DATAWARE

Tipo de documento:Redação

Área de estudo:Lingua Portuguesa

Documento 1

Palavras-chave: data warehouse – aplicações – modelos de informação SUMÁRIO Prof. Prof. Objetivos 12 Objetivo geral 12 Objetivos específicos 13 Justiifcativa 13 CAPÍTULO 2 – CONTEXTUALIZAÇÃO 14 2. A Ciência da Informações e os modelos favoráveis 15 2. Problematização 19 CAPÍTULO 3 – MARCO TEÓRICO 21 Data warehouse: pressupostos iniciais 21 Data warehouse: modelo de banco de dados 22 Como surgiu o data warehouse 25 Abordagens do sistema de desenvolvimento do data warehouse 26 Conceitos fundamentais: data warehouse 36 CAPÍTULO 4 – ANÁLISE PRÁTICA 57 REFERENCIAL TEÓRICO 59 CAPÍTULO 1 – INTRODUÇÃO As fontes de informação para muitas pessoas ou pelo menos uma das fontes mais consideradas nas suas atividades que envolvem pesquisa por informação quando o assunto é retê-las e organizá-las. A cada dia, aumenta a quantidade de informações disponíveis por meio da tecnologia, desde notícias, opiniões, até produtos midiáticos. Nesse contexto, os sistemas online desenvolvidos para facilitar essa atividade se tornaram parte importante do dia-a-dia de muitos usuários de computadores. No entanto, as pessoas esperam que o sistema de informação, como o data warehouse também seja útil em outras situações para as quais os sistemas e ferramentas disponíveis deveriam fornecer suporte mais adequado. São exemplos dessas situações quando: • um usuário pode não ter certeza das informações que esteja procurando. • O objetivo não pode ser expresso por palavras-chave ou; • A terminologia exata utilizada nas páginas é desconhecida. • Uma quantidade de informação e contexto deve ser obtida ao longo das páginas.

O tipo das atividades que os usuários se engajam para resolver essas situações está se tornando conhecida como busca exploratória (WHITE et al, 2006). Os autores têm trabalhado em tecnologias para fornecer suporte para essas atividades. No entanto, esforços são necessários como objetivo de elaborar um conjunto de diretrizes para o projeto e desenvolvimento de sistemas para suporte de busca exploratória. WHITE et al, 2006). O objetivo do data warehouse é desenvolver padrões e tecnologias para permitir descoberta, integração de dados, navegação e automação de tarefas (Berners-Lee et al, 2001). Nesse contexto, um conjunto de padrões tem sido especificado para a identificação de recursos tecnologicos, assim como para representação sintática, estrutural e lógica de informações referentes a esses recursos.

Os modelos propostos por WILSON (1997) fornecem frameworks do comportamento das pessoas quando estão procurando por informação e podem contribuir com informações sobre como e quando fornecer suporte para auxiliar as atividades de busca exploratória. Segundo o autor, esses modelos sugerem relacionamentos entre teorias que poderiam ser explorados ou testados. No entanto, a especificação de diretrizes, como problematização deste estudo, sugere projeto e desenvolvimento de sistemas com bases nesses modelos. b. Tratar dos bancos de dados, definições, evoluções, atingindo o data warehouse como modelo de tecnologia. c. Apresentar a teoria do data warehouse de forma que as terminologias, características e demais considerações estejam presentes neste estudo. Justiifcativa Justifica-se o presente estudo pela necessidade de observar o usuário engajado em atividades de busca exploratória precisa de suporte diferente daquele oferecidos, por exemplo, pelos sistemas tradicionais de recuperação de informação através do sistema data warehouse.

Com esse evento, há necessidade de reunir informações para que as tarefas de gerenciamento (controle e organização) possam ter uma seqüência de caráter primoridial dentro da rotina da gerência. A avalanche das informações que pulverizaram o ambiente da empresa é conseqüência do movimento pós-guerra que consolidou idéias crescentes e exponenciais da indústria, das áreas científicas e tecnológicas. O anseio de dominar as informações e de controla-las criou o ímpeto de também documentá-las. ROBREDO, 2003) Considera-se que a informação com a utilização de metodos e ferramentas novas de controle e gerenciamento. A Ciência da Informações e os modelos favoráveis No momento do pós 2ª. Caracterização principal da Ciência da Informação como recuperação de informação e antecedentes.

