Livro. o pequeno príncipe

Tipo de documento:Revisão Textual

Área de estudo:Estatística

Documento 1

Na ânsia de consertá-lo com rapidez, ele não contava com o aparecimento da figura emblemática do pequeno príncipe, que o pede para desenhar um carneiro. O jovem de cabelos loiros, roupas excêntricas e curiosidade aguçada, veio do planeta B612. Sem sucesso ao desenhar o carneiro, o autor acaba desenhando uma caixa onde está o pequenino carneiro, o pequeno príncipe então se dá por satisfeito. O livro o pequeno príncipe é cheio de lições que tiramos para o nosso cotidiano, sobre amizade, lealdade, paciência e empatia. A primeira “lição” do livro é dada quando o autor conta sua história, ele desenhava figuras que ninguém compreendia, queria ser desenhista, mas foi desmotivado pelos adultos. Esses adultos o incentivaram a buscar o mundo dos estudos ao invés do mundo artístico. O que aprendemos inicialmente é, quando crescemos somos incentivados á abandonar o que não é lucrativo, em nome do capitalismo. Perdemos o contato com a infância, onde tudo era mais simples. Á medida que crescemos, perdemos o contato com o mundo imaginário e passamos a ter mais contato com o mundo dos pensamentos, do raciocínio lógico, das idéias. Não temos tempo para entrar em contato com nossa criança interior. O tempo é algo raro e se paramos para apreciar algo, somos repreendidos por estarmos perdendo dinheiro, pois tempo e dinheiro se tornam palavras próximas. O narrador revela o medo de ficar como as pessoas grandes. As pessoas grandes se preocupam demais com os números, as pessoas grandes deixam passar boas experiências como admirar um pôr do sol.

“Elas as pessoas grandes adoram os números (. ” (Saint-Exupery,1943) Enquanto caminha pela terra, o pequeno príncipe passa por seis planetas onde se depara com o mundo das pessoas grandes e estranha suas prioridades. No primeiro planeta conhece um rei, que demonstra a centralização do poder, o poder pelo simples fato de mandar, querer ordenar outra pessoa. Assim como os governantes absolutistas instauraram seu poder sobre o Estado, monopolizando terras e explorando a mão de obra para obter total controle sobre as armas, economia e até mesmo sobre o conhecimento. No segundo planeta viva um vaidoso, o personagem logo exclama ao ver o principezinho “Ah, um admirador vem visitar-me”. O vaidoso remete aos que vivem pelo aplauso, esquecendo-se do amor ao próximo para enaltecer o amor próprio.

Ele precisa do outro para se auto afirmar, sendo assim, o vaidoso encara sua relação com o outro baseado na vantagem que pode tirar da relação. O ser humano é um acumulador de riquezas, quando mais tem mais quer ter, nunca está satisfeito.   Nós temos necessidades básicas como comer, dormir, higiene, alimentação, contudo, o que antecede nossas obrigações é a vontade de ter. o ter e o ser se complementam, o ser é mais importante que o ser, mas se sobrepõe no nosso jogo do consumo.   No quinto planeta ele se depara com um acendedor de lampião, cujo trabalho era acender o lampião e apagar o lampião. Ele fazia esse trabalho sem questionar, seguia o regulamento. A raposa fala também sobre a superficialidade das relações, como no mundo atual não há tempo para cativá-lo, as pessoas grandes não entendem como é cativar e mesmo assim são responsáveis pelo que cativam.

Concluímos que o Pequeno Príncipe é um livro imenso em seus significados e signos. Sua história permanece viva e contagiando crianças e adultos pelo mundo inteiro. Por ser escrito em 1943 carrega em si o momento histórico no qual se encontra inserido, 2ª guerra mundial, o autor era um dos pilotos francês que foi morar nos Estados Unidos onde publicou a obra. O livro tem monumentos pelo mundo inteiro.

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