PROJETO PRÁTICO PERÍODO PANDEMIA COVID - 19

Tipo de documento:Relatório

Área de estudo:Pedagogia

Documento 1

A metodologia foi um levantamento bibliográfico qualitativo de trabalhos já realizados sobre a temática. Assim, foi possível perceber que é preciso que aconteça sempre mudanças para que apareçam novas tecnologias e ferramentas para melhorar ainda mais a educação especial e a necessidade da qualificação dos professores. PALAVRAS-CHAVE: Educação Inclusiva. Síndrome de Dow. Autismo. REFERÊNCIAS 16 1. INTRODUÇÃO A educação de alunos com necessidades especiais era vista a alguns anos atrás como um modelo de atendimento segregado. Assim, existiu mudanças nesse Sistema Educacional Brasileiro, mudanças que atualmente fizeram com que houvesse a existência de um maior respeito sobre a diversidade existente garantindo a convivência e a aprendizagem dos alunos. Dessa forma, foram desenvolvidas práticas feitas para que exista a promoção da inclusão na escola regular de todos os alunos, até mesmo quem apresente alguma deficiência como visual, auditiva, intelectual entre outras e essas práticas são realizadas pela equipe pedagógica (NETO, 2019).

Esses avanços iniciaram seu seguimento na metade da década de 90, com a transmissão da Declaração de Salamanca (UNESCO, 1994), que apresentou a proposta de que as crianças e os jovens que tivessem alguma necessidade educativa devem estar e ter o acesso a escola regular, e as escolas devem apresentar e estarem aptas a ensinar os jovens e crianças com alguma necessidade. Como Objetivos Específicos temos: • Atender de forma especializada o aluno conforme a sua deficiência; • Propor atividades diferenciadas; • Promover a utilização de atividades diferenciadas no contexto remoto. DESENVOLVIMENTO Essa pesquisa tem atributos de uma pesquisa qualitativa, com um caráter exploratório e técnico através de uma Revisão Bibliográfica de Artigos e Publicações sobre a Educação Especial, com relação a 3 áreas vertentes como Síndrome de Dow, Autismo e Asperger.

Essa metodologia de ensino e esse tipo de pesquisa apresentam uma maior familiaridade com a temática, por causa que a mesma apresenta a utilização de materiais já feitos e principalmente livros e artigos científicos (GIL, 2008). Sendo assim, segundo Marconi e Lakatos (1992), o levantamento bibliográfico é uma revisão de toda a bibliografia que já está publicada, com o foco em fazer com que o sujeito que está fazendo a pesquisa tenha um contato direto com todo o material que é possível para escrever sua pesquisa. De tal modo, que esse projeto foi feito mediante um estudo de produções científicas nacionais que de alguma forma apresentavam a importância para contexto educacional que está inserido o projeto, que é a educação especial. Neste documento elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), UNESCO, Ministério da Justiça e Secretaria Especial de Direitos Humanos, o qual possui como uma de suas metas a inclusão de assuntos relacionados às pessoas deficientes nos currículos escolares.

E um ano mais tarde em 2007 com o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) o qual foco estava nas questões de acessibilidade e infraestruturas das dependências escolares, da formação docente e das salas de recursos multifuncionais (GLAT; FERNANDES, 2005). E em 2019 através do Decreto Nº 9. foi criada a Secretaria de Modalidades Especializadas de Educação, tornando extinta a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi). Essa pasta é composta por: Diretoria de Acessibilidade, Mobilidade, Inclusão e Apoio a Pessoas com Deficiência; Diretoria de Políticas de Educação Bilíngue de Surdos; e Diretoria de Políticas para Modalidades Especializadas de Educação e Tradições Culturais Brasileiras. No quesito de estrutura é imprescindível que a escola esteja conforme os requisitos de acessibilidade, pois é preciso levar em conta as deficiências físicas dos seus alunos.

É preciso facilitar a mobilidade para cadeirantes, o acesso a informações para deficientes visuais e auditivas. Já quanto ao corpo docente atualmente a escola necessita contar com uma equipe multidisciplinar formada por pedagogos, psicólogos, psicopedagogos, professores de educação especial, e demais profissionais. É de extrema importância esse preparo das escolas, uma vez que o aluno para se sentir incluso precisa ter totais condições para fazer parte do processo de ensino-aprendizagem e sentir que está em um ambiente confortável e adequado mesmo diante de suas limitações (BARROS; SILVA; COSTA, 2015). Ainda há muito para avançar no quesito de infraestrutura, mas vale ressaltar que a formação do professor também apresenta falhas. Dentre os casos de autismo foi incluída também, no ano de 2013, a Síndrome de Asperger (Comporte-se, 2013).

