Resumo dos capítulos 1 ao 4 do livro Aprendendo a terapia cognitivo- comportamental

Tipo de documento:Redação

Área de estudo:Psicologia

Documento 1

Thase, M. Aprendendo a terapia cognitivo- comportamental. Porto Alegre: Artmed. Resumo: A prática clínica da terapia cognitivo-comportamental (TCC) possui como base um conjunto de teorias que são utilizadas com o intuito de formular planos de tratemos e orientações terapêuticas. A teoria-comportamental possui dois princípios que regem a teoria sendo o primeiro em que a emoção e o comportamento são influenciados por nossas cognições e o segundo princípio diz respeito ao modo em que agimos e nos comportamos e de como isso pode influenciar nossos padrões comportamentais e nossas emoções. Estudos explanam que a combinação dos métodos da TCC em conjunção com o tratamento medicamentoso pode aumentar a eficácia do tratamento, principalmente em casos mais graves de doenças psicológicas como o transtorno depressivo crônico e resistente ao tratamento em conjunção com a esquizofrenia e transtorno bipolar.

Para aumentar a eficácia do tratamento é recomendado que haja uma formulação minuciosa e detalhada que inclua considerações comportamentais, biológicas, sociais e interpessoais. NÍVEIS DE PROCESSAMENTO COGNITIVO Na metodologia da TCC os terapeutas incentivam o desenvolvimento e a aplicação de processos adaptativos do consciente de modo que se esforçam bastante auxiliando os pacientes a reconhecerem e mudar seus pensamentos autônomos. Na abordagem da TCC os pensamentos automáticos são tidos como cognições que é processada de forma rápida pela mente quando se encontra inserida em meio a situações e acontecimentos e esse tipo de pensamento normalmente não estão sujeitas a nenhum tipo de análise racional. PENSAMENTOS AUTOMÁTICOS Os pensamentos automáticos em sua totalidade podem ser na maioria das vezes privativos e não-declarados, ocorrendo de forma rápida na medida em que o significamos em nossa vida.

VISÃO GERAL DOS MÉTODOS DE TERAPIA Os terapeutas iniciantes geralmente cometem o equivoco de se ater somente a parte técnica da abordagem podendo perder o essencial, porém o terapeuta deve primeiramente antes de qualquer coisa conectar a teoria à estrutura psicológica única do seu cliente para estabelecer um ambiente terapêutico colaborativo, utilizando-se do método socrático que são habilidades gerais e cruciais da TCC. DURAÇÃO E FOCO DA TERAPIA A TCC é uma abordagem que costuma ter um formato de atendimentos de curto prazo de duração. Tratamentos mais complexos podem ter uma média de duração de 5 a 20 sessões. Alguns transtornos mais específicos como o caso do transtorno de personalidade podem ter uma duração superior a 20 sessões. A duração de uma sessão neste modelo de abordagem varia de 45 a 50 minutos.

As intervenções que devem ser priorizadas são a ativação comportamental, exposição hierárquica, prescrição gradual de tarefas, programação de atividades e eventos prazerosos, como também a realização de treinamento de relaxamento. DESENVOLVIMENTO DE HABILIDADES DE TCC PARA AJUDAR A PREVENIR A RECAÍDA A TCC auxilia o cliente no aprendizado, fazendo com que o mesmo reconheça e mude os pensamentos automáticos, fazendo com que o cliente aprenda a reconhecer os erros cognitivos automáticos nos pensamentos para que evitem tipos de pensamentos catastróficos em situações estressantes. O terapeuta possui a função de prevenção de recaída durante estas fases finais da TCC, efetuando planos de prevenção, efetuando discussões com o cliente acerca de suas adversidades e de como lidar com elas.