Caracterização da Ciência da Informação como sistema auto-organizado, com vida, consciência, socidade e tecnologia. Conferência em que se tratou: o conceito de informação, a busca das informações. o conhecimento, a comunicação, a interação, a recuperação da informação, a infometria entre redes e mídias. É atribuído à Ciência da Informação um papel de metaciência. Interatividade: pelo fato de outros usuários utilizarem a tecnologia em tempo real, buscando uma mesma fonte de informação. b. Interconectividade: o usuário precisa deslocar-se pelas informações e, portanto, ter o acesso ao espaço onde elas estão estocadas, virtualmente, seguindo o fluxo de informação. Problematização Pelos princípios da interatividade e da interconectividade, as informações pautadas por uma pesquisa autônoma deve ter um registro e uma fase de recuperação dos mesmos registros.

Com iss, falarmos de uma necessidade de recuperação dessas informações pressupõe falar de documentações e textos (hipertextos) que estão inseridos como referências nos sistemas de informação. Os computadores começam a galgar traços consideráveis de evolução. As informações que se cruzavam com a ciência, progrediam pelos impulsos do momento pós Guerra. A telecomunicações também foi um propulsor para o arrefecimento desse mercado. As informações organizavam-se. As pastas de arquivo começavam a ser substituídas por arquivos virtuais em disco. Ambos autores apresentam vieses importantes do que pode configurar um sistema de dados para diversos usuários em tempos e locais diferentes. No caso do data warehouse pode-se mencioná-lo como um modelo desses bancos.

Data warehouse: modelo de banco de dados Como modelo convencional, o data warehouse é um modelo conceitual de banco de dados, o qual configura-se também como um modelo semântico que absorve processos e proejetos na área de gestão da informação. Esquema 1 – Modelo conceitual e hierárquico Fonte: Info Data warehouse, como modelo de banco de dados, armazena os dados necessários para que as atividades estejam organizadas de acordo com as informações que estão reunidas no espaço consolidado. Esse dados serão trabalhados de acordo com a sua importância e a sua característica de forma que o modelo multidimensional (esquema 2) possa considerar: • Dados • Metadados, • Data mining Esquema 2 – Data ware house: modelo multidimensional Fonte: Info Como surgiu o data warehouse Data warehouse começa com os amadurecimentos dos demais modelos de sistemas de informações com a necessidade de se analisar os dados e a operacionalização dos negócios.

Kimball (1997) aduz que o modelo do data warehouse é complexo e pode confundir o usuário ao longo de suas aplicações. Abordagens do sistema de desenvolvimento do data warehouse O sistema de banco de dados, data warehouse informatiza os processos e o volume de dados. A questão é que o sistema é multidimensional e, por conseguinte, não relaciona as informações entre si, cabendo ao usuário entender com mais aprofundamento a sua dinamicidade. A informação contida no data warehouse evolui com os demais percursos construindo os limites e as linhas relacionais que constam como informações corporativas para o gerenciamento, separando-as no próprio banco, sem alterar com as perdas de dados. Data warehouse, ou armazém de dados, define-se como um banco especializado, integrando as informações e o seu fluxo paulatinamente, confirme a intenção dos dados externos ao banco.

Entretanto, ao se comparar ambos modelos Wilson (1999) e Ellis (1989), o primeiro propõe relacionamentos entre essas categorias de atividades. Ellis (1989) discute o quanto essas características estão disponíveis em sistemas de recuperação de informação existentes e propõe o uso dessas categorias como um framework para organizar recomendações para o projeto e desenvolvimento desses sistemas. Entretanto, as categorias não fornecem diretamente quaisquer recomendações ou especificações que poderiam servir de referência para o desenvolvimento de sistemas. Ao contrário: elas poderiam representar tipos de atividades que os usuários poderiam querer realizar por meio de sistemas. Bates (1989) propõe um modelo de information searching denominado de berrypicking em analogia ao processo de colher pequenas frutas na floresta, as quais devem ser colhidas uma por vez.

