TEOLOGIA -AS INFLUENCIAS DA RAZÃO X A PRÁTICA DA FÉ

Tipo de documento:TCC

Área de estudo:História

Documento 1

INTRODUÇÃO. O CONHECIMENTO INTELECTUAL OU RACIONAL. O COMPORTAMENTO HUMANO E A LEI MORAL. O HOMEM E A CRIAÇÃO. A NECESSIDADE DA FÉ PARA A VIDA CRISTÃ. SOLA ESCRIPTURA (SOMENTE AS ESCRITURAS). A RAZÃO NAS EXPERIENCIAS DA FÉ. CONSIDERAÇÕES FINAIS. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS. RESUMO Esta monografia investiga os elementos que comparam razão e fé, buscando relativizar a utilização apenas de um dos temas em contrapartida da necessidade de ambas serem consideradas no desenvolvimento integral do religioso cristão. O trabalho indica a transformação do ser pensante através da fé como também pela influência da razão, do conhecimento, de suas observações, e de como é possível atingir melhor nível de compreensão da vida e de seus desafios. Sugere na observação das duas fontes, razão e fé, a melhor forma de desenvolver a convicção na fé e como está diretamente ligada ao conhecimento e análise que permeiam os campos da razão, interrompendo a forma frágil do convencimento apenas pelos olhos da emoção na espiritualidade. O estudo indica em relação ao desenvolvimento humano, tais quais suas habilidades regenerativas, a partir de duas fontes - mente e espírito. A transformação física e espiritual tem a ver tanto com a capacidade de superar as expectativas do seu próprio pensamento quanto do campo da fé. Indica que a intervenção divina ocorre quando a capacidade humana chega ao seu limite de análise, mas também pode ocorrer nas percepções durante o processo.

Foram verificados e indicados os principais fundamentos para a percepção do potencial existente no ser humano, não só no que diz respeito a sua capacidade intelectual, mas no processo conjunto entre conhecimento e fé, entre razão e crença. Ponderou-se também a influência da fé na capacitação da mente, elevando e potencializando a análise crítica do cristão, mesmo que, com poucos recursos de leitura ou acesso a materiais de ensino. Por fim, indica-se a razão como influenciadora direta no resultado do crescimento e compreensão do ser espiritual, e a fé demonstrando que a interação mente/ espírito é fundamental para a formação imparcial e coerente do religioso cristão, inclusive na construção de melhor capacidade cognitiva. Palavras Chave: Fé / Razão / Lógica.

INTRODUÇÃO O presente trabalho desenvolve sobre a importância da fé e crença estando diretamente relacionado às considerações da razão e conhecimento. No entanto, nos dias atuais, existem os perigos resultantes do pensamento dicotômico que permeia a teologia cotidiana, ensejando lacunas surgidas entre a vivência cotidiana e a Igreja, tornando necessária a aplicação de uma teologia que fizesse a junção entre o que é teórico e o que é praticado. Entretanto, permanecem os desafios, na medida em que a construção do saber teológico preserva uma estruturação valorativa que define as predileções dos fiéis, ainda que de forma implícita. Tais preferências vêm revelar certo perigo quando se organiza o pensamento acerca da relação entre a teologia e o cotidiano.

Portanto, é de suma importância enxergar a teologia e o cotidiano de forma ambígua e positiva e compreende-las como sendo realidades dinâmicas e não excludente de maneira mútua, mas que interagem entre si constituindo a universalidade humana. O CONHECIMENTO INTELECTUAL OU RACIONAL Segundo Francis Schaeffer, compreender a importância do pensamento para se alcançar conhecimento que não deixe vulnerável as condutas da vida, no sentido de tomadas de decisões, ou em momentos de arbitrariedade, dá ao ser humano o equilíbrio necessário para agir de forma sábia, coerente e madura, ao menos, na maioria das vezes. A “pessoa” não foi a razão do efeito (“retorno ao lar”) e sim a causa, o motivo, o interesse. Mas não é dessa “razão” a proposta do presente trabalho, e sim a que contrapõe, questiona e desafia o inalcançável, o intangível, o invisível e o absoluto tão devocionalmente defendidos pela fé (“Ora, a fé é a certeza das coisas que se esperam, a convicção de fatos que não se vêem.

