Em Studybay, você pode encomendar sua tarefa acadêmica a um de nossos 10000 escritores profissionais. Contrate seu escritor diretamente, sem pagamentos extra de agências e afiliados!
É peciso fazer rápido até psicologia. Tem só 2 dias Título do pedido «NEUROPSICOLOGIA E AUTISMO: O BRINCAR COMO RESURSO DE INTERVENÇÃO DA CRIANÇA COM TRANSTORNO DE ESPECTRO AUTISTA».
Em Studybay, você pode encomendar sua tarefa acadêmica a um de nossos 10000 escritores profissionais. Contrate seu escritor diretamente, sem pagamentos extra de agências e afiliados!
Trabalho perfeito, pronto para uso. Sem plágio e IA. Pague parcelado em até 6x no cartão de crédito.
A principal forma com a qual as crianças se comunicam, relacionam e aprendem é o brincar, que é não apenas uma forma lúdica do universo infantil, mas também um recurso de extrema importância no atendimento infantil do Transtorno do Espectro Autista (TEA). Dentro de um arcabouço neuropsicológico o brincar ganha ares de intervenção terapêutica produzindo possibilidades de compreensão do potencial da criança, bem como dos seus sentimentos e afetos, diante disto, apontamos também que o aprofundamento dos vínculos da criança com TEA com sua família é bastante enriquecedor para todos os âmbitos da sua vida.
O presente artigo versará sobre a “neuropsicologia e autismo: o brincar como recurso de intervenção da criança com Transtorno do espectro autista”, no qual os seguintes itens serão desenvolvi
Mostrar todosdos: No primeiro capítulo, buscaremos tratar quem é o profissional da Neuropsicologia, os conceitos, atribuições e competências, bem como, um breve histórico desta especialização a partir dos estudos de D. O. Hebb, até a regulamentação do profissional em neuropsicologia no Brasil pelo Conselho Federal de Psicologia; no segundo capítulo faremos algumas breves reflexões sobre a criança com Transtorno do Espectro Autista apresentando algumas concepções teóricas, mostrando que as principais características do autismo podem ser resumidas como dificuldade de comunicação, dificuldade de socialização e dificuldade de usar a imaginação; por fim, no terceiro e último capítulo trataremos sobre o brincar como recurso de intervenção da criança com Transtorno do Espectro Autista, no qual versaremos sobre a importância do brincar como recurso terapêutico, bem como da participação da família nesta interação, e com a apresentação de exemplos de brincadeiras que podem ser usadas para cada nível diferente de autismo.
Esta pesquisa em sua metodologia utilizou-se de fontes bibliográficas, nas quais foram coletadas informações de autores de livros, revistas e textos eletrônicos. Desta forma, como desenvolvimento metodológico escolhemos a pesquisa qualitativa baseada em estudos bibliográficos, reflexões e análises narrativas e discursivas. Após a classificação do material disponível, iniciou-se a localização das informações úteis através da leitura. Ocultar
De acordo com Engelhardt, Rozenthal e Laks (1995, apud PINHEIRO, 2005, p. 188) “a neuropsicologia moderna começa com Donald Olding Hebb (1904-1985), Karl Spencer Lashsley (1890-1958) e Aleksandr Romanovitch Luria (1902-1977)”. Já em 1913 é possível observar o uso do termo neuropsicologia, entretanto apenas na década de 1940 começa a haver um desenvolvimento da disciplina a partir dos estudos de Hebb, ele propõe uma teria na qual afirma que o córtex cerebral em seu funcionamento tem possibilidades de múltiplas conexões.
Lashley, através de estudos experimentais constatou que durante a atividade cerebral há a participação de uma grande quantidade de tecidos nervosos, e diante disto, propôs a teoria da “ação de massa”, que de acordo com Pinheiro (2005, p. 189) “diminui a importância dos neurô
Mostrar todosnios individuais, das conexões neuronais específicas, e das regiões cerebrais distintas, funcionalmente especializadas”.
Por sua vez, Luria, influenciado pela psicologia do desenvolvimento de Pavlov, e pela psicologia da educação de Vygotsky, realizou estudos sobre as funções superiores e suas relações com os mecanismos cerebrais, desenvolvendo, desta forma, a ideia de que o sistema nervoso funciona como um todo integrado que considera não apenas as funções neurológicas, mas também o ambiente social, como um dos principais determinantes dos sistemas responsáveis pelo comportamento humano. (PINHEIRO, 2005)
Ao chegar na década de 1960 vários pesquisadores desenvolveram estudos relacionados aos hemisférios cerebrais e suas funcionalidades. Podemos destacar, dentre estes pesquisadores, o neurobiólogo estadunidense Roger Sperry (1913-1994), ganhador do prêmio Nobel de medicina e fisiologia em 1991.
De acordo com Pinheiro (2005, p. 192), no decorrer do século XX a neuropsicologia “firmou-se efetivamente enquanto área de estudo, e embora a linguagem tenha sido a área mais amplamente investigada, diversos temas têm sido enfatizados nos últimos anos tais como: a atenção, a percepção visual e auditiva, e a memória”.
