ocupam seu ministério em rebuscar pormenores, por inveja, na vida de colegas com o fim de derrubá-los de seus postos, ou para ocupar o lugar de algum ou dar a um terceiro de sua proteção. e “Todos os que te conhecem entre os povos estão espantados de ti; em grande espanto te tornaste, e nunca mais serás para sempre” (Ez 28. A sua soberba, a primeira espiritual do universo, teve início na sua “perfeição em formosura”, estava “estabelecido” e “Perfeito era nos seus caminhos desde o dia em que foi criado”, “até que se achou iniquidade nele” (Ez 28.

Foi o “eu” que o levou a confiar mais em suas virtudes do que no próprio Criador que o estabeleceu (1Co 7. como dizia em seu coração: 1. “eu” subirei ao céu (Is 14. não teve por usurpação ser igual a Deus” (Fp 2. Que sentimento. Antes, “aniquilou-se a si mesmo, tomando e forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens” (v. Aquele que estava com o Arquiteto do universo, quando este era projetado (Pv 8. não se jactava de seus feitos na presença dos oprimidos (Mt 8. Mas o perigo não está em ser rico neste mundo: Abraão, Jó, Salomão e muitos outros o foram, mas em colocar o coração na riqueza (Mt 6. Lc 12. O verdadeiro sentimento de ser rico é “possuindo tudo, como nada tendo”, “como pobres, mas enriquecendo a muitos” (2Co 6.

porque “na soberba trazida por bens materiais, entroniza-se o ego em vez de Deus. As coisas secundárias são exaltadas a um lugar de primeira importância, e a vida se desequilibra. e do próprio Jesus Cristo, ainda que as Escrituras não esclareçam sua atividade material, é fácil deduzir que, além de sua gloriosa missão tríplice de pregar, curar e ensinar (Mt 4. ele era um homem ocupado no trabalho (Is 53. Mt 13. Jo 5. e, se ele trabalhou, foi para deixar o exemplo e não permitir a indolência no caminho cristão. O pastor como líder, mais do que ninguém necessita aprender a se comunicar, não só com os que estão ao seu redor, mas à igreja e às massas. O sábio Salomão disse que “as palavras dos sábios são como aguilhões, e como pregos bem fixados pelos mestres das congregações, que nos foram dados pelo único Pastor” (Ec 12.

Ele considerava a sabedoria acima de qualquer outra coisa, como "pregos bem fixados”. A ferramenta do pastor é a Bíblia Sagrada, instrumento que precisa ser bem manuseado. Mas muitos pastores têm fraquejado no ministério da pregação bíblica por negligenciarem o estudo sistemático da Palavra de Deus, estribando-se na falsa idéia de que a sua inspiração os levará suficientemente à orientação do rebanho. ”(Rm 13. Isto nos dá a entender um estado de estupor ou de indiferença para com as realidades espirituais, atitudes errôneas essas que caracterizam até mesmo muitos crentes. Provérbios já nos adverte: “Um pouco de sono, adormecendo um pouco, encruzando as mãos outro pouco, para estar deitado;. ” (Pv 24. “A Palavra de Deus nos serve de estímulo diariamente, se a conhecermos, porque aquele que através dela opera faz-se presente sempre, e a expectação “breve” de sua volta nos leva a um sentimento de permanecer puros (1Jo 3.

b; 4. devem-se conhecer o tempo (Rm 13. e se os nossos tempos estão nas mãos de Deus (SI 31. sentiremos, certamente, a urgência da hora e do planejamento de nossa vida. A Biblioteca É muito natural àquele que se dedica ao ministério ser amante de livros. No Antigo Testamento, o cuidar das ovelhas era considerado uma ocupação muito servil, e hoje, ser pastor é o ofício do ministério cristão mais conhecido entre nós. O pastor é o guardador de ovelhas, é o apascentador, o guia, o protetor (Is 40. Quando Jesus, o Sumo Pastor, disse a Pedro: “Apascenta as minhas ovelhas” (Jo 21. estava querendo lhe dizer que o Seu rebanho deveria ser doutrinado e levado ao bom caminho através de um bom “pasto”, isto é, encontrar a erva verdejante e a água nos tempos de seca.