Por exemplo, o usuário não interage somente com o sistema, mas também com os objetos de informação, que são estruturas cognitivas considerados como um espaço de informação. Este modelo fornece uma visão geral da localização lógica de um sistema de recuperação de informação. Além disso, o modelo também representa as diversas transformações cognitivas que acontecem desde o momento em que o usuário identifica uma necessidade de informação até a situação na qual ele pode pesquisar um conjunto de objetos de informação e identificar aqueles considerados úteis. A interface funciona como elemento para intermediar a interação entre o usuário e sistema. O modelo não leva aplicação direta para o projeto e desenvolvimento de sistemas.

De acordo com Navarro-Prieto et al (1999) identificaram estratégias cognitivas relacionadas a information searching na Web. Os autores realizaram um estudo de comparação entre usuários experientes e novatos e concluíram que o comportamento dos usuários com experiência é de planejar primeiro a maneira de realizar a tarefa com base no seu conhecimento, enquanto que os usuários com pouco experiência dificilmente planejam e são conduzidos por representações externas. A partir desse estudo, três padrões diferentes de information searching na Web foram identificados: • Estratégia top-down: esse padrão ocorre quando o usuário procura em uma área geral e depois direciona o foco da busca a partir dos links disponíveis. • Estratégia bottom-up: nesse padrão, o usuário procura utilizando palavras-chave específicas; • Estratégia mixed: o usuário utiliza as duas estratégias anteriores em paralelo.

Navarro et al (1999) construíram dois modelos a partir da análise dos resultados: (a) modelo para usuários experientes e (b) modelo para usuários novatos. Portanto, visualização não dirigida é caracterizada por ações de iniciar, encadear, visualização condicionada é caracterizada por ações de diferenciar, explorar e monitorar; busca informal é caracterizada por diferenciar e extrair; e busca formal consiste em monitorar e extrair de maneira sistemática e detalhada. Os autores desenvolveram um modelo do comportamento de information searching na Web com base em modos de navegação e busca que podem ser diferenciados de acordo com a necessidade de informação e atividade de information seeking. Além disso, os autores estavam interessados em métodos operacionais para medir as atividades na Web e métodos complementares para a coleta de dados qualitativos e quantitativos sobre o comportamento dos participantes no seu próprio local de trabalho.

O modelo desenvolvido pode ser considerado um mapeamento do modelo de Ellis (1989) para o contexto da Web. Strube (2000) conduziram um estudo sobre o comportamento de usuários especialistas e novatos nas atividades de information searching na Web para compreender melhor as características desses usuários. A partir da revisão desses modelos objetivou-se trabalhar com as definições de infra-estrutura para qual o trabalho fora direcionado e apresentar uma classificação das técnicas de auxílio à navegação. Os modelos de information seeking, Wilson (1999), Ellis (1989), podem fornecer informação com relação ao suporte necessário para auxiliar atividades de information seeking. No entanto, é difícil a aplicação direta desses modelos no projeto e desenvolvimento de sistemas, pois ou os modelos são excessivamente generalistas, como o modelo Wilson, ou não fornecem orientações sobre como utilizá-lo, como o modelo Ellis.

Ellis (1989) reconhece a possibilidade de aplicar o modelo nesse contexto, mas a informação disponível consiste apenas na divisão do processo em estágios e as definições para esses estágios. Os modelos de information searching são focalizados na interação do usuário com o sistema. Portanto, exsite a necessidade de investigar modelos de navegação adequados nesse contexto para servir de referência para desenvolvedores de sistemas. Recentemente, White et al (2006) apresentou um modelo de processo, mas ele está em um nível de abstração muito alto e deixa em aberta as questões descritas. A existência dessa lacuna impede o desenvolvimento de sistemas de informação que poderiam ser extremamente úteis para a melhoria das atividades das pessoas que envolvem a pesquisa por informação.

Portanto, essa necessidade poderia ser considerada um problema de pesquisa na visão de Booth er al (2005). Segunda Silva e Menezes (2005) considera-se o aspecto da questão da qualidade dos produtos resultantes da aplicação dos modelos. A documentação do modelo também inclui um conjunto de recomendações para o projeto e desenvolvimento de sistemas de navegação com base no modelo proposto. Essas recomendações são derivadas não somente do modelo, mas também da experiência obtida com o desenvolvimento e avaliação do sistema. Os modelos de information searching vistos anteiormente, auxiliam na compreensão do processo no qual o usuário ingressa, motivado por uma necessidade de informação. No entanto, esses modelos não fornecem orientações práticas para o projeto e desenvolvimento de sistemas.