Esta síndrome tem relação direta com a sensibilidade a mudanças e rotinas, dificuldade de comunicação e interação social, interesses restritos. E essa é apenas uma das condições dentro de tantos diagnósticos de Autismo, o que leva a conclusão que cada indivíduo é afetado em níveis e maneiras diferentes, e cabe aos professores e demais profissionais a adaptação e desenvolvimento desses alunos no ambiente escolar (SILVA; CARVALHO, 2017). O cuidado dentro da sala de aula deve ser não só com os alunos deficientes, mas também com os seus colegas. Pois pode acontecer casos de preconceito e discriminação por parte dessas crianças. Utilização da música para uma aula com alunos com Síndrome de Dow. A Educação Inclusiva, é necessária por causa das características diferentes que algumas crianças podem apresentar como a Síndrome de Down (SD), que é uma condição crônica que vem a impor múltiplos desafios não só para as crianças, mas também para todos seus parentes.

A mesma, trata de uma desordem cromossômica, da trissomia do cromossomo 21, que tem frequência de 1:750 nascidos vivos, tendo como um grande fator de risco preponderante a idade da mãe avança dos 35 anos para cima (CAPONE, 2004), (PUESCHELS, 1999). Um diagnóstico pode ser realizado logo nas primeiras horas de vida da criança, através das suas características físicas e posteriormente por meio de análise citogenéticas. As pessoas que tem SD, podem ter hiperflexibilidade, baixa estatura, hipotonia, mão pequenas e largas, nariz pequeno e base nasal achatada, baixa implantação das orelhas, língua projetada para fora da boca entre outras. O professor deve realizar uma aula com cada aluno que tiver autismo, em conjunto com sua família para que possa se desenvolvido as explicações e sanar as dúvidas existentes.

Assim, ele irá afirma que: • Cada família irá separar várias tampas de tamanhos e formas diferentes, além de cores diferentes; • Logo após, deve apresentar as tampas as crianças e ir explicando a forma de cada tampa e que cor cada uma apresenta; • Por fim, os pais devem realizar a atividade ao vivo na hora da aula com seu filho para o professor. Utilização de quebra cabeça para uma aula com alunos com Asperger A síndrome de Asperger (SA), é caracterizada pelos prejuízos nas interações sociais, e também pelo interesse e comportamento serem limitados como é uma das características também do autismo. Entretanto, o seu desenvolvimento precoce e visto por uma falta de qualquer retardo clinicamente significativo na linguagem ou na percepção da linguagem e no seu desenvolvimento cognitivo (KLIN, 2006).

Desse modo, a metodologia utilizada nessa aula que será voltada para alunos com Asperger será: A utilização de um quebra cabeça para que os mesmos possam apreender sobre as cores. SILVA, S. M. M. D. COSTA, M. INEP. Censo Escolar 2018 revela crescimento de 18% nas matrículas em tempo integral no Ensino Médio, 2019. Disponivel em: <http://portal. inep. gov. Disponivel em: <https://www. comportese. com/2013/12/autismo-e-inclusao-escolar-o-que-dizem-as-leis-brasileiras>. Acesso em: 12 setembro 2020. GIL, C. S. l. IESDE , 2016. KLIN, A. Autismo e Sindrome de Asperger: Uma Visão Geral. São Paulo: Atlas, 1992. NETO, A. C. O Alhar dos professores sobre adaptação curricular para alunos com deficiência intelectual: Uma Ação de formação continuada na escola. Programa de Pós-Graduação em Educação Escolar da Faculdade de Ciências e Letras - Unesp (Doutorado).

MENDES, G. CIA, F. Atendimento Educacional Especializado: Aspectos da Formação do Professor. Cadernos de Pesquisa, v. n. PUESCHELS, S. M. Síndrome de Down: Guia para Pais e Educadores. Campinas: Ed. Papirus, 1999. Revista Brasileira de Educação Especial , Marília, v. n. p. junho 2017. ISSN 1413-6538. mec. gov. br/seesp/arquivos/pdf/salamanca. pdf>. Acesso em: 26 agosto 2020.

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