Em seu ofício pastoral, muitas são as atribuições do pastor, especialmente a de lidar com almas e, dentre elas, tem que se apresentar como um homem que governa bem a Igreja de Deus. e “. assentou-se”, depois de cerrar o livro (v. Não há menção da existência de um púlpito. O que se lê a respeito de suas andanças é que usava um barco, assentado; aproveitava o cume de um monte ou certos pontos estratégicos para atingir o público com sua mensagem. Seu último púlpito aqui na terra foi a cruz do Calvário. molhar o dedo na língua para virar as páginas da Bíblia, ou soprá-las com a mesma finalidade; 6. coçar-se de modo inconveniente e limpar as narinas, quando no púlpito, ou mesmo fazer cacoetes ou tiques mímicos; 7.

fazer a leitura bíblica que anunciou e não mais voltar a ela; 8. não conversar no púlpito, senão o estritamente necessário, e não despachar o expediente no horário do culto; 9. o pastor deve chegar cedo à casa do Senhor Deus, porque, assim fazendo, dará bom exemplo ao rebanho e não contemplará o semblante do povo com sinais de impaciência e cansaço. Falará daquilo que recebeu da parte do Senhor e não externará a sua opinião sobre a Palavra, mas demonstrará a verdade certa de um texto certo para uma situação certa de uma pessoa certa. Ética 49 Após o apelo, sem que se oprima o pecador para aceitar a Cristo como Salvador de sua alma, o pastor impetrará a bênção apostólica para o encerramento do culto.

Convém deixar registrado que muitos companheiros ordenados ao Santo Ministério desconhecem essa boa praxe de despedir o povo com uma bênção divina. A bênção que dava o sacerdote, de mãos estendidas, vinha de Deus, e o mesmo se dá hoje em dia: é o Senhor quem abençoa, quem guarda, quem tem misericórdia e quem dá paz (Nm 6. A primeira bênção, araônica, foi ordenada por Deus, no Antigo Testamento e, a segunda, no Novo Testamento, é usada ao final de alguns escritos: “A graça do Senhor Jesus Cristo, e o amor de Deus, e a comunhão do Espírito Santo seja com todos vós. Com os Jovens O jovens compõe-se de uma faixa de idade no seio da igreja que deve merecer a atenção pastoral.

Os jovens na igreja local não é nenhum corpo estranho, nem uma sociedade separada da vida da casa do Senhor. Os Jovens no contexto da igreja Os jovens são a igreja viva, expressa no corpo de Cristo. O corpo é um, mas tem muitos membros. Cada membro tem a sua função distinta no corpo, e nem por isso se separa do corpo. Dada a grande sensibilidade que se desenvolve dentro dele, sua mente se torna um campo aberto para a experiência espiritual. É o período ideal para conduzir o jovem ao encontro com Cristo. Os problemas de ordem moral afetam sua consciência, porque despertam no adolescente suas energias sexuais. A falta de orientação nessa fase pode ser o caminho aberto para o aconselhamento pastoral. O pastor como administrador A experiência nos adverte que não basta ao pastor ser um excelente pregador ou ensinador da Palavra, mas que seja apto para administrar o rebanho do Senhor, porque aquele que não sabe convenientemente o seu próprio lar (1Tm 3.

tomar decisões rápidas, demonstrando integridade e justiça; 3. demonstrar entusiasmo e perseverança para observar os horários, manter o orçamento e alcançar outros objetivos; 4. através do planejamento, demonstrar que sabe onde está indo e que alcançará o alvo; 5. manter uma atitude agradável e deixar que os irmãos participem do planejamento e da tomada de decisões, envolvendo-os; 6. delegar responsabilidades e dividir a responsabilidade pelos erros. Vem a ser a ascendência e autoridade de um indivíduo sobre o grupo. O surgimento de um líder é um fato natural, pois as pessoas têm necessidade de ter alguém que as represente, e comumente ele é apresentado como aquele que “conhece o caminho” “mostra o caminho” ou “segue o caminho”. O líder cristão é aquele que aceita suas responsabilidades, mesmo que signifique um fardo demasiadamente pesado, mas está disposto a servir à causa, sabendo que sua autoconfiança se origina de uma fé profunda em Deus, que o chamou para cumprir seu desígnio em sua igreja aqui na terra.