” Hebreu 11. Schaeffer Afirma: O pensamento é relevante quando usado com critérios na relação com o cristianismo. Ele afirma: O cristianismo é um sistema constituído de um elenco de ideias que se podem discutir. p. Baseado no texto bíblico infere-se que as liturgias religiosas que não promovem o movimento de culto e crença através do ser pensante não somente maculam a própria palavra como também desdenham da capacidade de compreensão dos religiosos, de algo que está ligado diretamente às ações desenvolvidas pela crença e fé - o conhecimento. Não há como alcançar sabedoria sem passar pela dedicação do conhecimento para alcançar entendimento. No entanto, simultaneamente, a razão está consciente da seguinte condição: Trata-se de uma empreitada de natureza humana e não divina, sendo que a própria razão apresenta o que percebe da verdade com argumentações que podem ser discutidas e questionadas, sabendo que enquanto razão, nunca deterá a verdade nem a encontrará de forma absoluta.

O conhecimento adquirido com base na recepção das doutrinas teológicas acerca da fé, reflete o fruto de revelação divina por meio do qual os indivíduos que foram inspirados vem apresentar respostas às duvidas que permeiam a mente humana no que tange a vida futura, a exuberância da natureza e a existência do absoluto. Harold. p. Nesse texto há uma orientação direta da limitação humana quando o assunto é o confronto com sua natureza e a eminência da ação resultando no erro. É compreensível que as pessoas tomem decisões a partir das influências religiosas, políticas e através da cultura imposta pela sociedade, mas não há como negar que a falta de autoconhecimento, ou melhor, da prática em avaliar a si mesmo, buscando entender quem realmente é, foi, e ainda precisa fazer diferença nos resultados da fé religiosa.

Tomemos como exemplo os seguintes aspectos: O planeta Terra habitado pelo homem é o único divinamente nomeado no ato de toda a criação, visto que os demais planetas, por pura influencia política, foram nomeados pelos homens em reverencia e homenagem aos deuses romanos. Primeiro a de que os seres humanos, em todas as regiões da terra, possuem a singular noção de que devem comportar-se de certa maneira, e, por mais que tentem, não conseguem se livrar dessa noção. Segundo que na prática, não se comportam dessa maneira. Os homens conhecem a lei natural e à transgridem. Esses dois fatos são o fundamento de todo o pensamento claro a respeito de nós mesmos e do universo em que vivemos. CLIVE STAPLES LEWIS, Cristianismo Puro e Simples, 2014, p.

C. S LEWIS. p. Essas “grandes escolhas” da vida se baseiam a partir de um referencial, de algo que se aprendeu ou ao menos, tenha se ouvido, porém, muitas delas acabam por serem decididas a partir de algo vagamente desconhecido, mas que está inserido em nosso padrão de pensamento e cultura. Cita Lewis: Quando você diz que a natureza é governada por certas leis, quer dizer apenas, que a natureza, de fato, se comporta de certa forma. O primeiro deles é o que chamamos de materialista. Quem o adota afirma que a matéria e o espaço simplesmente existem e sempre existiu, ninguém sabe por quê. A matéria que se comporta de formas fixas, veio, por algum acidente, a produzir criaturas como nós, criaturas capazes de pensar.

Numa chance em mil, um corpo se chocou contra o sol e gerou os planetas. Por outra chance infinitesimal, as substâncias químicas necessárias à vida e a temperatura correta se fizeram presentes num desses planetas, e, assim, uma parte da matéria desse planeta ganhou vida. J. H Ellens afirmou: O conceito cristão da natureza humana tem pelo menos estas dimensões. Primeiro requer que levemos nossa situação humana a sério, isto é, que reconheçamos que os problemas dos seres humanos é um problema radical. O problema da nossa desordem, desorientação, queda, alienação, propensão a perdermos os sentidos das coisas vai bem ao fundo da nossa própria existência. Em última análise, nosso problema não é saber quantos pecados já cometemos, e, sim, saber quem achamos quem somos.

