PORTFÓLIO UNOPAR PRONTO - “Desenvolvimento social e os moradores de rua”. CURSO: Tecnologia em Segurança Pública

Tipo de documento:Revisão Textual

Área de estudo:Administração

Documento 1

HOMEM, CULTURA E SOCIEDADE 9 2. EMPREENDEDORISMO 11 2. RESPONSABILIDADE SOCIAL E AMBIENTAL 14 3 CONCLUSÃO 16 REFERÊNCIAS 17 1 INTRODUÇÃO As organizações, independente do seu setor de atuação, estão sempre em busca da competitividade, essa busca se dá pelo fato da competitividade proporcionar à organização maior estabilidade no mercado, sobrevivência em meio a acirrada concorrência, resultando na consolidação e crescimento da empresa. A partir do amadurecimento de práticas gerenciais, alinhamento dos processos internos bem como políticas organizacionais e de responsabilidade social, as organizações podem antecipar com maior clareza os resultados que serão obtidos com a execução, possibilitando maior planejamento estratégico e melhor direcionamento dos projetos. Para se manterem sólidas no mercado, precisam além de diferenciais competitivos, terem uma administração adequada de recursos e uma boa gestão, voltada para o alcance dos objetivos financeiros estabelecidos. Nesse contexto, o trabalho aborda o caso de um guarda municipal criou uma empresa de manufaturas a partir do lixo reciclável, com o objetivo de oferecer trabalho para moradores de rua, ficando sua esposa e de seus amigos responsáveis pela criação do empreendimento social. O trabalho foi dividido em 5 etapas, abordando as questões propostas pelas disciplinas de Comportamento organizacional, Gestão de projetos, Homem, cultura e sociedade, Empreendedorismo e Responsabilidade Social. DESENVOLVIMENTO 2. comportamento organizacional O gerenciamento de pessoas engloba as tarefas de recrutamento, gerenciamento e suporte e orientação contínuos para os funcionários de uma organização. Essas tarefas podem incluir o seguinte: remuneração, contratação, gerenciamento de desempenho, desenvolvimento da organização, segurança, bem-estar, benefícios, motivação dos funcionários, comunicação, administração e treinamento.

Os funcionários estão envolvidos como "parceiros" nos negócios. CHIVENATO, 2008). Provavelmente, a tarefa mais importante que um gerente enfrentará ao lidar com as pessoas sob sua direção é a de trazer o melhor para elas. Desbloquear o potencial das pessoas é frequentemente visto como a chave para o sucesso de qualquer negócio. Quando os talentos de um funcionário não são canalizados corretamente, seu comportamento pode comprometer seriamente o sucesso de uma organização. O gerenciamento de competências é uma abordagem que leva em consideração os conhecimentos, habilidades, atitudes e comportamentos do seu capital humano, ajudando a alinhar seus objetivos e metas aos da organização.  Esse tipo de administração contempla de maneira abrangente a dimensão estratégica do negócio, o humano e o comportamental, sendo que as pessoas não apenas ocupam um emprego e realizam atividades e tarefas, mas também as ajudam a se desenvolver para que possam oferecer o melhor de sim à empresa através de competências que podem ser um instrumento útil para a competitividade, pois são um fator de diferenciação nas empresas.

As habilidades comportamentais se referem à capacidade reflexiva do indivíduo em relação às características das situações que ele ou ela pode enfrentar. Essa capacidade pode ser organizacional quando o indivíduo reage em relação à qualidade de seu trabalho, por exemplo, priorizando, antecipando, verificando etc. social ou interpessoal, quando a pessoa reage a outros e estabelece relacionamentos, por exemplo, negociando, discutindo, cooperar etc. Aprender efetivamente requer prática para dominar as técnicas que funcionam melhor para você e discernir quais recursos são os mais valiosos na aquisição de novas informações e habilidades. Os mentores são uma importante fonte de aprendizado para novos empreendedores, já que eles fizeram tudo isso antes. Se o empreendedor não tem acesso direto a um mentor, existem centenas de recursos alternativos nos quais você pode se desenvolver como um líder de negócios.