A Neuropsicologia Clínica teve um desenvolvimento um pouco mais recente. Até a década de 1980 o seu estudo era desenvolvido nos Estados Unidos de forma limitada por alguns programas de estágios e doutorados. Segundo Thiers, Argimon e Nascimento (2005, p. 4), “em 1983, a American Board of Professional Psychology e a American Board of Clinical Neuropsychology, identificam a Neuropsicologia Clínica como uma área de especialização”, desta forma, um processo avaliativo passa a ser desenvolvido habilitando, assim, os psicólogos que se especializassem na área.
Thiers, Argimon e Nascimento (2005, p. 4) ainda nos contam que “desde 1987, a Internacional Neuropsychological Society (INS) e a divisão de Neuropsicologia da American Psychological Association (APA) desenvolvem linhas guias para a educação e treino de Doutorado, Residência e Pós-doutorado”, ampliando desta forma o nível de especialização dos profissionais.
A Neuropsicologia Clínica é reconhecida de forma oficial pela APA (1989 apud THIERS; ARGIMON; NASCIMENTO, 2005, p. 4) em 1996, como uma área de especialização do psicólogo e definindo o Neuropsicólogo “como o profissional que aplica os princípios de avaliação e intervenção baseadas no estudo científico do comportamento humano e suas relações com o funcionamento normal e anormal do Sistema Nervoso Central”.
No Brasil este reconhecimento demorou um pouco mais a acontecer, e apenas nos anos 2000 o Conselho Federal de Psicologia (CFP) efetuou o credenciamento de títulos de psicólogos especializados em diversas áreas através da Resolução n.º 014/2000. Ocultar
ALMEIDA, M. T. P. Brincar: uma aprendizagem para a vida. In: ALMEIDA, M. T. P. (Org.). Brincar, amar e viver, v. 1. 1 ed. São Paulo: Storbem Gráfica e Editora, 2014, p. 21-72.
ARAÚJO, C. A. de. Psicologia e o transtorno do espectro do autismo. In: SCHWARTZMAN, J. S.; ARAÚJO, C. A. de. Transtorno do espectro do autismo. São Paulo: Memnon, 2011, pp. 173-201.
CAMPBEL, S. I. Múltiplas faces da inclusão. Rio de Janeiro: Walk Editora, 2009.
CIPRIANO, M. S.; ALMEIDA, M. T. P. O brincar como intervenção no transtorno do espectro do autismo. Extensão em ação, Fortaleza, v. 2, n. 11, 2016, pp. 78-91.
CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA. Resolução CFP N.º 002/2004. Conselho Federal de Psicologia: Brasília, 2004.
CORDAZZO, S. T. D.; VIEIRA, M. L. A brincadeira e suas implicações nos processos de apren
Mostrar todosdizagem e de desenvolvimento. Estudos e Pesquisas em Psicologia, Rio de Janeiro, v. 7, n. 1, 2007, pp. 92-104.
LAMEIRA, A. P.; GAWRYSZEWSKI, L. G.; PEREIRA, A. Neurônios Espelho. Psicologia USP, v. 17, n. 4, 2006, pp. 123-133.
LURIA, A. R. Fundamentos de neuropsicologia. Rio de Janeiro: Livros Técnicos e Científicos; São Paulo: Ed. da Universidade de São Paulo, 1981.
MELLO, A. M. S. R. Autismo: guia prático. 7 ed. São Paulo: AMA; Brasília: CORDE, 2007.
MINISTÉRIO DA SAÚDE. Autismo: uma orientação para os pais. Brasília: Casa do Autista/ Ministério da Saúde, 2000.
NEUMANN, et al. Avaliação neuropsicológica do transtorno do espectro autista. Psicologia.PT O Portal dos Psicólogos, Porto, Portugal, 2016. Disponível em . Acesso em: 23 jul. 2019.
PINHEIRO, M. Aspectos históricos da neuropsicologia: subsídios para a formação de educadores. Educar, Curitiba, n. 25, 2005, pp. 175-196.
THIERS, V. de O.; ARGIMON, I. I. de L.; NASCIMENTO, R. F. L. do. Neuropsicologia: expressão comportamental dos processos mentais. Psicologia.PT O Portal dos Psicólogos, Porto, Portugal, 2005. Disponível em: . Acesso em 23 jul. 2019.
VILANOVA, L. C. P. Aspectos neurológicos do desenvolvimento do comportamento da criança. Revista Neurociências, São Paulo, v. 6, n. 3, 1998, pp. 106-110.
StudyBay é uma plataforma de freelance. Todos os trabalhos apresentados no site são enviados por nossos usuários que tenham concordado com regras d a colocação de trabalho no site e ter todos os direitors autorais necessários para esses trabalhos. Baixando o trabalho, você concorda que ele não será apresentado como o seu próprio, mas será usado apenas como um exemplo ou fonte, com a referência obrigatória para a autoria do trabalho. Se você é o proprietário dos direitos autorais e considera que este trabalho é postado aqui sem a sua permissão - por favor preencha o formulário e nós removemos o trabalho do site.
Preencher os campos
Avaliamos em 10 minutos de graça
Não gostou do trabalho?
Compare as ofertas dos melhores especialistas e escolha o de sua preferência
Fazer um pedido
Receba o seu R$10 bonus agora!
Olá! Cada cliente é muito importante para nós, por isso lhe damos R$10 bonus. Crie o seu primeiro pedido e veja, que o serviço funciona bem!