O HOMEM E A CRIAÇÃO Wolghart Pannenberg um dos maiores teólogos protestantes contemporâneos elaborou uma análise comparativa entre o homem e a as demais criaturas, e descreveu sobre a superioridade do homem. O autor cita o grande erudito Johann Gottfried Von Herder, que a seu ver desempenhou uma importante influência no pensamento antropológico, de modo que pode ser considerado o pai da antropologia moderna. Cita Pannemberg: Herder parte da constatação de que o homem tem uma característica ontológica, ou seja, um estudo do ser, que o diferencia do restante da criação, característica que consiste na sua abertura ao mundo. Baseado então nessas conclusões de Herder, Pannenberg ressalta a dignidade do homem em contraste com a vinculação que ata os animais ao ambiente em que vivem.

Dessa forma, o conceito de abertura ao mundo exerce uma função importantíssima nas conclusões teológicas do autor, porque a transcendentalidade, ou seja, é tudo aquilo que está além dos limites conhecidos do universo (em que está inserido). Pode-se afirmar sem sombras de dúvidas, que foi a curiosidade do homem aliada ao seu conhecimento evolutivo, empenhados em desvendar os mistérios do cosmo que levaram a tantas e, muitas vezes, surpreendentes descobertas. O conhecimento adquirido com base na recepção das doutrinas teológicas acerca da fé, reflete o fruto de revelação divina por meio do qual os indivíduos que foram inspirados vem apresentar respostas às duvidas que permeiam a mente humana no que tange a vida futura, a exuberância da natureza e a existência do absoluto.

Portanto, os autores incumbiram-se a principio, em discorrer sobre os assuntos de natureza divina com base nos escritos bíblicos elaborados pelos homens que receberam a inspiração de Deus. Destarte, inexistindo qualquer elucidação humana, seus registros são recepcionados como ponto fundamental e indiscutível não somente de doutrina religiosa, mas como de qualquer doutrina confrontante. Entretanto, movimentos culturais propiciaram o questionamento de noções consideradas absolutas, utilizando a razão como único critério definitivo. Alguns filósofos, no entanto, por serem ateus, explicavam tudo através das propriedades das matérias. Portanto, a doutrina dos filósofos destruía a religião revelada, a autoridade da Igreja e a monarquia do direito divino. Enquanto a filosofia medieval representada por clérigos submetidos à autoridade da Igreja era, por extensão, religiosa e dogmática, a filosofia moderna torna-se profana, crítica, sendo representada por leigos que procuram pensar não de acordo com os critérios divinamente estabelecidos, mas conforme as exigências da razão e do conhecimento cientifico enquanto pontos de referencias e paradigmas da racionalidade humana, ou seja, a fundamentação na sabedoria secular.

A NECESSIDADE DA FÉ NA VIDA CRISTÃ. É de fundamental importância analisar com extrema cautela uma das manifestações mais particulares e ao mesmo tempo de uma grande incógnita para aqueles que buscam compreendê-la – a fé. A credulidade, porém, alimenta-se de coisas imaginárias, e é cultivada pela simples imaginação. A fé difere da crença porque é uma confiança do coração e não apenas uma aquiescência intelectual. A fé religiosa é uma confiança tão forte em determinada pessoa ou princípio estabelecido, que produz influência na atividade mental e espiritual dos homens, de vendo, normalmente, dirigir a sua vida. A fé é uma atitude, e deve ser um impulso. A fé cristã é uma completa confiança em Cristo, pela qual se realiza a união com o Seu Espírito, havendo a vontade de viver a vida que Ele aprovaria.

É um manancial de riquezas, um paraíso de glória e um rio de prazer. Os pensamentos, pois, devem-se dessa sã doutrina ocupar (e não a lógica conceitual ou sabedoria secular) governe-se por ela o coração e os pés sejam por ela guiados. O evangelho da graça é a viga mestra do grande ensinamento e sustentáculo de todo o conhecimento. É a base sólida para defender o cristianismo contra todo e qualquer ataque de seus adversários. Constitui o escudo e a espada inexpugnáveis para a apologia da Palavra da Verdade contra os ataques à essência e natureza de seus ensinos, sem os quais não se pode lograr entender a grande arquitetura revolucionaria do cristianismo, a revelação em sua luz, a palavra explicita e decisiva sobre a qual repousa o monumento imperecível da cristandade.