A RELAÇÃO TERAPÊUTICA EMPIRISMO COLABORATIVO EM AÇÃO A Terapia cognitivo-comportamental (TCC) tem por base um estilo de relação terapêutica colaborativa onde o terapeuta e o seu cliente não são tidas como o principal mecanismo para mudança igual outros tipos de psicoterapias, o terapeuta cognitivo- comportamental busca disponibilizar um alto grau de autenticidade, afeto, consideração positiva e empatia no ambiente em que é realizado a psicoterapia. Estudos no campo da TCC relatam que a construção de uma boa relação durante o período da terapia possui um impacto bastante positivo no curso do tratamento, porém construir essa relação entre cliente e terapeuta é um processo complexo onde o profissional deve ter sensibilidade, gentileza e serenidade. Os profissionais devem enfatizar de forma positiva acerca do trabalho em equipe e o processo colaborativo na aprendizagem, de modo que o terapeuta também poderá investir na criatividade do cliente para melhor trabalhar algumas funções, vale salientar que o aprendizado na TCC é um tipo de aprendizado ativo.

O USO DO HUMOR NA TCC Na terapia os terapeutas devem sempre ficar atentos aos sinais que o cliente emite ao se beneficiar de uma injeção de humor no relacionamento, porém o humor pode ser bastante uma habilidade bastante efetiva para o auto reconhecimento de distorções cognitivas do cliente e expressar emoções saudáveis e experimentar o prazer. O humor quando utilizado na TCC possui o intuito de normalizar e humanizar a aliança terapêutica, auxiliando os clientes a romperem padrões rígidos de pensamentos e comportamentos. Na Tcc o humor é tido como uma parte essencial da abordagem, ou seja, o terapeuta quando não possui habilidades para empregar o humor pode mudar a ênfase deste aspecto na terapia e se concentrar em outros elementos.

FLEXIBILIDADE E SENSIBILIDADE O terapeuta precisa se a ter as múltiplas formas de ser na medida em que desenvolve relações terapêuticas eficazes, de forma monolítica se encaixando em diversas situações sendo favorável um estilo flexível e personalizado. O terapeuta avalia os padrões de comportamento que ocorreram no passado e seus prováveis desenvolvimentos. A CONTRATRANSFERÊNCIA Os profissionais buscam possíveis reações de contrarreferência que posso interferir na qualidade da psicoterapia. A contra refererência ocorre quando o terapeuta começa a ter pensamentos automáticos e esquemas através do contato com o paciente podendo interferir na qualidade da terapia. O terapeuta identifica o processo de contrarreferência quando busca reconhecer suas próprias emoções, sensações físicas e até mesmo respostas de comportamentos.

AVALIAÇÃO E FORMULAÇÃO O processo de avaliação na abordagem TCC privilegia os elementos cognitivos e comportamentais, porém também é levado em considerações os aspectos biológicos e ambientais que são considerados fundamentais para a avaliação e formulação. TAREFAS As tarefas tem o objetivo de desenvolver habilidades para o enfretamento dos problemas atuais do paciente, relacionados ao dia a dia. ESTRUTURAÇÕES DAS SESSÕES TCC As primeiras sessões são mais estruturadas e as últimas sessões possui menos estruturas isso porque os sintomas já diminuíram, diferentemente das primeiras sessões onde o paciente está com diversos sintomas. PSICEDUCAÇÃO A psicoeducação ela tem o intuito de esclarecer o paciente quais técnicas serão utilizadas e como podem ser utilizadas.

Temos três razões para a utilização da psicoeducação. A primeira o paciente pode apreender habilidades para a modificação de pensamento e controlar seu humor, a segunda é ensinamos instrumentos para o paciente se autoconhecer, assim evitando recaídas durante o processo. Finalmente, a TCC é dirigida para ajudar os pacientes a se tornarem seus próprios terapeutas. É preciso educar os pacientes sobre como continuar a utilizar os métodos de autoajuda cognitivos e comportamentais após a conclusão da terapia. Wright, Basco, & Thase, 2008, pp. Qual é a melhor forma de aproveitar o tempo das sessões de terapia? Quando se deve passar para um novo item da agenda? Por quanto tempo deve-se continuar a trabalhar em um tópico, quando parece que você está estagnado ou tendo problemas para fazer progressos? Até que ponto deve-se guiar o paciente para mantê-lo focado na questão atual? Você está indo tão rápido que o paciente está tendo problemas em assimilar e lembrar os conceitos-chave? Seria bom voltar para um tópico para revisar o que foi aprendido? Estes são o tipo de perguntas que você precisará responder para dar compasso às sessões a um grau máximo de produtividade ao mesmo tempo em que mantém uma excelente relação terapêutica.

Wright, Basco, & Thase, 2008, p.

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