Participar de eventos de networking e seminários públicos, seminários on-line e faça cursos on-line gratuitos sempre que puder. Ler amplamente, incluindo os livros de notícias e não-ficção. Liderança refere-se às ações envolvidas na liderança e influência de pessoas dentro da organização em direção aos objetivos organizacionais desejados. A utilização de estilos de gerenciamento eficazes desempenha um papel vital para garantir o sucesso do projeto, através do estabelecimento e manutenção de equipes motivadas. Os gerentes de projeto podem utilizar diferentes estilos de liderança, incluindo liderança autocrática, democrática, burocrática, carismática e transformadora, entre outros. No entanto, o estilo de liderança transformacional considerado o estilo de liderança mais apropriado, pois envolve gerentes que inspiram e motivam os membros da equipe (KEELLING, 2002).

O sucesso do projeto envolve a criação eficaz de equipes e a adoção do trabalho em equipe. A formação de equipes desempenha um papel essencial na melhoria da eficiência durante a implementação do projeto, o que é vital para garantir que um projeto atinja os objetivos e metas estabelecidos. A liderança focada no projeto é essencial para o sucesso do projeto, pelo qual os gerentes de projeto devem se concentrar na manutenção de equipes competentes. Os gerentes de projeto podem liderar um projeto em direção ao sucesso, garantindo que os membros da equipe trabalhem de maneira eficaz e eficiente. Portanto, os gerentes de projeto devem se concentrar na utilização de estilos de liderança flexíveis e inovadores para permitir o compartilhamento de idéias, o que é importante para alcançar o sucesso do projeto.

Além disso, os gerentes de projeto devem se concentrar em estratégias eficazes de formação de equipe e motivação para garantir que os diversos membros da equipe trabalhem em conjunto de maneira harmoniosa para alcançar as metas do projeto (GASNIER, 2000). O modo de distribuição dá ao proprietário o monopólio da possibilidade de transferir a propriedade da esfera de uso como 'riqueza' para a esfera de 'capital', isto é, dá-lhes a função empreendedora e todas as chances de compartilhar diretamente ou indiretamente nos retornos sobre o capital. Esses recursos podem ser tudo e qualquer coisa: podem incluir terra, capital, respeito social, força física e conhecimento intelectual (CIZOTO; DIÉGUES; PINTO, 2016). O grau em que a" ação social "e, possivelmente, as associações emergem do comportamento de massa dos membros de uma classe está ligado a condições culturais gerais, especialmente àquelas de natureza intelectual.

Também é comparado à extensão dos contrastes que já evoluiu. A ação consciente da classe é mais provável se, primeiro, a conexão entre as causas e as conseqüências da situação de classe for transparente ou clara. Nesse contexto, a falta de moradia é definida como morar em moradias abaixo do padrão mínimo ou sem posse segura. As pessoas podem ser classificadas como desabrigadas se: moram nas ruas (falta de moradia primária); mudança entre abrigos temporários, incluindo casas de amigos, família e acomodações de emergência (sem-teto secundário); vivendo em pensões particulares sem banheiro privativo ou segurança de posse (sem-teto terciário). A definição legal de sem-teto varia de país para país, ou entre diferentes jurisdições no mesmo país ou região.

Os estudos de enumeração para moradores de rua do governo dos Estados Unidos também incluem pessoas que dormem em um local público ou privado que não foi projetado para uso como um alojamento regular para dormir de seres humanos. As pessoas sem-teto geralmente não conseguem adquirir e manter habitações regulares, seguras e protegidas devido a uma instabilidade ou falta de renda. Kaplan, “o termo plano de negócios significa o desenvolvimento de um documento escrito que explique como um roteiro onde você está, onde quer estar e como deseja chegar lá”. Assim, um plano de negócios ou o relatório do projeto pode ser melhor definido como um curso de ação bem desenvolvido, desenvolvido para atingir o objetivo especificado, isto é, a criação de uma pequena empresa dentro de um período de tempo especificado.