Sem ter tido “ninguém para ensinar-lhe”, Abraão abandonou todos os ensinamentos e tradições de seus pais e a terra onde vivia para seguir a voz que o levava a Deus. Abraão foi o primeiro judeu. Com ele e por meio dele Deus selou uma aliança sagrada e perpétua com o povo de Israel, assegurando-lhe que seus descendentes seriam numerosos como as “estrelas do céu“ e herdariam a Terra Sagrada. O primeiro patriarca ensinou a Verdade à sua família e a todos ao seu redor, mas, principalmente, a seu filho Isaac, que a transmitiu a Jacó e este, a seus filhos, que deram origem às doze tribos. Assim, a herança de Abraão passou de pai para filho em uma corrente espiritual que atravessa os séculos.

” (Colossensses 2: 3). Contudo, as Escrituras não exigem credulidade cega por parte daqueles que as examinam com o propósito de estuda-las, mas sim, crença inteligente fundamentada na base de fatos críveis traduzida pela fé. As Escrituras Sagradas constituem em uma inesgotável fonte de conhecimento e sabedoria e na qualidade de manual de fé e prática possui todos os recursos de que necessita o ser humano para manter não somente a saúde espiritual da qual se ocupa, mas, por extensão, a salubridade física e emocional. Insere na na sua essência todos os elementos de poder, de vitalidade e de energia das quais cada individuo necessita para viver de forma plena. Contém verdades que não podem ser postas em duvida, questionadas ou negadas.

O Novo testamento não recepcionado pelos judeus como parte integrante das Sagradas Escrituras expõe uma Nova Aliança com Deus – a salvação por meio da morte e ressurreição de Jesus Cristo. Crítica, por definição, é a arte ou faculdade de julgar produções ou manifestação de caráter intelectual, bem como a apreciação delas1 (geralmente por escrito), por extensão, a arte de julgar a bondade, a verdade e a beleza das coisas. Uma das suas vertentes é a crítica interpretativa, ou hermenêutica2, método que visa a interpretação de textos (filosóficos, religiosos, etc. em função dos resultados obtidos pelo exame textual, literário e histórico. Durante séculos os dignitários religiosos consideraram repulsivo o fato de submeter os textos sagrados a exame crítico uma vez que essa pretensa radiografia das Sagradas Escrituras lhes parecia profanação e uma manifesta ameaça para a fé cristã.

Os Livros considerados apócrifos são: Tobias, Judite, Sabedoria Eclesiástico, I e II Macabeus e as denominadas Adições em Ester e Adições em Daniel. Embora tenha sido escrita por 40 autores em épocas diferentes e circunstancias variadas e, não obstante versarem sobre assuntos diversos, os Escritos apresentam uma unidade doutrinaria e estrutural que permeia o todo, sendo esta; dentre tantas características fenomenais, a que mais se destaca pela sua magnífica convergência de conteúdo como se diversos raios que se concentraram em único ponto. Apesar das divergências culturais e dos mais variados ambientes e circunstancias em que se passaram os fatos narrados, existe ao longo das narrativas uma extraordinária coerência que se expressa na identificação da figura máxima das Escrituras – Jesus Cristo – o bem do homem com seu intento e a glória de Deus como sua finalidade.

O Messias prometido, o Ungido o Kyrios9. A Bíblia representa o primeiro livro impresso na historia da humanidade10 sendo o livro mais vendido de todos os tempos11 com mais de 6 bilhões de cópias em todo o mundo. ” (Gênesis 1). O que as Escrituras asseveram em todos os temas que a permeiam é tão contrario aos pensamentos e ideias que habitam o imaginário do homem que é razoável inferir ser impossível que a mente humana tenha elucidado seus escritos ou os tenha inventado com base em raciocínios lógicos. A Bíblia apresenta com toda a clareza a terrível condenação eterna do homem a ela fadado. A doutrina bíblica do castigo eterno é destinada aos da perdição. Ora, qual o individuo por mais ímpio que seja iria atribuir a si mesmo semelhante condenação? Denota-se, portanto, mais uma evidencia da origem e autoria sobrenaturais do Livro por Excelência que ao contrario dos demais livros (em especial os de auto-ajuda) condena em todos os seus feitos o homem sem Deus.

