TROMBOSE VENOSA PROFUNDA

Tipo de documento:Redação

Área de estudo:Geografia

Documento 1

O objetivo deste trabalho é tentar perfazer o papel do enfermeiro na prevenção da trombose venosa profunda para que não venha causar danos maiores, tentar mostrar os fatores de risco na trombose venosa profunda e em como se deve agir de maneira precoce nesses casos. Foram pesquisados alguns livros, artigos recentes e casos sobre o assunto, para a elaboração deste trabalho. Espera se que o leitor compreenda a importância do papel do enfermeiro nos eventos tromboembólicos, tanto na prevenção quanto na identificação de maneira precoce. O presente trabalho nos permite entender como é imprescindível a prevenção precocemente á frente da TVP, o que precisa ser ampliado e nos faz querer buscar mais informações sobre o caso em questão. Um enfermeiro capacitado que realiza seu trabalho com organização e eficiência e que acima de tudo sabe exatamente qual é o seu papel , terá bons resultados para com os seus pacientes. Palavras- chave: Trombose venosa profunda, profilaxia precoce da TVP, ação preventiva do enfermeiro. LISTA DE SIGLAS AVK - Antagonistas de Vitamina K CPI - Compressão pneumática intermitente EP - Embolia Pulmonar HNF - Heparina Não Fracionada HBPM - Heparina de Baixo peso molecular IVC - Insuficiência Venosa Crônica LILACS - Literatura latino-americana e do Caribe em Ciências da Saúde MMII - Membros Inferiores NANDA - North American Nursing Diagnoses Association SAE - Sistematização da Assistência de Enfermagem SCIELO - Cientific Eletronic Library Online SBACV – Sociedade brasileira angiologia e cirurgia vascular TEP Tromboembolismo pulmonar TEV - Tromboembolismo Venoso TTPA – Tempo de Tromboplastina Parcial Ativada TT – Tempo de Protrombina TVP- Trombose Venosa profunda USG – Ultrassonografia UVDC- Ultrassonografia Vascular com Doppler Colorido UTI – Unidade de Terapia Intensiva SUMÁRIO Introdução Objetivo geral Objetivos específicos Justificativa 1.

Fundamentação Teórica 1. Definição de Trombose Venosa Profunda 2. Instrumentos de formação do trombo. Diagnóstico Clínico 3. Profilaxia precoce 3. Anticoagulantes 3. Heparina Não Fracionada 3. Heparina Debaixo peso Molecar 3. Profilaxia Farmacológica. Metodologia Bibliográfica Qualitativa 6. Esboço da pesquisa 6. Coleta de dados 6. Análise dos dados 7. No caso, a embolia, pode ser a primeira reação clínica da doença e costuma ser fatal em 0,2% dos pacientes internados. A profilaxia para a trombose venosa profunda é aceita como um meio eficiente, com riquezas de detalhes que devem ser aplicados em todos os tipos de pacientes enfermos e de ação preventiva da doença, porém muitos profissionais da área da saúde, não fazem uso desses protocolos de prevenção, que devem ser de maneira contínua e diariamente.

Ainda há pouca adesão á profilaxia contra os eventos trombolíticos e infelizmente quando esta era realizada é feito de maneira errada. Vale ressaltar a prevenção feita de maneira correta reduz bastante os casos de trombose, fazendo com que o conhecimento se torne de suma importância. Dois tratamentos podem ser realizados como meios de prevenção a trombose e o risco de embolia pulmonar: a profilaxia adiáfora que é o conhecimento precoce e o tratamento de TVP que tem como objetivo prevenir um futuro tromboembolismo e o outro tratamento é a profilaxia primária que é a utilização de métodos físicos e através de medicamentos com objetivos de evitar ou diminuir que um paciente chegue a desenvolver trombose ou embolia. DEFINIÇÃO DE TROMBOSE VENOSA PROFUNDA A Trombose Venosa Profunda (TVP) é uma doença que acontece de muitas formas, ou seja, ela ocorre de forma multiforme, desencadeada pela deposição de trombos em veias profundas, sendo freqüentes nos membros inferiores.

