A importância da comunicação organizacional e o papel do gestor: mediando conflitos

Tipo de documento:Redação

Área de estudo:Finanças

Documento 1

Ms. Conceito final: _______ Aprovado em: ______ de __________ de 20____. BANCA EXAMINADORA SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 7 Contextualização 7 1. Problemática 8 1. Objetivos 8 1. Objetivo geral 8 1. Objetivos específicos 8 1. Justificativa 9 1. Síntese da Metodologia 9 2 DESENVOLVIMENTO 9 2. Pressupostos da comunicação organizacional 10 2. Como os funcionários e os gestores se comunicam? 14 2. Barreiras de comunicação entre o gestor e o funcionário 17 2. Mediando os conflitos 19 CONCLUSÃO 22 REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS 23 RESUMO O contexto das organizações mudou. A forma descentralizada face à tradicional hierarquia resulta na necessidade de rever os conceitos de comunicação organizacional e sua finalidade para os gestores comerciais. Essas transformações impactam nas tecnologias de comunicação e caracterizam-se por atingir seus objetivos, de forma que o gestor comercial precisa lançar mão de estratégias comunicativas para espelhar os atributos da empresa aos seus funcionários, contando com esse fator para o desenvolvimento da sua equipe. O gestor comercial e as formas de interação com os preceitos da comunicação organizacional são práticas importantes que devem ser sempre intermediadas de acordo com as noções multidisciplinares e teóricas. No presente estudo, levantou-se a importância de estudar mais essas interações de forma a conduzirem uma prática produtiva para o trabalho do gestor comercial. Dentro da cultura organizacional, com o gestor comercial precisa interagir com a comunicação para passar noções de liderança para a sua equipe. A metodologia é qualitativa com referenciais bibliográficos localizados no Google Acadêmico, dentre eles Geertz (2009), De Masi (2009) e Freitas (2010). Observou-se nas entrevistas aplicadas que os gestores têm a noção da necessidade de uma formação específica em comunicação organizacional para a sua equipe e que utilizam a comunicação para reproduzir e poucas vezes para formas.

From mere transmitters, it was evidenced that managers need to subjective their roles in order to automate communication processes. KEYWORDS: ORGANIZATIONAL COMMUNICATION – MANAGER - COMMERCIAL 1 INTRODUÇÃO Contextualização Ao se formar uma sociedade nova e que está em constante modificação, as organizações também modificam sua forma de comunicação. A disseminação da informação atual, movimenta-se de outra forma como setor de serviço ao se redimensionar as fronteiras, geográficas e comerciais para flexibilizar as relações de trabalho. O que é flexibilizar essas relações? A comunicação mudou e acionou novas ferramentas de contato, resultantes de um grande impacto da tecnologia. A matéria que era inalcançável ficou mais acessível para organizações e empregados e o estreitamento das relações também passou de estável a instantânea.

Problemática Com o impacto do alinhamento estratégico e novas formas e mediações comunicativas busca-se neste estudo entender como que os gestores fazem as mediações com a sua equipe, interagindo com os funcionários seguindo os pressupostos comunicacionais atuais. Logo, lançamos a seguinte pergunta: Como os gestores comerciais devem adequar os novos processos comunicacionais da organização com a sua equipe? 1. Objetivos 1. Objetivo geral Compreender como as práticas de gestão comercial aderem às tendências atuais da comunicação organizacional na dinâmica de gestores e empregados. Objetivos específicos • Verificar como os gestores estão exercendo os processos de comunicação dentro da organização; • Analisar os papéis de comunicação dos empregados • Refletir sobre o processo de comunicação dentro da cultura organizacional.

A Era da Informação mudou essa conjuntura e os sujeitos tendem a disputar um espaço na organização. Baldissera (2004) afirma que esse processo de comunicação não é mais construído por duas vias e sim por múltiplos e simultâneos canais de comunicação. O processo comunicacional tende a ser teoria por essa disputa de construção e reconstrução de sentido. Para Baldissera (2004, p. “estabelecer a comunicação implica, necessariamente, ver a significação que o grupo havia construídos como cultura, ser perturbada, movimentada, transacionada e em algum nível reconstruída. Mas também, não se deve subestimá-las dentro da empresa. Quanto mais elas forem trabalhadas dentro do ambiente de comunicação organizacional pelos gestores, mais positiva será a aceitação em outras instâncias.

ROSSATO, 2015). Souza (2010) ressalta que a informação não é só o que se escreve, mas a entrelinhas das mensagens não verbais em cada manifestação da mensagem, pois a linguagem corporal e o comportamento humano transmitem informações de livre interpretação. “Cada ato, cada gesto, cada signo representado integra um processo de comunicação. Quando projetadas essas redes destinam-se a atender as equipes e aos gestores. Entende-se que a primeira visão reserva uma prática centralizada do trabalho e a segunda uma comunicação mais estruturada e em rede. As técnicas de comunicação produzem estruturas e nisso a lógica organizacional prevalece para que a as ações padronizadas para acompanhar as mudanças organizacionais. Para Reis (2004, p. apud temp, 2008, P. E, hoje, todos os funcionários têm acesso a diversos canais de informação, como também a partilhar informações sendo também autores de informação.

E quando se fala em mudanças, o advento tecnológico reflete como tendência atual de reforço. As inovações tecnológicas abriram canais no processo de comunicação e nas práticas da rotina de trabalho. Além da cultura há uma cibercultura, ainda não definida no formato regente das práticas de comunicação organizacional e interpessoal ou como uma comunicação paralela à rotina. Temp (2008) diz que a informática é uma fonte de manipulação da informação importante e que promove a popularização de uma cibercultura com grande impacto nas organizações, com o marco inicial a partir dos anos 80. Para tanto há um plano de comunicação o qual será determinado pela zona de influência que converge para a equipe e com anuência institucional.