O modelo proposto fornece orientações para uma abordagem de navegação fundamentada nos níveis de atividade de information seeking descritos por Bates de maneira a fornecer suporte para um tipo de atividade conhecida por “busca exploratória”. Uma tática pode consistir em um único movimento ou em vários movimentos. Um estratagema pode ser composto de táticas ou apenas de movimentos: cada nível de atividade é conceitualmente diferente. A busca exploratória consiste em um desafio (White er al, 2006). Na realidade, quase todas as buscas são exploratórias de alguma maneira. Geralmente, as atividades de busca exploratória são motivadas por um problema bastante complexo, no qual a terminologia utiliza não é conhecida ou é mal compreendida e ainda quando falta conhecimento da estrutura do espaço de informação.

Os modelos de information searching são utilizados como ponto de partida para o desenvolvimento do modelo. O foco em modelos de information searching é devido à interação do usuário com o sistema. A proposta inicial do modelo consistiu em apenas um esboço da dinâmica do processo de navgação exploratória. Os estágios do modelo que tratam com a definição do problema, a formulação de consulta e a avaliação de resultados são aqueles que foram considerados no esboço inicial do modelo. Além disso, foram definidos requisitos considerados necessários para um sistema que pudesse ser desenvolvido com base nesse modelo inicial. Redes de Sensores Sem Fio (RSSFs) normalmente possuem um grande número de nodos sensores distribuídos numa região geográfica, têm restrições de consumo de energia, e devem possuir mecanismos para auto-configuração e adaptação devido a problemas como falhas de comunicação e perda de nodos.

Uma RSSF tende a ser autônoma, está inserida no ambiente onde a aplicação é executada, requer um alto grau de cooperação para executar as tarefas definidas para a rede e deve considerar a energia disponível nos nodos ao executar qualquer tarefa. Isto significa que protocolos de comunicação, algoritmos distribuídos e soluções tradicionais devem ser revistas para esse tipo de ambiente. Os desafios e considerações de projeto de RSSFs vão muito além das redes tradicionais. As RSSFs podem ajudar decisivamente na melhoria do controle de qualidade em diversos seguimentos , nas atividades de identificação, monitoramento e preservação da riqueza ambiental , além da biotecnologia, linhas de produção, infra-estruturas de transporte, comércio tradicional e outros sistemas podem ser monitorados e controlados por RSSFs.

No 802. existem dois tipos de redes sem fio: ad-hoc ou infra-estruturada. Uma rede adhoc é composta somente por estações dentro de um mesmo BSS que se comunicam entre si sem a ajuda de uma infra-estrutura. Qualquer estação pode estabelecer uma comunicação direta com outra estação no BSS sem a necessidade que a informação passe por um ponto de acesso centralizado [6]. O padrão 802. Nesse ambiente de controle descentralizado , surge a necessidade de auto-organização da rede que deve ser baseada em regras e políticas para simplificar sua operação da rede e permitir que o sistema permaneça sob controle. Os dados de uma organização certamente são um dos maiores bem que a empresa pode possuir, é através dos dados que se tem o controle do nome, situação, controle de pedido e pagamento dos clientes, independente de que área a empresa ocupe, os dados são sempre um bem, e com bem, deve ser preservado, protegido e armazenado da melhor maneira que facilite a comunicação interna e perfeito andamento dos outros departamentos.

O fato é que as empresas encontram dificuldade da hora de instalar tal processo e estabelecer qual é o melhor meio para agilizar seu processo de comunicação com facilidade e exatidão. A tecnologia computacional facilita a organização e administração de informações, uma vez que favorece sua disponibilização em tempo real para o gerenciamento e assistência das organizações. Uma conexão numa aplicação da computação móvel consiste de vários segmentos de comunicação. As redes sem fio geralmente utilizam freqüência altas em suas transmissões (915 MHz 2. GHz). Parte das ondas de rádio nessas freqüências são refletidos quando entram em contato com objetos sólidos, o que implica na formação de diferentes caminhos entre o emissor e o receptor.