O processo tromboembolismo venoso está ligado aos fatores da tríade de Vichow (1865), que ativa as alterações do fluxo sanguíneo, hipercoagulabilidade e lesão endotelial como sendo a causa responsável pelo desenvolvimento tromboembólico. MACHADO; LEITE; PITTA, 2008). Trombose é a formação de uma trombo, definido como um agregado de sangue coagulado contendo plaquetas, fibrina e elementos celulares encarcerados dentro da luz de um vaso. RUBEN; GORSTEIN, 2006, p. Quanto mais à idade fica avançado mais a possibilidade de trombose é maior. O tromboembolismo venoso (TEV) ocorre freqüentemente em pacientes internados e representa uma importante área medica para as intervenções preventivas. Apesar dos eventos serem freqüentemente associados as cirurgias ou traumas, a maior parte dos eventos de tromboembolismos venosos sintomáticos e das embolias pulmonares ocorre em pacientes não cirúrgicos (NACIF; GAZONI; LOPES, 2009, p.

Mesmo que seja mais observada nos membros inferiores, a trombose venosa pode atacar qualquer veia superficial ou profunda, como relatada anteriormente, são raros os casos nos membros superiores, e quando acontecem geralmente nos pacientes que estão com terapia medicamentosa utilizando cateteres ou aqueles pacientes que possuem hereditariedade hipercoagulabilidade, pois aumenta a formação de coágulo sanguíneo. O cateter ou a pressão externa podem diminuir a luz da veia. A relação entre a estase e a trombose dos membros inferiores surgiu da associação encontrada entre tempo de repouso e incidência de TVP em trabalhos clínicos e anatomopatológicos. Tanto a diminuição da velocidade de fluxo como a do volume do mesmo fazem parte do termo estase sanguínea e são suspeitas de desempenharem um importante papel no desenvolvimento do processo trombótico.

MACHADO, LEITE E PITTA, 2008, p 334) 2. LESÃO DA PAREDE VENOSA Segundo o brasileiro Filho (2009), quando o contato do sangue com subendotelial, função e acumulo de plaquetas e diminuição dos fatores anticoagulantes perda da integridade do involutório epitelial acontece. Existem várias causas para que ocorra uma lesão da parede venosa que são: placas ateromatosas, traumas, aparecimento de bactérias e fungos, pela freqüência de leucócitos ou por ocupação vasculhar devido á neoplasias malignas. A hipercoagularidade se dá por uma medicação do fribinogênio em fribina indissolúvel, isso acorre por duas direções: via intrínseca e extrínseca. Para Rubin e Gorstein (2006) os processos hipercoagulaveis podem ser hereditários ou adquiridos, na forma hereditária, transmutações genéticas interferem no processo dos anticoagulantes naturais e nesse caso é trombose (trombofilia).

Enquanto que a hipercoagulabilidade na forma adquirida ocorre devido à estase venosa ligada á pacientes limitados ao leito e em caso de problemas cardíacos. Os pacientes com trombose venosa profunda já trazem geneticamente o gene do fator V de coagulação, que é a mutação de Leiden (aumento da chance de desenvolver um coágulo de sangue anormal, ou seja, trambofilia). A mutação no fator V de Leiden é encontrada no mundo todo, porém é mais frequente em caucasianos (até 5% da população geral) e muito menos em africanos (perto de 0%), (RUBIN; GORSTEIN, 2006, p. Há varias causas que se pode desenvolver a Trombose Venosa Profunda, que seja de fatores genéticos ou ambientais. Há pessoas que adquirem a doença sem ter nenhum desses fatores e, outras que mesmo com esses fatores de risco, não desenvolve a doença.

