A IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA PARA FORMAÇÃO DO ADOLESCENTE

Tipo de documento:Revisão Textual

Área de estudo:Educação Física

Documento 1

Assim, declaro, demonstrando minha plena consciência dos seus efeitos civis, penais e administrativos, e assumindo total responsabilidade caso se configure o crime de plágio ou violação aos direitos autorais. Consulte a 3ª Cláusula, § 4º, do Contrato de Prestação de Serviços). RESUMO- A atividade física ajuda o desenvolvimento dos jovens e reduz o risco de doenças futuras, além de ter importantes efeitos psicossociais. No entanto, ainda existem alguns mitos sobre a prática de exercícios físicos na adolescência e inúmeras dúvidas sobre seu exato efeito sobre fenômenos como o crescimento esquelético e a maturação biológica. Por outro lado, ao contrário do que parece, a atividade física nessa faixa etária apresenta riscos, que vão desde lesões corporais até deficiências nutricionais.

Se o mundo globalizado, por um lado, facilita a comunicação entre as pessoas, por outro, transforma cada vez mais essa comunicação em convivência virtual. Os jovens de hoje têm muito mais probabilidade de se encontrarem pela Internet ou pelo celular do que pessoalmente. As atividades estão mudando e, portanto, a mobilidade, um fator determinante do tipo de sociedade, agora está em declínio. Principalmente nos adolescentes, a educação física envolve o esforço de adaptação ao corpo e de reflexão sobre o comportamento corporal. Portanto, não deve se limitar ao desenvolvimento muscular, mas sim levar ao reconhecimento do peso da figura, da dinâmica e do estilo de movimento. Reconhecer que a tecnologia desempenha um papel importante no mundo de hoje faz parte da evolução da sociedade, porém, deve-se destacar que, quando mal utilizada, pouco beneficia o desenvolvimento dos adolescentes e eles estão em formação.

E a escola, ciente desta realidade, deve cumprir o seu papel social de formação de cidadãos, e esta formação envolve o corpo e a mente, pelo que a avaliação da saúde física e mental deve fazer parte das propostas da política pedagógica da escola, incluindo a educação e a saúde. como parte do processo de formação dos indivíduos sobre a qualidade de vida. A educação física escolar deve ter como objetivo promover o desenvolvimento físico e cognitivo, a socialização, a educação pelo movimento, os cuidados com o corpo, tudo baseado no desenvolvimento das competências e habilidades propostas para cada aula ou ciclo, respeitando o ritmo e desenvolvimento do aluno. Considerando a importância de oportunizar esse desenvolvimento e produção de conhecimento, inclusive por meio do lúdico, dos jogos cooperativos, da socialização do conhecimento, do desenvolvimento de hábitos e valores cívicos e do trabalho em equipe.

A maioria das doenças se desenvolve como resultado de muitos fatores, incluindo a falta de exercícios. Essas e outras práticas favorecem o sedentarismo e a vida social solitária das pessoas em geral. Esteja ciente de que refletir esse tipo de comportamento também afeta negativamente a aprendizagem de crianças e adolescentes, gerando problemas de aprendizagem e / ou comportamentais. Desse ponto de vista, é importante vincular a importância da atividade física para uma melhor qualidade de vida, primando pela saúde física e mental, seja no lazer ou mesmo durante as práticas de educação física. Acreditamos que o campo da Educação Física hoje inclui muitos conhecimentos sobre o corpo e o movimento produzidos e usufruídos pela sociedade. Segundo Sergio (2003), citado por Reverdito e Scaglia (2003, p.

Um homem pode então ser o que uma criança era. A atividade física está relacionada não apenas ao aspecto motor e físico, mas também ao sentimento de abraçar aspectos positivos, conectando valores e atitudes relacionadas às manifestações de paz, justiça, liberdade, respeito, cidadania, disciplina, cooperação, responsabilidade, e principalmente lazer. Portanto, são benéficas ações que conduzam a esta proposta, pesquisando e buscando informações relacionadas à contribuição da atividade física para a socialização de adolescentes. REVISÃO DE LITERATURA 2. Guedes et al. p. destacam que os benefícios da prática de atividade física e riscos do sedentarismo associados a saúde e ao bem-estar são amplamente documentados na literatura. No entanto, maior número de estudos procura envolver sujeitos adultos.