E neste contexto como é a expectativa de remodelar um gestor em prol do atendimento dessas metas, para a direção de novas bases e reivindicações, para atender propostas de sua equipe e conduzi-las sem perder a comunicação face a face. Esta, apesar de todas as mudanças e novas tendências, é indispensável para promover a liderança de cada colaborador, a interação entre os mesmos e sempre aprimorar a comunicação corporativa para promover a melhora contínua – e formação contínua – da organização. Como os funcionários e os gestores se comunicam? Considerando que a organização passa por uma mudança na comunicação organizacional e que comunicar é uma atividade difusa e não mais centralizada, viabiliza-se a comunicação por várias dimensões.

A primeira é a sua dimensão administrativa, a qual centraliza seu percurso em um ambiente interno que pode ser formal ou informal. Perfaz-se a importância da comunicação como fator eficaz para que os gerentes engatem no processo de comunicação assertiva e como processo de funções de planejamento, de liderança e controle. É função estratégica e processo de habilidade comunicativa, ambos com grande ênfase dentro da comunicação organizacional. Talvez esteja-se falando de duas vertentes, uma no sentido lato e a outro no sentido de processo estratégico, todavia as duas bem próximas da atuação do gerente de RH. Stone & Freeman (1982) falam que a função de gerenciar é inerente a de comunicar e uma não subsiste sem a outra. Entende-se que comunicar abarca todas as duas modalidades, seja presencialmente, através de workshops, de reuniões formais e informais ou de centros midiáticos, em uma plataforma virtual de trabalho ou em ferramentas de comunicação instantâneas.

E cabe uma melhor explanação na seção seguinte. Quando há uma partilha de informações com significados simbólicos, há também uma utilização operacional da comunicação que é indispensável para as atividades da gerência. O primeiro pressuposto é entender que a comunicação envolve pessoas e meios (STONE & FREEMAN, 1982). Questiona-se aqui o processo sólido de comunicação: EMISSOR – CODIFICAÇÃO – CANAL – DECODIFICAÇÃO – RECEPTOR,1 aplicado à organização, uma vez que sendo essa teoria da comunicação baseada em uma linguagem simbólica lingüística seja somente a base da teoria da comunicação em um ambiente multidifusor e de tamanha velocidade. Em um mundo onde o sólido se desfaz de forma efêmera, a reinvenção é constante e ao atingir a tecnologia, os equipamentos, o bem também atinge a toda prova o processo de comunicação.

Temp (2008) fala das reações emocionais, as quais aparecem com freqüência na era atual em que as mudanças acarretam pessoas mais ansiosas e inquietas. A comunicação requer um feedback instantâneo e muitas vezes há um processo de decisão que leva tempo mediante a expectativa imediatista que tem se construído. Outro fator é a inconsistência nas comunicações, pois há precisão para verbalizá-las e não deixá-las subentendidas. Souza (2010) diz que a comunicação é relacionamento, logo comunicar-se sugere vencer vários obstáculos interpessoais para um mesmo objetivo. O conceito de diversidade tem abraçado um público eclético e com cenários amplos o que para o gestor é um processo não de unificar saberes e formas de individualização, mas sim, resgatar a visão de cada indivíduo a partir das diretrizes que lhe cabem.

Entende-se até esta parte do estudo que o canal não é mais a escolha única para a transmissão da informação para a equipe de forma efetiva e eficaz pelo gestor comunicador. Este precisa conceber que, todos os seus funcionários também estão constantemente em rede e há vários canais simultâneos para mensagens aleatórias e multiplicação de versões de uma mesma informação. No próximo tópico é importante ater-se na descrição das tendências atuais da comunicação organizacional e como a propriedade de informação centralizada deixou de pertencer somente a um grupo de pessoas mais especializadas, uma vez que todos têm acesso à diversos canais de emissão. Mediando os conflitos O gerente de RH, com o perfil de comunicador, ele entende como extrema necessidade a comunicação face a face como a principal atividade das equipes na rotina de trabalho.

A troca de informações na empresa possibilita a produção com eficácia dos serviços e dos bens da empresa. Os conflitos ocorrem na comunicação, pois a forma individual de comunicar a sua personalidade ou a visão sobre posicionamentos adotados. Nem sempre, a transmissão é clara ou bem interpretada. Isso gera conflitos. O conflito surge de uma falha de comunicação centrada no emissor, no receptor, ou porque o canal não contribui para uma boa interpretação. Isso acontece com as mensagens enviadas por aplicativos instantâneos que nem sempre são bem recebidas, ou enviadas de uma forma a alcançar a mensagem transparente. Não se apressar na negociação c. Sempre reunir a equipe quando houver alguma dúvida no planejamento ou na comunicação emitida; d.

Estar com um bom suporte de dados e. Ser flexível f. Descobrir as motivações das partes. l. Agir na mediação com segurança m. Medir cada passo de acordo com os seus objetivos. n. Prestar atenção na negociação da pauta. A comunicação traz consigo barreiras e esses fatores envolvem a percepção de diferentes linguagens, não somente as verbais. Quando se fala de eficácia, fala-se do uso dos canais de comunicação de forma líquida, sem a rigidez da centralização. As redes centralizadas instigam a difusão de mensagens sem o cuidado de trabalhar a informação que migra para os diversos setores empresariais. As habilidades para o gerente mediador de conflitos influenciam na mediação. A reengenharia do novo gerente face ao processo de comunicação está em aprender a distribuir as informações para a sua equipe e cuidar da forma como elas são entendidas.

SOUZA, JOSÉ EUSTÁQUIO. O gerente comunicador. São Paulo: ABERJE, 2010. STONE, JAMES & FREEMAN, EDWARD. Administração.

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