Está muito claro que as famílias que tem tendências a trombose estão mais propensas as alterações genéticas que podem levar a hipercoagulabilidade, fazendo com as chances de desenvolver uma Trombose Venosa Profunda. MAFFEI, 2002) Alguns fatores são grandes causadores da TVP. IDADE Pessoas acima de 65 anos estão com resistência das paredes dos vasos diminuídos, provocando a dilatação e com isso a pressão do fluxo sanguíneo é reduzido. CÂNCER Os tumores induzem a formação de fatores pró coagulantes. OUTROS FATORES DE RISCO Insuficiência cardíaca ou o choque, pois ocorre estase sanguínea e diminui o fluxo do sangue. Pesquisa baseada nos seguintes autores; CASTILHO (2010); FELICIANO (2012); MELO (2006);BRASILEIRO. MOURA. SANTOS(2006);MAFFEI(2002);KALI(2008);BRITO;NOBRE;VIEIRA(2010)SMETZER(2011) 2. Nesse sentido, diante da suspeita clínica é indispensável que o paciente seja encaminhado para realizar exames específicos ou procedimentos auxiliares de diagnósticos, os quais certifiquem a presença de trombos (BRANDÃO; SOBREIRA; ROLLO, 2013).

O teste sanguíneo (dímero D) é um dos exames realizados em pacientes com suspeita de trombose V. P. O diagnóstico por imagem é aprontado como a melhor opção a Ultrassonografia Vasculhar como Doppler Colorido (UVDC), pois identifica minuciosamente o volume e fluxo dos vasos profundos. A angiotomografia e angiorressonãncia são métodos especificas de alta sensibilidade, porém muito caros. Sendo que devem ser utilizados com cautela, pois podem causar sangramentos em determinados pacientes. NETTINA, 2003) Apesar de a Heparina convencional ter sido descoberta em 1916 somente em 1938 que foi colocada em prática para recursos terapêuticos nos eventos trombolíticos venosos. Os anticoagulantes são usados como essência de tratamento de trombos arteriais e venosos ou ainda naquelas cirurgias cardíacas e como prevenção da TVP.

O anticoagulante era o único disponível, porém como surgiram dúvidas sobre sua ação e precisão, surgiu a necessidade de pesquisar e estudar outros medicamentos que fossem mais eficazes, que desse mais segurança aos pacientes e não precisasse estar o tempo todo acompanhando o tratamento. HEPARINA NÃO FRACIONADA É aplicada por via subcutânea (abaixo da pele), sendo suficiente para prevenir casos de tromboembolismo venoso e embolia pulmonar em até 60 a 70%. É uma terapia que consiste no tratamento por via parenteral (ingerir no corpo, que não seja pela via digestiva) de agentes trombolíticos. Os mais indicados e utilizados são os Estreptoquinave e o ativador do Plasminogêneo. Como provoca sangramento, o ideal é que seja feito em locais controlados. Alguns cuidados que os enfermeiros precisam ter ao monitoramento da terapia trombolítica segundo ( Smeltzer et al 2011, p 585) A enfermeira é responsável pelo monitoramento da terapia trombolítica anticoagulante.

A terapia trombolítica (estreptoquinase, euroquinase, ativador do plasminogêneo tecidual) provoca a lise dos trombos venosos profundos e dos êmbolos pulmonares, o que ajuda a dissolver os coágulos. Com o objetivo de induzir a atividade fibrinolítica a CPI proporciona ação através do aumento da fluidez venosa dos membros inferiores, provocando um mecanismo ao eliminar a estase venosa, principal indutor ao desenvolvimento da trombose venosa profunda. Em pacientes que não podem fazer tratamento com anticoagulante, a instalação de filtro na veia cava é o mais indicado para tratamento de TVP e EP. É realizado através de um dispositivo deixando abaixo das veias renais, utilizar – se contraste ou infusão de iodo e realizado através de ultrassom (WESER; FILHO; HOMA, 2006) 4. COMPLICAÇÕES DA TVP Quando há complicações na TVP, a possibilidade de morbidade e mortabilidade são de 100% de chance.