Por assim dizer, o plano de negócios é inicialmente um documento operacional (DORNELAS, 2015). Um resumo executivo do seu plano de negócios fornece ao leitor um instantâneo do perfil e das metas da sua empresa. Geralmente, é o elemento mais negligenciado do plano de negócios, mas pode ser o mais importante, porque informa aos investidores por que seus negócios serão bem-sucedidos em poucas palavras. A seção da empresa deve descrever o que você faz e o que precisa que sua empresa possa atender no mercado. Esta seção também explica como os produtos ou serviços da sua empresa atendem especificamente a essas necessidades. Esta seção também deve incluir uma lista de seus clientes e explicar por que sua empresa será um produto ou serviço será bem-sucedido.

A organização da empresa é fundamental para os investidores que desejam saber se estão emprestando para uma corporação, uma parceria ou um único proprietário. Independentemente da organização da sua empresa, os credores quererão saber quem está no comando, que experiência eles têm neste negócio, a extensão de sua propriedade e seu histórico de realização. O empreendedorismo social consiste em satisfazer uma necessidade social ou ambiental, por meio de uma empresa que gera benefícios econômicos e reinveste na consecução do principal objetivo social. Não deve-se confundir empreendedorismo social com organizações sem fins lucrativos, uma vez que estes não buscam benefícios econômicos e empreendedorismo social, através de sua empresa, se buscarem o benefício monetário que será usado para fins sociais (GOES, 2012).

Também não deve-se confundir empreendedorismo social com inovação social, pois o empreendedor implica a criação de uma empresa cujo modelo de negócios possa ser inovação social.  No entanto, uma idéia socialmente inovadora pode ser realizada por uma empresa já criada, uma ONG ou o setor público e não precisa implementar implicitamente um modelo de negócios. Nesse contexto tem-se o empreendedor social, que é a pessoa ou grupo de pessoas que inicia e desenvolve um projeto de negócios a partir de uma perspectiva que prioriza a responsabilidade social e a criação de riqueza do território em que atua é considerada um empreendedor social, acima do objetivo de maximizar seu próprio benefício econômico. Outros sofrem de doenças mentais ou de abuso de substâncias.

Novas famílias de imigrantes e veteranos também são vulneráveis ​​aos sem-teto. Os assistentes sociais estão em uma posição única para ajudar esses indivíduos, clinicamente ou conectando-os aos recursos de sua comunidade (CHEIBUB; LOCKE, 2014). Com financiamento para lidar com a falta de moradia em todos os tempos, existem várias oportunidades únicas para assistentes médicos, psiquiátricos, militares, clínicos e sociais da comunidade que desejam trabalhar em estreita colaboração com a população de rua. Um assistente social pode ser contratado por organizações locais, estaduais ou federais que oferecem serviços de assistência aos sem-teto. Logo, para o aluno, o estudo aprofundou os conhecimentos na área admiistrativa/gestão, que foi de grande aprendizagem tanto para a formação acadêmica, como na aplicação da prática na área de interesse, aprofundando conhecimentos na área estratégica, ambiental, financeira, na estrutura gestão de pessoas e a sua importância, gerando informações que refletem a realidade da empresa.

O propósito deste trabalho foi intensificar o aprendizado e unir conteúdos e saberes das disciplinas ofertadas no semestre, tendo o objetivo de desenvolver um raciocínio lógico de cada área do conhecimento, onde foi cumprido através da busca bibliográfica. REFERÊNCIAS CHEIBUB, Zairo B. LOCKE, Richard M. Valores ou interesses? Reflexões sobre a responsabilidade social das empresas. p. DORNELAS, José. Empreendedorismo corporativo: como ser empreendedor, inovar e diferenciar na sua empresa. ed. LTC: Rio de Janeiro, 2015. Gestão de projetos: as melhores práticas. ed. Porto Alegre: Bookmam, 2006. GASNIER, Daniel Georges. Guia prático para o gerenciamento de projetos: manual de sobrevivência para os profissionais de projetos. Revista científica eletrônica de administração. Ano VII, n.

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