Pouco se conhece com relação aos hábitos de prática física de adolescentes. Isso prova que, para ter adultos saudáveis, é necessário incutir nas crianças e adolescentes os benefícios de hábitos saudáveis ​​e exercícios para um efeito positivo na nossa qualidade de vida. Caparro (2005) destaca que a preocupação com a higiene e saúde vem da Escola Nova, proposta que fez com que os professores pensassem a educação física a partir de uma concepção biológica, ou seja, está comprovado que para adultos saudáveis ​​é preciso incutir nas crianças e. adolescentes os benefícios de hábitos saudáveis ​​e exercícios para resultados positivos para nossa qualidade de vida. Quanto aos benefícios para os jovens ao nível das relações sociais, entende-se que aliar a atividade física à vida social é uma oportunidade que contribui para o desenvolvimento humano, em especial dos jovens.

Nesse sentido, Barbosa (1991) descreve alguns benefícios para o esporte: “estimula a socialização, serve como antídoto natural para o vício, provoca maior esforço para atingir metas, fortalece a autoestima, ajuda a equilibrar a ingestão e o gasto calórico e leva à uma menor predisposição a doenças. Para tanto, é fundamental : (. atenta para a necessidade de mudanças não só no cotidiano da educação física escolar, mas na conjuntura da escola como um todo, e no entendimento dessa área para além dessa realidade. Reforça a urgência de ações gradativas que venham a perceber o espaço da escola como espaço da formação e não de “deformação”, capaz de contribuir significativamente para educar, no pleno sentido da palavra (MIRANDA et al, 2009, p.

Em relação aos conteúdo a serem desenvolvimentos no âmbito da disciplina em questão, os Parâmetros Curriculares Nacionais (2007) estabelecem a seguinte organização: esportes, jogos, lutas e ginásticas; atividades rítmicas e expressivas; e conhecimento sobre o corpo. A partir dessa concepção dos PCNs (2007), a Educação Física na escola deve passar a abranger, enquanto área de conhecimento, a formação global dos alunos, trazendo para a discussão assuntos que são fundamentais. Por isso, pressupõe-se que a escola deve cumprir, mais essa função social de conscientização para as mudanças de estilo de vida, valorizando as atividades físicas de desenvolvimento de habilidades psicomotoras saudáveis. Ainda de acordo com Sene, Nandi & Freitas (2008), em decorrência de hábitos errados, muitos são os problemas que essas crianças e adolescentes vão, provavelmente, enfrentar no futuro, portanto, contrário ao que muitos autores e estudiosos afirmam, a Educação Física que prioriza a saúde e qualidade de vida, não deve ser somente incentivada no Ensino Médio, pois: [.

a falta de exercícios físicos regulares associados com a exposição a altos níveis de estresse, adoção de dietas inadequadas e de posturas corporais estáticas na maior parte do tempo, muitas vezes incorretas, levam o corpo dos estudantes a se tornar uma fonte de tensões, e os músculos mais enrijecidos ficam vulneráveis às lesões, assim como as demais estruturas, criando dessa forma uma reação em cadeia indesejada, ou seja, um transtorno de saúde (NATHAN, 2000 citado por SENE, NANDI & FREITAS, 2008). Que podem ocasionar males ao longo da vida escolar. Certamente, a criança e o adolescente, no Ensino Fundamental tem a oportunidade de desenvolver esses hábitos, por meio de jogos e brincadeiras, situação em que o professor pode conseguir cumprir, não só, a proposta curricular da Educação Física para o ciclo, como também, cooperar para a conscientização de jovens e adultos saudáveis.

Logo, constitui proposta trazer os recursos e estratégias pedagógicas, de forma que priorize a valorização das construções coletivas e participativas na elaboração e transformação das regras, assim como de estruturas de funcionamento de jogos e brincadeiras, oportunizando a formação cidadã dos alunos. Trazer para a discussão a inserção da criança de 6 anos no Ensino Fundamental e a proposta da Educação Física, deve-se, justamente, ao fato de que é na infância e, posteriormente, na adolescência que são formados os hábitos, valores e construídas as primeiras concepções sobre educação e saúde. A nova proposta curricular, a partir das mudanças visando as adaptações necessários para atender a criança de 6 anos no Ensino Fundamental, traz mudanças prático-metodológico em todas as áreas e, especialmente, na área da Educação Física, como pode-se identificar: o respeito as diferenças individuais.