Segundo Melo 2006, as complicações da TVP são responsáveis em 20% das mortes em hospitais. Quanto maior for o êmbolo maior o risco da embolia pulmonar, pois obstruem o tronco da artéria pulmonar bloqueando o leito arterial e promovendo vasoconstrução. Além de êmbolos grandes há também os êmbolos médios e os profundos. Os êmbolos médios são assintomáticos, nas pessoas saudáveis devido ainda existir irrigação impede o processo de necrose, já nas pessoas com problemas cardíacos as pessoas apresentam fraqueza, arritmias, dispnéia, dor pleural e hemoptise. Os êmbolos pequenos, por seres múltiplos se espalham e podem haver oclusão pulmonar de 30% do leito pulmonar causando hipertensão pulmonar (BRASILEIRO FILHO 2009) Smaltzer e outros alertam, Devido ao tempo de coagulação prolongado, apenas as punções arteriais ou venosas essenciais são realizadas, com aplicação de pressão manual em qualquer local de punção durante pelo menos 30 min.

A oximentria de pulso é utilizada para monitorar alterações na oxigenação. Neste caso é contraindicado o a limpeza, pois mesmo gangrenoso o local ainda está seco. Casos de gangrena em dedo do pé geralmente são deixados sem tratamento, pois uma amputação do dedo traria falta de circulação e consequentemente não cicatrizaria, e amputação acima ou na altura do joelho gera como consequência independência ao idoso. Os cuidados de enfermagem para este caso é manter o local limpo e seco sem deixar criar ferida aberta (SMELTZER, 2011). A gangrena é conhecida por trombose maciça, a gangrena venosa ocorre na fase aguda da TVP, é um caso grave, porém é raro, há um fechamento por trombos do sistema venoso profundo devido uma resistência de perfusão dos tecidos pelo sistema arterial (PICCINATO, 2008) As opções de tratamento incluem remoção cirúrgica (em casos severos amputação) dos tecidos afetados, antibióticos, cirurgia vascular, terapia maggot (com larvas) e terapia com oxigênio hiperbárico.

A gangrena é mais comum nas extremidades inferiores do corpo. A preocupação com as necessidades fisiológicas básicas do paciente também é indispensável. Além disso, cabe ao enfermeiro entender seu verdadeiro valor como cuidador, uma vez que o paciente internado está precisando mais do que nunca do enfermeiro como um ser que humaniza todo o processo. Não se pode descartar jamais a importância e necessidade de toda a tecnologia necessária, contudo é preciso lembrar que máquina nenhuma supre a sensibilidade humana (CINTRA; NISHIDE; NUNES, 2008). O PAPEL DO ENFERMEIRO NA PROFILAXIA DA TVP. Nos últimos anos as atribuições do enfermeiro se expandiram muito, o que antes eram somente cuidados exclusivos, atualmente, está com mais responsabilidades em relação a promoção e prevenção das doenças do paciente.

al,2010) A profilaxia é fundamental nos pacientes clínicos agudos, nos pacientes em idade acima de 40 anos, em pacientes com imobilidade e com risco para tromboembolismo. A profilaxia nem sempre é aplicada em hospitais, mesmo que sendo comprovado o tratamento com bons resultados, mediante isso é muito importante que os profissionais saúde recebam capacitações sobre a profilaxia da TVP,para que possam utilizá-la com os pacientes nos hospitais onde trabalham com mais segurança e de maneira adequada. Devido a enfermeiro está muito próximo do paciente, acaba criando certo laço afetivo, o que o torna responsável pela ligação entre paciente e equipe, e isso contribui para a qualidade da assistência e promove a prevenção de doenças e complicações. GUSMÃO; SILVA; AZEVEDO. O uso de meias elásticas e compressão intermitente diminuem o risco de complicações tromboembolísticas,sendo assim é necessário que se faça o uso das mesmas,pois o índice de mortabilidade e morbidade em pacientes pós cirúrgicos é muito grande.

Heparina de baixo peso molecular em menor dose. Heparina não fracionada em doses corrigidas (ttpa=1,5 6/6 hs). Smeltzer (2011, p. explica que devido à embolia pulmonar ser uma das complicações mais graves da TVP, é fundamental que o mesmo saiba identificar com alto risco para a formação de trombos e ocorrência de EP. A enfermeira realiza uma cuidadosa avaliação da história do paciente, história familiar e registro de medicamentos. Atualmente até que ocorra a consolidação do trombo recomenda-se repouso no leito, elevar os membros inferiores e uso de anticoagulante. No entanto, caminhar devagar seja recomendado como uma estratégia preventiva muito importante para os pacientes que já tiveram embolia pulmonar. Conforme a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (2011, p. o uso de meias elásticas em pacientes com trombose venosa profunda contribui significativamente para prevenção da síndrome pós trombótica, e define que: As meias de compressão são classificadas em: meia de suporte, preventiva ou profilática (abaixo de 15 mmHg); meia elástica terapêutica (acima de 15 mmHg) e a meia antitrombo (18 a 23 mmHg).