Conceitos Básicos Sobre a Liderança da Igreja Desde o princípio, foi impossível a um homem só carregar a carga de todo o rebanho e alimentá-lo adequadamente (At 6. e hoje, muito menos, poderá fazê-lo, pois ficará altamente “desprotegido quanto aos ataques da soberba, da inflexibilidade do coração e dos extremismos que perseguem o rebanho”. Estilos de Liderança O termo liderança tornou-se tão desgastado e confuso que vem sendo usado como qualquer tipo de influência de um indivíduo sobre outro, podendo ir desde a persuasão lógica até a mais brutal dominação física. Atualmente, surge uma nova interpretação de liderança. Vários autores procuram evidenciar o problema através de seus conceitos. “Talvez, ansiosos por encontrarem uma definição para liderança, os teóricos da administração tentem visualizá-la em termos de estilo.

Ao usarem uma expressão tão ampla, com certeza buscam descrever a maneira como a pessoa opera, e não o que ela é”. Por exemplo, um pastor estará sujeito a exercer uma autoridade apenas nominal à medida que a liderança mostrar-se interessada somente em sua negação, enquanto que os pormenores de que depende a organização são deixados para outros executarem. Paternalista Nesse estilo, o líder é cordial e amável. É muito adotado nas igrejas e, por isso mesmo, produz indivíduos imaturos depois de certo tempo porque desenvolve o crescimento apenas dos líderes e não dos elementos do grupo. Participativo Na estrutura participativa há um grau elevado de relações interpessoais saudáveis, e os membros demonstram grande identificação com o grupo. Há mais amizade, maior conhecimento dos antecedentes, habilidades e interesses dos demais membros, motivação mais intensa pelo trabalho e os subgrupos espontâneos são em maior número.

Para muitas pessoas, entretanto, isso é uma exaltação do ego e leva à autocracia. O pastor, na sua condição de líder, é um condutor de almas, e não “dono” delas. Herodes, o Grande, subiu ao trono e o conservou por meio de crimes brutais; matou a esposa e dois filhos para não lhe sucederem. Matou também os meninos de Belém. Muitos, em posição de mando, estão a tratar as pessoas como objetos que podem ser manipulados de um para outro lado, a fim de satisfazer seus instintos de supremacia. Isso significa que ele deve desejar ser humano, aberto e honesto, e não ser visto como um autômato, com receio de que o seu verdadeiro ego apareça. Ética 55 Precisa identificar-se com o povo, gastar tempo em conhecê-lo, compartilhar suas emoções, vitórias e defeitos.

Orgulho e inveja Estes são irmãos gêmeos. A popularidade pode afetar o desempenho da liderança. Sentimento de infalibilidade pode corroer sua eficiência. que não têm tempo para pensar. Um tempo deve ser dedicado à meditação e ao pensamento criativo. Tomar decisões desagradáveis O líder cristão muitas vezes tem problemas nessa questão, porque são naturalmente relutantes em ferir as pessoas. Todos os líderes devem estar bem dispostos a pagar este preço para o bem da igreja; mesmo frente ao procedimento de disciplina do membro. Utilização do tempo Há preço a ser pago no uso de nosso tempo, porque parece que nós, seres humanos, nascemos com preguiça congênita. UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ. Sistema de Bibliotecas.

Citações e notas de rodapé. ed. Curitiba : UFPR, 2007.

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