Já Roma e Grécia estão relacionados mais particularmente com o Novo Testamento. A função da arqueologia bíblica não consiste em dar confirmação ou simplesmente desmentir os acontecimentos bíblicos nem tampouco tem a pretensão de influenciar determinadas doutrinas teológicas (tal como, a salvação), mas limita-se ao plano cientifico e não adentra a seara da fé. Contudo, alguns resultados dessa ciência podem ter contribuído para jogar luz ao conhecimento acerca de alguns fatos históricos narrados nos escritos bíblicos que envolveram governantes, batalhas e cidades, assim como, para descrever alguns detalhes referidos na Bíblia, como o Túnel de Ezequias12 (II Reis 20:2) e o Gólgota13 mencionado nos Quatro Evangelhos (Mt. Mc. Lc. C, fato que revelou a sua falsidade e expos as circunstancias estranhas relacionadas a sua descoberta e sua posse.

A RAZÃO NAS EXPERIENCIAS DA FÉ. O simples querer em estabelecer coerência de raciocínio e sistematizar sequencia regular e necessária de acontecimentos relativos aos desígnios divinos constitui senão uma razão falaciosa. Engenhos humanos apoiados pela lógica não capacita ao individuo entender a magnitude e a profundidade da revelação divina por maior que seja seu intelecto. Ninguém pode conhecer a Deus fundamentado na sabedoria secular. Aquino também corrobora essa assertiva: Na fé cristã, são expostas as virtudes que excedem todo o intelecto humano, os prazeres que são reprimidos e se ensina o desprezo das coisas do mundo. Ora, terem o espírito humano concordado com tudo isso é ainda maior milagre, e claro, efeito da inspiração divina. AQUINO, Ano 1990 VOLUME 1 p.

Não há como conceituar universalmente o significado das coisas. Não há como propiciar o questionamento de noções consideradas absolutas utilizando a razão como único critério definitivo e, sobretudo, não há como submeter à realidade a um estudo racional sem afetar as concepções da fé. O ato de pensar é relevante e deve ser usado de forma responsável em relação à fé, em especial no que se refere ao cristianismo. Verifica-se que não é possível desenvolver a crença sem um sistema de ideias, que possam ser discutidas e amplamente debatidas. Compreendeu-se que a busca pelo propósito de vida do ser humano esbarra no erro de se anteciparem ao resultado e acabam tomando decisões equivocadas em relação à realidade da vida e suas diversas possibilidades.

Pela falha do conhecimento, acabam se inclinando as escolhas, pressupondo apenas aquilo que veem. Por outro lado, o desejo em persuadir o homem a que abandone o conhecimento das coisas divinas e aplique apenas a razão, como se bastasse ao homem ter compreensão apenas das coisas finitas e mortais, relativiza a existência de todas as coisas. Garcia, Comunicação em Prosa Moderna, Ed. FVG, p. Portanto, com base na lógica do autor, ao se analisar criticamente qualquer assunto, um dos conhecimentos mais eficazes de que se pode dispor é aquele que identifica se o raciocínio é ou não falacioso. As falácias e inconsistências lógicas permeiam o imaginário da sociedade e estão presentes quase que o tempo todo. Existem áreas onde a falácia se destaca tornando-se o discurso predominante pelo qual determinado grupo se manifesta.

Pag. A lógica humana traduzida pela ciência filosófica tende a fazer de Deus um objeto de especulação racional. Entretanto, quando a filosofia trata dos assuntos divinos e da manifestação de Deus em Cristo como objeto de todo o conhecimento, essa ciência se torna em teologia extinguindo, portanto, a dicotomia. O universo é o efeito de uma causa. Deus é o criador do universo e, portanto, a causa primeira da existência de tudo, acima de tudo e de todos. Cristianismo Puro e Simples, São Paulo, Editora Wmf Martins Fontes, 2014. A. R. Burckland, Dicionário Bíblico Universal, p. Editora Vida, 1981. São Paulo, Editora Paulus, 1988. SCHAEFFER, Francis. A Morte da Razão, São Paulo, ABU Editora, 1974.

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