A prescrição de uma meia elástica, realizada em receituário médico, deve conter: medidas da circunferência do tornozelo, da panturrilha e da coxa, altura do joelho e do quadril; tipo de meia a ser usada [abaixo do joelho (3/4), acima do joelho (7/8), tipo calça ou gestante]; compressão em milímetros de mercúrio (mmHg) e forma de uso (a meia deve ser vestida pela manhã, nos primeiros 30’, relatar também frequência, intensidade e duração). COLETA DE DADOS Buscando informações de teóricos sobre o assunto, pesquisas em sites, livros e algumas experiências vividas por profissionais da saúde. ANÁLISE DOS DADOS Após uma análise minuciosamente dos dados, foi possível obter mais informações sobre o assunto e assim colocar na pesquisa de modo que o leitor possa entender e sanar a s dúvidas pertinentes ao assunto em questão.

CONSIDERAÇÕES FINAIS Esta pesquisa possibilitou meditar sobre a importância da prevenção da Trombose Venosa Profunda, salvo, ser uma doença de grande destaque nos pacientes hospitalizados, e, ainda pelo fato de provocar à embolia pulmonar, que é considerado a complicação maior da TVP, devido causar muitas mortes em vários pacientes. Sendo necessário que os profissionais da saúde se capacitem sempre para estar atualizados sobre a importância da profilaxia diante de uma doença que poder ser prevenida. A TVP é uma doença que a maioria dos pacientes acamados pode acometer, uns com proporções menores e outros maiores. REFERÊNCIAS AGENCIA NACIONAL DE VIGILANCIA SANITÁRIA. Resolução n7. Dispõe sobre os requisitos mínimos para funcionamento de Unidades de Terapia Intensiva e dá outras providencias.

de fevereiro de 2010. html>Acesso em 11 de fevereiro de 2018. n. p. Disponivehttp://www. scielo. br/pdf/reeusp/v46n2/a22v46n2. Bras. Enferm. Brasília. V. n. R. PINTO, D. M. Controvérsias no diagnóstico e tratamento da trombose venosa profunda pela ecografia vascular. J. BASTOS, M, DE et al. Tromboprofilaxia: recomendações médicas e programas Hospitalares. Rev. Assoc. Med. ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S. A. CASTILHO D. G. Assistência de Enfermagem ao paciente gravemente enfermo. ed. São Paulo: Atheneu, 2008. CORRÊA, A. B. unirio. br/index. php/cuidadofundamental/article/viewArticle/849>. Acesso em:02/02/2018. GARCIA, A. Disponivel em: < http://www. jvascbr. com. br/05-04-01/05-04-01-35/05-04-01-35. pdf > Acesso em:03/02/2018 GUSMÃO, G. n. p. Disponível em:http://seer. perspectivasonline. com. Enferm.

UNISA. v. n. p. n. p. Disponível em: <http://www. ufpe. br/ijd/index. GOMES, R. R. A frequência da utilização de profilaxia para trombose venosa profunda em pacientes clínico hospitalizados. Jorn. Vasc. Trombose venosa pós operatória. Fundamentos em clínica Cirúrgica. Ribeirão Preto. V. n. Rev. Bras. Enferm. V. n. E. G. DOS. Profilxia tromboembólica farmacológica e por compressão pneumática intermitente em 563 casos consecutivos de abdominoplastia. Rev. SOCIEDADE BRASILEIRA DE ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR. Terapia de Compressão de membros inferiores. Projeto Diretrizes. Associação médica brasileira e conselho federal de medicina. Disponivelhttp://www. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan S. A. v.

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