Geir citado por Juran et al7apresentou os seguintes passos e cuidados que se deve ter da implantação de uma rede sem fio, principalmente que envolva dados. dividindo o problema em: Planejamento de uma rede local sem fio, onde apresenta a necessidade de gerenciar a implementação de uma rede local sem fio, através da identificação do escopo, determinação das fases com data e duração, identificação do pessoal a ser envolvido e dos materiais necessários, levantamento dos custos envolvidos, identificação dos riscos do projeto, levantamento dos sistemas existentes e das necessidades dos usuários, além de outros pontos, como área geográfica de cobertura, número de usuários, mobilidade, duração da bateria, segurança, integração, etc. Conferir a autoria ou falsidade da autoria de um documento eletrônico simboliza a possibilidade de identificar proporcionalmente a confecção do documento e conseqüentemente atribuí-lo ao aludido autor originário.

Ao utilizar a expressão assinatura digital para designar elemento aposto aos documentos eletrônicos, subentende-se equivocadamente que este elemento assegura a sua autoria. Em verdade, a verificação da autoria neste processo utiliza a chave pública do signatário. Veja-se, uma vez assegurado juridicamente o vínculo entre a chave pública e o signatário, por meio de um documento denominado certificado digital, o resultado positivo no processo de verificação de inalterabilidade do documento eletrônico com o uso desta chave pública certificada garante a autoria do documento eletrônico ao proprietário do certificado. Ocorrendo o repúdio sobre a autoria de uma assinatura manuscrita, o exame grafotécnico é meio empregado para o direito a fim de dirimi-la. Dessa forma, ocorrendo a mínima alteração posterior à realização da assinatura, esta será detectada na futura verificação de validade do documento eletrônico Ao surgir a idéia de documentos em formato eletrônico, fundada nos avanços tecnológicos de meados dos anos 90, os estudos jurídicos-científicos declaravam a total impossibilidade de sua consideração como meio de prova documental, destacando, entretanto que, tais cientistas jurídicos desconheciam a conceituação de assinatura digital, surgida gradativamente no meio social, desde 1977.

Marcacini (2003, p. relata sobre a época: [. nos primeiros estudos de informática relacionados ao direito, desenvolvidos até a primeira metade da década de 90, era negado o valor de prova documental aos chamados ‘documentos informático’. A impossibilidade de se lançar uma assinatura manuscrita que se apegasse exclusivamente a um único documento eletrônico, bem como a inexistência de vestígios deixados por posterior adulteração são realidades inafastáveis da forma eletrônica. Por meio deste instrumento, o papel poderá significar algo pertencente ao passado, tendo em vista que as informações passaram a ser armazenadas em suportes mecânicos, magnéticos, óticos e fotossensíveis. A assinatura digital aposta em um documento eletrônico e e encarada como uma das formas mais seguras, tecnicamente, de assegurar elementos da autenticidade e integridade dos dados eletrônicos, tendo em vista, dificultar em muito, a possibilidade de adulteração ou modificação do conteúdo probatório, após o seu encerramento pelo autor originário legal, perfazendo os requisitos essenciais para a força probante de toda e qualquer forma de prova documental eletrônica.

A possibilidade de realização de fraude junto aos documentos eletrônicos assinados digitalmente pode ser considerada no mesmo nível dos documentos autógrafos convencionais utilizados como prova em procedimentos judiciais no atual contexto. CAPÍTULO 4 – ANÁLISE PRÁTICA A análise prática dos sistemas de data warehouse são responsáveis pela revitalização dos sistemas empresariais operacionalmente. Dois preceitos são inicialmente importantes para informar como se consolida os dados do sistema: a. tabelas. A operacionalização no negócio informa que as abrangências da data warehouse é considerada como estrutura, crescente, prevista e focada na exigência do funcionamento e do volume de dados que contiver na operacionalização. Em termos de sistemas de informação e método de busca, o datawarehouse aponta que o esquema de fraudes eletrônicas podem ter acesso não autorizado a partir do data warehouse.

A informação em algumas empresas é um fato crítico pois se mal utilizada pode acarretar prejuízo na empresa em mercado. REFERENCIAL TEÓRICO BATES, M. org/issues/issue5_2/choo/index. html. Acesso em 26/03/2008. ELLIS, D. A behavioural model for information retrieval system design. Journal of Documentation, 52 (1); 3-50. MARCHIONINI, G. Information Seeking in Eletronic Enviroments. Cambridge University Press, 236p.

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