É peciso fazer rápido até pedagogia. Tem só 2 dias Título do pedido «TIKTOK E APRENDIZAGEM: O PROCESSAMENTO DE INFORMAÇÃO EM VÍDEO CURTO PELA GERAÇÃO Z E SEUS DESAFIOS PARA O ENSINO».
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Enquanto a escola insiste em pedir silêncio, a Geração Z aprende em 30 segundos. Este trabalho investiga um dos paradoxos mais urgentes da educação contemporânea: jovens que consomem, produzem e compartilham conteúdo com desenvoltura impressionante fora da escola, mas chegam à sala de aula desengajados, dispersos e desinteressados. Por quê?
A resposta está na colisão entre dois mundos que operam em lógicas opostas — a escola linear, textual e lenta de um lado; o TikTok fragmentado, visual e instantâneo do outro. Este TCC mergulha nessa tensão com rigor científico, articulando neurociência, pedagogia e cultura digital para compreender como o consumo intensivo de vídeos curtos molda o cérebro, a atenção e a forma de aprender da Geração Z.
Mais do que diagnosticar o problema, o trabalho apont
Mostrar todosa caminhos concretos: como o professor pode usar a linguagem do vídeo curto, do storytelling e da gamificação a favor da aprendizagem — sem transformar a aula em entretenimento vazioOcultar
A sociedade contemporânea atravessa uma transformação profunda na maneira como produz, distribui e consome informação. O advento das plataformas digitais, em especial as redes sociais baseadas em vídeos curtos, alterou significativamente os padrões de atenção, comunicação e aprendizagem das novas gerações. Entre essas plataformas, o TikTok destaca-se como um fenômeno cultural de alcance global, tendo atingido mais de um bilhão de usuários ativos em 2023, com presença expressiva entre jovens de 10 a 24 anos (DataReportal, 2023).
Nesse contexto, emerge uma questão pedagógica central: se a escola ainda opera predominantemente por meio de metodologias lineares, textuais e de longa duração, como pode ela dialogar com uma geração habituada a processar informação em fragmentos de segundos? A Gera
Mostrar todosção Z — composta por indivíduos nascidos entre meados da década de 1990 e o início dos anos 2010 — cresceu imersa em tecnologia digital desde o nascimento, desenvolvendo formas próprias de cognição, atenção e interação com o conhecimento (Prensky, 2001; Twenge, 2017).Ocultar
O estudo das gerações constitui um campo fértil de análise social, uma vez que cada grupo geracional carrega marcas históricas, culturais e tecnológicas que moldam sua visão de mundo e seu modo de se relacionar com o conhecimento. A Geração Z — também denominada iGen, pós-millennials ou zoomers — compreende os indivíduos nascidos aproximadamente entre 1995 e 2010, embora os marcos temporais variem conforme o autor (Twenge, 2017; Seemiller; Grace, 2016).
O que distingue essa geração das anteriores não é apenas a familiaridade com a tecnologia, mas o fato de que seus membros nunca conheceram um mundo sem internet, smartphones ou redes sociais. Enquanto os millennials vivenciaram a transição para o digital, a Geração Z nasceu já inserida nesse ambiente, o que produziu efeitos profundos sobre
Mostrar todossua forma de aprender, comunicar-se e existir socialmente (Twenge, 2017). Essa imersão digital desde a primeira infância confere a esse grupo características cognitivas e comportamentais inéditas, que a escola precisa compreender antes de pretender ensiná-la.
Do ponto de vista social, a Geração Z é marcada por elevada conectividade, pluralidade de identidades, acesso instantâneo à informação e grande capacidade de multitarefa. Contudo, apresenta também índices crescentes de ansiedade, solidão e dificuldade de atenção sustentada, fatores que pesquisadores como Twenge (2017) associam diretamente ao uso intensivo de dispositivos digitais. Essas contradições colocam para a pedagogia um desafio duplo: ao mesmo tempo em que essa geração demanda estímulos mais dinâmicos, ela também precisa desenvolver competências de concentração e pensamento aprofundado que o ambiente digital tende a enfraquecer.Ocultar
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