A proposta dessa abordagem, por ser mais abrangente, tem como objetivo valorizar e considerar os aspectos sócio-históricos de cada atividade trabalhada, assim como, levar em conta a cultura do contexto no qual os alunos estão inseridos (PCN’s, 2006), Tais atividades deverão ser desenvolvidas com as crianças dentro da faixa etária que compreende a primeira fase do Ensino Fundamental que vai de 6 a 12 anos, mais ou menos. Estas precisam ser cuidadosamente planejadas, ou seja, precisam envolver habilidades que estejam previstas para as séries em questão e, preferencialmente, devem ser desenvolvidas por meio de jogos. Destaca-se ainda, que os parâmetros curriculares para a Educação Física Escolar contemporânea prevê a importância da valorização da proposta de formação global do aluno, oportunizando a socialização do conhecimento a interação entre os pares, inclusive valorizando a disciplina como uma das que mais favorece o trabalho de equipe, a cooperação, a competição sadia, o aprendizado das regras de forma lúdica, a cultura do corpo, a saúde preventiva, dentre inúmeras outras habilidades especificas desenvolvidas a partir de habilidades e competências mediadas pelo professor crítico-reflexivo de sua prática.

Duckur (2004) enfatiza que não basta reproduzir cegamente aquilo que está previsto no currículo, mas é preciso tentar reconstruí-lo adequando ao contexto do ambiente de aprendizagem, o que só é possível quando existe uma orientação, uma proposta teórico-metodológica a ser seguida. O autor fundamenta a sua proposta teórico-metodológica articulando-a em duas concepções da Educação Física. A primeira, baseada na teoria de Vigotsky, a construtivista interacionista, na qual busca construir o conhecimento a partir da interação do sujeito com o mundo, respeitando o universo cultural do aluno e explorando as diversas possibilidades educativas de atividades lúdicas, propondo tarefas cada vez mais complexas e desafiadoras, mas sempre respeitando as diversidades e limitações de cada um. Vigotsky citado por Duckur (2004, p. E, que não há neles desenvolvida a capacidade de inversão desse status.

A necessidade de voltar um olhar crítico sobre a formação do professor que atua na área de Educação Física está diretamente relacionada ao déficit que se percebe nas escolas, especialmente nas escolas públicas, refere-se aos requisitos básicos que se espera deste profissional, que vai muito além da formação acadêmica ou pela apreciação e potencialidades para as habilidades físicas. Prevê a formação para a formação integral da criança e adolescente na perspectiva cidadã. A formação do profissional que atuará com habilitação para a Educação Física Escolar deve ser objeto de reflexão tendo em vista que a Educação Física escolar enfrenta entraves que são agravados pelo desinteresse, desinformação, utilização de pedagogias inadequadas, entre outras características do profissional que atua na área.

Borges (2001, p. No Brasil, não é difícil vermos pessoas atuando em determinadas áreas mesmo sem ter formação específica, pois a lotação e atuação do professor vai depender da relação oferta/demanda de vagas e professores com formação específica na área. Educação Física e Saúde O trabalho com a Educação Física tem sido um contributo para a melhoria da qualidade de vida das pessoas. Afirmamos isso pelo fato de que mesmo com a falta de protagonismo do professor de Educação Física e também pouca visibilidade do seu trabalho, temos a nítida consciência de que os temas abordados trazem mudanças significativas para a vida das pessoas que recebem orientação sobre diversos temas ligados à experiência humana.

Definindo o que é Educação Física, seguimos com o pensamento de Betti(1998,p. A Educação Física não é uma ciência, como propõe a matriz científica, mas uma área de conhecimentos relativos à cultura corporal de movimento, que sistematiza e critica conhecimento científicos e filosóficos, recebe e envia demandas à prática, às ciências e à Filosofia. Agindo nessa perspectiva, ele, o professor de Educação Física traz ao centro o que é margem, pois muitas atividades que se referem à natureza da qualidade de vida dos alunos têm importância fundamental para que o trabalho flua e tenha aquilo que chamamos de sentidos ou significados. Por isso deve do profissional de educação física é prover o debate das teorias e metodologias que poderão trazer esses sentidos à prática da Educação Física: As biociências descobriram que a vida é, basicamente, uma persistência de processos de aprendizagem.

