Guerra do Paraguai

Tipo de documento:Revisão Textual

Área de estudo:Estatística

Documento 1

Mas com isso o Paraguai sairia prejudicado, pois para esse usar a bacia do Prata teria que negociar com as duas potencias da região, Brasil e Argentina, ao qual não possuía aliança. Isso praticamente eximiria as exportações do seu país, a sua principal forma de conexão com o meio exterior era o Rio da Prata. Francisco Solano Lopes, ditador do Paraguai, fez com que seus soldados acreditassem que lutavam pela liberdade e pela pátria, isso incentivou seu exército. Antes de atacar, Solano mandou para Dom Pedro II uma carta, onde cobrou o acordo da não intromissão no Uruguai, o qual não foi respondido. Solano Lopez se preparou com quase 100 mil combatentes, construiu uma linha férrea, a primeira da América do Sul, para ligar a capital ao um campo militar e a primeira linha de telegrafo para se comunicar com sua principal proteção o forte de Humaitá. Em 25 de Dezembro de 1864, Lopez invade o estado do Mato Grosso, atualmente Mato Grosso do Sul, as cidades de Corumbá, Miranda, Coxim e Dourados onde não existia nenhuma força do exército brasileiro. As tropas paraguaias atacaram e abusaram da população local. Outra frente do exército chega ao Rio grande do Sul invadindo cidades de Uruguaiana, São Borja e Itaqui, levando toda população a abandona a cidade; não realizado também invade a província de Corrientes, na Argentina. Como o Brasil praticamente não tinha tropas nos locais invadidos, muito distantes da capital Rio de Janeiro, o sucesso dos paraguaios foi total.

A ideia nítida de Lopez era aumentar o seu território em direção ao litoral, tentando assim, em algum momento, adquirir uma saída para o mar. A batalha do Riachuelo, em 11 de junho de 1865. Comandando 9 navios brasileiros, estava o Almirante Barroso, bloqueando a saída para o mar no arroio Riachuelo, o Paraguai no outro lado só possuía 1 navio de guerra e improvisam com 8 navios mercantes e 6 balsas chatas com canhões. Contudo, mesmo com a vantagem de um ataque surpresa, o Paraguai boa parte de sua pequena frota, devido aos ataques de aríetes e carcaças de ferros dos navios brasileiros. O Brasil não tinha Exército na época, apenas a Guarda Nacional, que só existia no papel, com cerca de 23 mil homens inexperientes.

Sabendo disso Dom Pedro II estabelece um decreto e cria o Corpos de Voluntários da Pátria, basicamente formado por escravos libertos a fim de lutar, ex-escravos, indígenas, e “voluntários” na maioria presos que iam lutar no lugar de brancos que eram convocados. Caxias precisa tomar Assunção e para isso conta com 20 mil Brasileiros e 5 mil Argentinos, o Paraguai protege a capital com 5 mil homens. Começa então a série de batalhas chamada de “Dezembrada”, pelo Brasil e pelo Paraguai de “Dezembro Negro”. A esquadra brasileira derruba a fortaleza. A Margem do rio Itororó começa a primeira batalha, 5 dias depois Caxias avança sobre o rio Avaí numa batalha épica retratada posteriormente por Pedro Américo. Por fim, em Lomas Valentinas, Caixas destrói o que resta do exército inimigo.

Por fim no acampamento de Cerro Corá no norte do Paraguai, em 1º de março de 1870. Lopez tentando fugir a cavalo, acaba ferido pelo Cabo Francisco Lacerda e um tiro brasileiro mata um dos seus filhos. Sua esposa enrolada em uma bandeira britânica sobrevive. Ferido na virilha, Solano se nega a se render e morre com sua pátria. E chega ao fim a guerra do Paraguai. Bibliografia http://www. sohistoria. com. br/ef2/guerraparaguai/ https://www. suapesquisa.

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