Seres vivos são seres que conseguem manter, de forma flexível e adaptativa, a dinâmica de continuar aprendendo. Afirma-se até que os processos vitais e processos de conhecimento são no fundo a mesma coisa. E isto vale para as moléculas e todas as formas de manifestação da vida, sem excluir instituições sociais não esclerosadas. As academias como esse espaço propício à construção dos saberes e hábitos, torna-se palco importante para que esses saberes quando voltados à qualidade de vida possam ser perspectivados em várias fases da vida: • Saúde, Família, sociedade e hábitos alimentares; • Reeducação alimentar e exercícios físicos orientados; • Esportes cooperativos e perspectiva do viver em grupo; • Caminhadas, trilhas e convivência com a natureza: valores; • Academia: musculação e práticas de exercícios físicos orientados; A efetivação destes aspectos relacionados à qualidade de vida exige a aplicação de estratégias diferenciadas que envolvem a promoção de uma educação direcionada para a saúde, o lazer e a adoção de um estilo de vida ativo.

Sabe-se, no entanto, que a promoção de estilos de vida saudáveis depende de várias condições individuais e ambientais, em especial daquelas que envolvem o nível educacional das comunidades, as condições de vida disponibilizadas pelo aparelho estatal e da estrutura organizacional da própria sociedade. As condições que podem trazer um sentido maior às práticas de Educação Física que visam a qualidade de vida dependem diretamente das condições locais e do material disponível na academia ou na comunidade. Temos exemplos de comunidades que elaboram projetos e se une Secretarias de Educação e Saúde, essa prática é muito comum nas cidades interioranas, locais em que se pode praticar exercícios físicos orientados e outros ao ar livre, pois o nível de violência é menor do que nos centros urbanos mais populosos.

A relação entre o professor de Educação Física e a Nutricionista devem se dar em função de uma melhor alimentação das pessoas. Naturalmente a relação aluno e professor diz muito nos resultados propostos e esperados. Ao ingressarem na escola, as crianças já tem uma série de conhecimentos sobre o movimento, corpo e cultura corporal, frutos de experiência pessoal, das vivências dentro do grupo social em que estão inseridas e das informações vinculadas pelos meios de comunicação. Cabe à escola trabalhar com o repertório cultural local, partindo de experiências que não teriam fora da escola. Essa diversidade de experiências precisa ser considerada pelo professor quando organiza atividades toma decisões sobre encaminhamentos individuais e coletivos e avalia procurando ajustar sua prática às reais necessidades dos alunos.

PCNS (2001). O estilo de vida atual da maioria das crianças e adolescentes é propício ao sedentarismo, o que tem demonstrado consequências negativas para sua saúde. Cabe à escola investigar se os professores estão elaborando projetos e atividades para desenvolver a aptidão física nas situações cotidianas para propor saúde e qualidade de vida. REFERÊNCIAS ALVES, João Guilherme Bezerra (et all) Prática de esportes durante a adolescência e atividade física de lazer na vida adulta. Ver Bras Med Esporte_ Vol. N°5- Set/Out, 2005. M. F. Saberes docentes: diferentes tipologias e classificações de um campo de pesquisa. Revista Educação e Sociedade, Campinas, SP, v. n. Brasília: Ministério da Educação/Secretaria de Educação Fundamental, 1997. p. PCNs 1ª a 4ª Séries).

Ministério da Educação, Secretaria de Educação Especial. Ensino Fundamental de 9 anos, Brasília, 2006. Brasília, Plano Editora, 2002. p. CAPARRO, Francisco Eduardo. Entre a Educação Física na Escola e a Educação Física da Escola: Educação Física como Componente Curricular. ª ed. Educação física, qualidade de vida e saúde: campos de intersecção e reflexões sobre a intervenção. Revista Movimento. V. n. p. FREITAS, Helena Costa Lopes de. A (nova) política de formação de professores: a prioridade postergada. Educação e Sociedade, Campinas, v. n. – Especial, out. pdf> consultado em 12/07/2022. HALLAL, Pedro Curi; BERTOLDI, Andréa Dâmaso; GONCALVES, Helen and VICTORA, Cesar Gomes. Prevalência de sedentarismo e fatores associados em adolescentes de 10-12 anos de idade.

Cad. Saúde Pública [online]. et al] Atividades Física e Saúde: na Infância e Adolescência. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. V. n. Niterói jul/aug. n. p. jul. set. NUNES, Osni Marques. Petrópolis RJ: Vozes, 2007. ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE. Organização Pan-Americana da Saúde (2002). Centro Colaborador da OMS para a Família de Classificações Internacionais em português. Classificação Estatística Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde. SANTANA, Wilton Carlos. Riscos de uma Especialização Precoce. Pedagogiadofutsal. com. br. Adolesc. Latinoam. online]. Ago. vol.

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